{"data":[{"id_proposta":88888,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"51308062000104","nm_ente_recebedor":"ASSOCIACAO DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS DE ITATIBA","ed_cep":"13253-010","ed_logradouro":"RUA MIGUEL HERCULES","ed_numero":"211","ed_complemento":null,"ed_bairro":"JARDIM TEREZA","cd_ibge_recebedor":3523404,"nm_municipio_recebedor":"ITATIBA","nm_uf_recebedor":"SÃO PAULO","sg_uf_recebedor":"SP","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":"37115375000107","nm_executor":"Ministério do Meio Ambiente","cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":null,"nm_unidade_gestora":null,"ds_objeto":"O projeto \"Construplas3D: Reciclagem, Manufatura Aditiva e Construção Circular\" tem como objeto a reciclagem e reutilização de resíduos plásticos no desenvolvimento de tecnologia de manufatura aditiva (impressão 3D) e matéria-prima (filamento de plástico reciclado para impressão 3D — Modelagem por Deposição Fundida, FDM), aplicada à construção civil e à arquitetura, para a criação de componentes construtivos e mobiliário urbano. A proposta baseia-se na experiência do projeto Precious Plastic UFPE (PPLab), coordenado pela profa. Dra. Leticia Teixeira Mendes, com ênfase em inovação tecnológica e fabricação digital aplicadas à reciclagem de plásticos e à construção civil.Certificado como uma rede de pesquisadores e profissionais voltada a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), ensino e capacitação profissional — atuando principalmente com populações em vulnerabilidade socioambiental —, a proposta busca consolidar a rede produtiva de reciclagem já construída pela equipe, envolvendo instituições de ensino e pesquisa, ONGs/OSCs e setores públicos (prefeituras, secretarias etc.), além de ampliar essa rede com associações comunitárias e parcerias privadas. O objetivo é viabilizar a incubação de uma empresa de base tecnológica a partir da inovação inclusiva, fomentando soluções com fabricação digital aplicáveis a contextos de vulnerabilidade socioeconômica.Fundado em 2018, o PPLab desenvolve soluções para a problemática de poluição plástica a partir de inovação tecnológica, com o uso de equipamentos de controle numérico computadorizado (router CNC/cortadora a laser) e manufatura aditiva (impressão 3D), agregando valor ao processo de design de produto e criação de bens/serviços alinhados aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ONU) e aos conceitos de economia circular e indústria criativa. Dessa forma, o PPLab está conectado à uma rede de laboratórios de reciclagem de plástico distribuídos em diversos países do mundo, que trabalham em colaboração no desenvolvimento de ampla variedade de materiais para difusão do conhecimento (cursos, capacitações e programas), bem como na criação de estratégias para o desenvolvimento de soluções utilizando a reciclagem em contextos diversos.Em 2024, o Brasil produziu 4,82 milhões de toneladas de resíduos plásticos pós-consumo. A indústria de reciclagem processou 1,55 milhão de toneladas de plástico (pós-consumo e pós-industrial), volume 7,2% superior a 2023 (ABIPLAST, 2025). O diferencial metodológico da proposta é fomentar a reciclagem de plástico independentemente da indústria e da reciclagem em larga escala, promovendo reutilização e transformação de resíduos em menor escala, com envolvimento de comunidades e do terceiro setor (associações, coletivos, ONGs/OSCs), por meio da inovação inclusiva e da colaboração em rede produtiva multidisciplinar — do saber manual e coletivo ao conhecimento científico e tecnológico.Partindo desse pressuposto, a presente proposta apresenta respaldo na iniciativa internacional denominada Precious Plastic, criada por Dave Hakkens, em 2013, que conta atualmente com a participação de ampla comunidade internacional e fomenta a replicabilidade de espaços de reciclagem com baixo custo, e assim, colaborando na construção de comunidades mais resilientes. Nesse contexto, em 2018, instalamos um ambiente de reciclagem de plástico inserido na Comunidade do Pilar, localizada no centro histórico da cidade de Recife/PE. A comunidade possui o 2º pior IDH da cidade e a implementação desta iniciativa teve como objetivo promover a reciclagem de plástico aliada às tecnologias de fabricação digital para capacitação e formação profissional de mulheres, em situação de vulnerabilidade social, para geração de renda por meio do desenvolvimento de soluções e produtos. Dessa forma, contando com uma equipe multidisciplinar e firmada a parceria entre diferentes atores - a organização não-governamental Instituição Plano B, a UFPE e a Secretaria de Inovação Urbana da