{"data":[{"id_proposta":88618,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"07283034000180","nm_ente_recebedor":"INSTITUTO CASSULI DE PESQUISA E ESTUDOS AVANCADOS DE NEGOCIOS EMPRESARIAIS","ed_cep":"89251-470","ed_logradouro":"RUA DONALDO GEHRING","ed_numero":"135","ed_complemento":"2 ANDAR - SALA 01","ed_bairro":"CENTRO","cd_ibge_recebedor":4208906,"nm_municipio_recebedor":"JARAGUÁ DO SUL","nm_uf_recebedor":"SANTA CATARINA","sg_uf_recebedor":"SC","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":12,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"O Projeto Conhecimento Recicla tem por objeto desenvolver e buscar aplicar, em Jaraguá do Sul e região, metodologia educacional de capacitação, formação e conscientização social voltada à reciclagem, ao reuso e à economia circular, destinada a estudantes e educadores, com ações envolvendo empresas, cooperativas, recicladoras, instituições de ensino, especialistas e ambientes de inovação. A execução poderá compreender materiais pedagógicos, diagnóstico e linha de base, trilhas modulares, formação de estudantes, apoio a educadores, oficinas e projetos interdisciplinares, abordagem dos fluxos, atores e tecnologias da reciclagem, painéis institucionais, formação de multiplicadores, devolutivas e mensuração da aprendizagem, dos resultados e da continuidade das práticas.A proposta enquadra-se na Lei nº 14.260/2021 e no Decreto nº 12.106/2024, quanto à capacitação e formação nas áreas escolar, acadêmica e empresarial vinculadas à promoção da reciclagem e do reuso de resíduos sólidos não contaminantes, e observa a Portaria GM/MMA nº 1.250/2024, que reconhece a conscientização social como parte da cadeia produtiva da reciclagem.O projeto parte da realidade de Jaraguá do Sul e do Vale do Itapocu, onde a coleta seletiva encaminha recicláveis às cooperativas credenciadas para recebimento, triagem, separação, armazenamento e comercialização. A dinâmica industrial e os atores regionais permitem relacionar os conteúdos a materiais, processos produtivos, transformação de resíduos, desenho de produtos, logística reversa, circularidade e responsabilidade compartilhada. Sem pressupor adesão, parceria ou fornecimento de dados, poderão ser utilizadas referências locais dos setores eletromecânico, têxtil, alimentício, metalmecânico, de reciclagem e de inovação. O Novale Hub poderá ser mencionado como referência regional de inovação, sem pressupor adesão, parceria, financiamento, qualificação como fomentador ou participação formalizada.Em consonância com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a metodologia abordará, não exclusivamente, não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos e responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. As ações demonstrarão como segregação na origem, acondicionamento adequado, redução da contaminação e distinção entre recicláveis, reutilizáveis e rejeitos influenciam o aproveitamento dos materiais, a eficiência da cadeia e as condições de trabalho. A valorização de catadores, cooperativas e organizações que reinserem materiais nos ciclos produtivos será tratada como expressão dessa responsabilidade e da função educativa da reciclagem.O projeto não se caracteriza como operação de coleta, transporte, triagem, beneficiamento ou destinação de resíduos pelo Instituto Cassuli. As atividades práticas utilizarão materiais adequados ao ambiente educacional, preferencialmente resíduos sólidos não contaminantes, com segurança, adequação pedagógica e encaminhamento ambientalmente adequado, respeitadas as atribuições dos serviços públicos e agentes habilitados.A metodologia seguirá a sequência formação, aplicação, avaliação e continuidade. Poderá incluir diálogo com cooperativas, recicladoras, empresas, especialistas e ambientes de inovação e ações em semanas de meio ambiente ou agendas escolares correlatas, conforme as condições de execução e a participação formalizada. A dimensão social, educacional e territorial refletirá a atuação do Proponente na produção de conhecimento aplicado e formação de capacidades institucionais, preservado o foco em educação ambiental prática, capacitação, conscientização social e evidências verificáveis.A avaliação observará perfil e participação dos públicos; presença e conclusão; formações, oficinas e materiais aplicados; evolução do conhecimento; distinção entre recicláveis, reutilizáveis, rejeitos e contaminação; qualidade dos produtos; satisfação; diversidade dos atores mobilizados; consistência das evidências; execução de metas e entregas; propostas de continuidade; formação de multiplicadores; e manutenção posterior das práticas.Indicadores ambientais quantitativos, como massa segregada, redução de contaminação ou materiais encaminhados à reciclagem, somente serão utilizados com metodologia verificável, fonte identificada, cadeia de custódia probatória e documentação suficiente para atribuição segura. Quando aplicável, poderão ser estruturados com fomentadores ou parceiros formalmente vinculados à produção ou validação das evidências. Os resultados centrais permanecerão concentrados na aprendizagem, no desenvolvimento de capacidades institucionais, na articulação territorial e na continuidade das práticas educacionais.Dessa forma, o Projeto Conhecimento Recicla materializa a vocação educacional e institucional