Prefeitura do Recife - essa iniciativa recebeu apoio financeiro do Fundo Socioambiental  Caixa e consistiu no primeiro projeto Precious Plastic instalado na região do Nordeste e um dos pioneiros no Brasil.Uma vez que a questão ambiental tornou-se uma premissa no desenvolvimento de novos produtos, a preocupação por utilizar tecnologias que contribuem para a redução do consumo de energia, bem como da produção de resíduos constitui-se uma urgência na atualidade. Dessa forma, pode-se destacar a relevância da adequação aos conceitos de eliminação de desperdícios em processos e práticas de sustentabilidade como fatores fundamentais e decisivos no desenvolvimento de bens e produtos, construindo uma nova realidade em empresas e indústrias.","ds_problema_proposta":"Diante do aumento na produção de resíduos plásticos provenientes do pós-consumo de 4,82 milhões de toneladas, em 2023, da demanda do setor de Construção Civil e Infraestrutura por materiais com menor custo (ABIPLAST, 2025) e alinhado aos objetivos de desenvolvimento sustentável, principalmente aos objetivos: 12 (Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis); 9 (Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação) e 8 (Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos) (ONU/2015), torna-se urgente pensar   soluções construtivas que integrem redes colaborativas inclusivas no suporte   ao desenvolvimento tecnológico para promover a inovação sustentável em bens e serviços do setor AECO (Arquitetura, Engenharia, Construção e Operação).Assim, a presente proposta busca contribuir com o setor AECO, que consumiu 130 mil toneladas de resíduos plásticos, em 2024 (ABIPLAST, 2025), no desenvolvimento de materiais e soluções construtivas sustentáveis e com melhor custo-benefício, por meio da concepção e implementação de uma tecnologia de manufatura aditiva (impressora 3D de grande formato), bem como do insumo para sua aplicação (filamento para impressão 3D produzido com resíduos plásticos) para a produção automatizada de componentes construtivos e equipamentos urbanos, tais como: painéis para fachada e fechamento, divisórias, elementos modulares, bancos, floreiras e brinquedos para espaços públicos/áreas de lazer.Em outubro de 2023 a equipe proponente construiu o protótipo de uma habitação emergencial de arquitetura modular, híbrida e desmontável denominado RECubito e exposto durante o Festival de Tecnologia, Criatividade e Inovação Rec n’Play2023, realizado anualmente na cidade de Recife/PE. Uma das principais premissas desse projeto baseou-se na flexibilidade pois, sendo modular, a unidade habitacional de dimensões 3m x 3m permite a combinação de mais módulos a partir das necessidades do usuário, tornando viável seu uso em situações emergenciais como abrigo temporário - contexto baseado nos eventos de inundação e deslizamentos recorrentes na cidade supracitada. Esta experiência evidenciou a viabilidade construtiva e econômica de desenvolver e aplicar componentes arquitetônicos produzidos a partir da reciclagem de resíduos, na ocasião da produção da habitação emergencial foram empregados cerca de 400 kg de plástico reciclado.  Os resultados esperados pelo projeto consistem na incubação de microempresa voltada à produção de componentes construtivos a partir do uso de tecnologia de manufatura aditiva com plástico reciclado e, assim, promover a criação de rede de comercialização de recicláveis (Resultado correspondente à Meta de capacitação técnica) envolvendo: (a) Instituição de ensino/pesquisa (UFPE); b) público-alvo da capacitação em reciclagem para fornecimento de matéria prima para produção de filamento para impressora 3D (Ampliação da qualificação do setor da reciclagem); c) startup (microempresa de base tecnológica) para comercialização de bens e serviços a partir de reciclagem de plástico e tecnologia de manufatura aditiva (empresa a ser formada a partir da proposta - Resultado correspondente à Meta de pesquisas e estudos); desenvolvimento de pesquisa de aplicação de tecnologia de manufatura aditiva (impressão 3D) na criação de soluções para o setor da construção civil (Resultado correspondente à Meta III) e ampliação do número de empreendimentos de reciclagem por meio da criação da microempresa com foco na transformação de resíduos plásticos por meio da fabricação digital de componentes construtivos (Resultado correspondente às Metas de aplicação de equipamentos para reciclagem - impressora 3D FDM de grande formato e desenvolvimento de novas tecnologias). Como resultado do desenvolvimento científico e tecnológico da proposta - a concepção e produção da impressora 3D de grande formato denominada Constructa 3D - serão realizados relatórios, artigos científicos e material para divulgação acadêmica e para o amplo público (Produção acadêmica).","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"Objetivo Geral:Desenvolver tecnologia de manufatura aditiva de grande formato, a partir de filamento produzido com plástico reciclado, para a fabricação automatizada de componentes construtivos e a incubação de uma empresa de base tecnológica voltada à inovação sustentável no setor da construção civil, integrando e capacitando catadores e populações em situação de vulnerabilidade social à cadeia produtiva de reciclagem.Objetivos Específicos:- Fortalecer a cadeia produtiva da reciclagem de plásticos, estruturando as etapas de coleta, seleção e beneficiamento de resíduos junto a associações de catadores e populações em situação de vulnerabilidade, de acordo com as especificações técnicas exigidas para a produção de filamento de impressão 3D reciclado, contribuindo para a economia circular (Diretriz 1 do Programa LIR 2026);- Capacitar catadores, associações de reciclagem e demais atores da rede produtiva — em parceria com instituição de ensino/pesquisa e empresas de base tecnológica — em técnicas de coleta, triagem e beneficiamento de plástico voltadas ao fornecimento de matéria-prima para manufatura aditiva (Diretriz 2 do Programa LIR 2026);- Incubar uma microempresa de base tecnológica voltada à produção de componentes construtivos e mobiliário urbano a partir de manufatura aditiva com plástico reciclado, oferecendo suporte técnico e administrativo para sua consolidação no mercado (Diretriz 3  do Programa LIR 2026); - Desenvolver pesquisas e estudos aplicados sobre o uso de manufatura aditiva de grande formato e filamento reciclado na produção de soluções construtivas, gerando conhecimento científico-tecnológico que amplie a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos plásticos (Diretriz 4  do Programa LIR 2026);- Promover a inclusão social e o protagonismo de catadores na cadeia produtiva de reciclagem, por meio de apoio, capacitação técnico e organizacional, ampliando sua participação e geração de renda a partir da nova cadeia de manufatura aditiva a partir do reuso de resíduos plásticos (Diretriz 5  do Programa LIR 2026).","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"O investimento do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) no projeto Construplas3D representa oportunidade estratégica de fortalecer, simultaneamente, eixos prioritários da política nacional de resíduos sólidos e da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR), consolidando resultados mensuráveis alinhados às diretrizes do programa e às metas de desenvolvimento sustentável assumidas pelo Brasil.Em 2024, o Brasil gerou 4,82 milhões de toneladas de resíduos plásticos pós-consumo, dos quais apenas 1,55 milhão de toneladas foi efetivamente reprocessado pela indústria recicladora (ABIPLAST, 2025). Esse descompasso evidencia a urgência de soluções que ampliem a capacidade de absorção de resíduos plásticos por cadeias produtivas alternativas à reciclagem industrial de larga escala — lacuna que o Construplas3D se propõe a preencher, ao criar uma rota tecnológica de reciclagem descentralizada, protagonizada por catadores, associações e cooperativas, conectada a um mercado consumidor de alto valor agregado: o setor de Arquitetura, Engenharia, Construção e Operação (AECO), que consumiu 130 mil toneladas de plástico reciclado em 2024 e representa mercado em expansão para materiais de menor custo e maior sustentabilidade.Ao apoiar este projeto, o MMA amplia sua capacidade de demonstrar resultados concretos nas três diretrizes centrais da LIR. No fomento à cadeia produtiva da reciclagem, o projeto estrutura um fluxo completo — da coleta e segregação de resíduos plásticos por catadores até sua transformação em filamento para manufatura aditiva e, posteriormente, em componentes construtivos e mobiliário urbano —, criando modelo replicável de economia circular, disseminável a outros territórios. Na capacitação técnica, o projeto qualifica associações de catadores/recicladores e populações em vulnerabilidade segundo especificações técnicas exigidas pela indústria de filamentos utilizados em equipamentos de manufatura aditiva (impressora 3D FDM), ampliando empregabilidade e renda dessa população historicamente vulnerabilizada, e fortalecendo a integração entre instituição de ensino/pesquisa (UFPE) e empresas de base tecnológica. No incentivo à incubação de empreendimentos, o projeto resulta na criação de microempresa de base tecnológica voltada à comercialização de bens e serviços originados da reciclagem de plástico, ampliando o número de empreendimentos formais do setor — resultado que fortalece indicadores acompanhados pelo próprio MMA por meio do SINIR.Do ponto de vista da inovação, o desenvolvimento da impressora 3D de grande formato Constructa 3D e do filamento reciclado personalizado constitui ativo tecnológico inédito no país, com potencial de gerar propriedade intelectual, publicações científicas e material de divulgação que posicionam o MMA como indutor de soluções tecnológicas nacionais para os desafios da gestão de resíduos sólidos — reforçando seu papel como articulador de políticas públicas orientadas por evidências e resultados.O projeto apresenta prova de conceito já validada: em outubro de 2023, a equipe proponente desenvolveu o protótipo RECubito, habitação emergencial modular e desmontável, utilizando cerca de 400 kg de plástico reciclado, apresentado no Festival Rec n'Play em Recife/PE. Essa experiência prévia reduz o risco técnico do investimento e demonstra a viabilidade construtiva e econômica da tecnologia proposta, oferecendo ao MMA segurança de investir em equipe com histórico comprovado de execução.O projeto ainda dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 (ONU), em especial os ODS 8 (trabalho decente e crescimento econômico), 9 (indústria, inovação e infraestrutura) e 12 (consumo e produção sustentáveis) — eixos usados pelo MMA como referência para avaliação de impacto de projetos apoiados pela LIR. Ao financiar o Construplas3D, o Ministério amplia sua contribuição para o cumprimento dessas metas internacionais, fortalecendo o compromisso do Brasil perante organismos multilaterais e a sociedade civil.Por fim, o investimento interessa ao MMA por gerar dados e indicadores robustos — volume de resíduos reciclados, catadores capacitados, empresa incubada e produção científica — que retroalimentam o sistema de monitoramento da LIR, fortalecendo a credibilidade e efetividade do programa junto a investidores privados e à sociedade. Trata-se, portanto, de parceria de interesse mútuo: o Construplas3D necessita do apoio institucional e financeiro do MMA para escalar tecnologia já testada, enquanto o Ministério se beneficia de projeto com resultados sociais, ambientais e tecnológicos concretos, que fortalece a cadeia produtiva da reciclagem, amplia a inclusão de catadores e consolida a LIR como instrumento eficaz de transformação da política nacional de resíduos sólidos em resultados práticos e mensuráveis.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-07-31T23:56:53.803999","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"Público direto: Grupo de pessoas diretamente envolvidas nas atividades do projeto, beneficiadas pelas metas da proposta, a saber: (1) capacitação técnica em reciclagem de plástico para produção de insumo para manufatura aditiva; (2) incubação de microempresa de base tecnológica para desenvolvimento de bens e serviços para o setor AECO; (3) desenvolvimento de pesquisas e estudos para utilização de equipamento de manufatura aditiva com filamento de plástico reciclado; (4) fortalecimento de catadores e inclusão em cadeia produtiva de reciclagem com ênfase em desenvolvimento tecnológico e inovação e (5) desenvolvimento de nova tecnologia associada à fabricação digital aditiva (impressão 3D) aplicada à produção de componentes construtivos.Estimativa de 200 pessoas, distribuída conforme descrição:-  Equipe Técnica do Projeto: 10 profissionais de diferentes áreas de atuação, tais como: arquitetura e urbanismo, administração, capacitação de recursos, contabilidade e de comunicação;- Moradores de comunidades de interesse social (CIS): estimativa de 50 famílias já envolvidas em atividades/iniciativas anteriores, promovidas pela equipe proponente; - Lideranças e representantes de associações/comunidades: cerca de 10 participantes com envolvimento em atividades de mobilização e cocriação das ações do projeto;- Estudantes e jovens profissionais de diferentes campos de conhecimento: estimativa de 10 participantes na realização das capacitações e etapas de testes e prototipagem do equipamento de manufatura aditiva aplicado à construção civil;Público indireto: Grupo mais amplo relacionado às atividades do projeto, tais como: prestadores de serviço, familiares, associações de outras áreas de atuação.Estimativa de 50 pessoas: profissionais das áreas de engenharia, computação, assistentes sociais, familiares não-participantes das ações do projeto, comunidade acadêmica (docentes e discentes colaboradores).","mes_proposta":7,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-07-31","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}