do Instituto Cassuli ao tratar a reciclagem como conhecimento aplicado, participação social, articulação territorial e conexão responsável com a cadeia produtiva.","ds_problema_proposta":"O diagnóstico do Projeto Conhecimento Recicla evidencia problemas educacionais, informacionais e de articulação relacionados à reciclagem e à economia circular em Jaraguá do Sul, no Vale do Itapocu e em sua região de influência. Embora o município disponha de coleta seletiva e encaminhe recicláveis a cooperativas credenciadas, o serviço não assegura, por si só, que estudantes, educadores, famílias e comunidade compreendam a separação correta, o percurso dos materiais, a distinção entre recicláveis e rejeitos, os riscos da contaminação e as consequências das escolhas de consumo e descarte.O primeiro domínio crítico é a qualificação factual do problema, distinguindo as políticas e obrigações gerais aplicáveis à cadeia de resíduos sólidos das questões educacionais específicas examinadas. O Conhecimento Recicla é projeto educacional enquadrável na modalidade de capacitação e formação prevista na Lei nº 14.260/2021 e no Decreto nº 12.106/2024. Seus resultados e documentos não constituirão, por si sós, conclusão sobre elegibilidade, seleção, captação ou execução de outras iniciativas.No plano educacional, o problema não se limita à existência de informações sobre reciclagem, mas à compreensão integrada e aplicável sobre redução, reutilização, reciclagem, rejeito, contaminação, logística reversa, reuso de materiais e responsabilidade compartilhada. Busca-se permitir que estudantes, educadores e comunidade reconheçam os efeitos práticos de suas decisões antes que a correção dos problemas dependa exclusivamente da atuação dos agentes legalmente responsáveis.Registros municipais sobre materiais recicláveis misturados a resíduos orgânicos e rejeitos podem servir como referência preliminar sobre a segregação inadequada na região. Isoladamente, porém, não permitem atribuir causalidade direta entre as práticas regionais de reciclagem e a lacuna educacional que o projeto pretende enfrentar. Assim, a relação entre formação, aplicação prática, consciência social e melhoria da segregação será tratada como hipótese verificável, não como conclusão previamente estabelecida.O segundo domínio envolve continuidade e adicionalidade. A premissa a ser testada é que ações isoladas de sensibilização tendem a produzir efeitos menos persistentes quando não integradas ao planejamento pedagógico, à formação dos educadores, à experiência prática dos estudantes, à produção de materiais reutilizáveis, à formação de multiplicadores e ao acompanhamento. A metodologia deverá compreender diagnóstico, formação, aplicação, avaliação, devolutiva e verificação posterior, distinguindo produtos imediatos, resultados educacionais intermediários e impactos ambientais potenciais.O terceiro domínio é a verificação qualitativa e quantitativa da distância entre aprendizagem, território e funcionamento da cadeia produtiva. A Portaria GM/MMA nº 1.250/2024 adota conceito amplo de cadeia da reciclagem, abrangendo geração, segregação, separação, acondicionamento, coleta, transporte, reutilização, beneficiamento, processamento, reciclagem, transformação industrial e conscientização social. Essa abrangência orientará a análise das relações entre conhecimento, práticas territoriais e atuação dos agentes, sem presumir equivalência entre participação pedagógica e responsabilidade operacional.A problematização central consistirá em avaliar como experiências pedagógicas, práticas territoriais e contato com atores da cadeia podem contribuir para a aprendizagem. Cooperativas, catadores, recicladoras, empresas, especialistas, instituições de ensino e ambientes de inovação poderão ser considerados categorias funcionais e fontes potenciais de evidência, desde que sua participação tenha finalidade educacional definida e seja documentada.Reuniões e materiais indicam possibilidade de aproximação com especialistas em comunicação, ESG, materiais, design circular, cooperativas e estruturação de projetos. Essas referências representam possibilidades de colaboração, não atores confirmados, parceiros formalizados, financiadores ou executores assumidos. Sua eventual incorporação dependerá de diligência, escopo, orçamento, formalização e aderência ao projeto aprovado.Em síntese, o projeto busca: a) enfrentar lacunas de compreensão aplicada sobre reciclagem, reuso, rejeitos, resíduos sólidos não contaminantes e responsabilidade compartilhada; b) substituir ações educativas pontuais por metodologia integrada, contextualizada e continuada; c) reduzir o distanciamento entre aprendizagem e realidade da cadeia da reciclagem; d) aproximar operadores da cadeia, especialmente catadores e cooperativas, do corpo docente e discente de instituições de ensino do norte de Santa Catarina; e) promover articulação entre escolas, setor produtivo e ecossistema regional de inovação; f) fomentar consciência social preventiva; e g) produzir evidências verificáveis e úteis à prestação de contas, sem prometer resultados ambientais dependentes de fatores externos à intervenção educacional.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"A proposta está alinhada à Lei de Incentivo à Reciclagem, instituída pela Lei nº 14.260/2021 e regulamentada pelo Decreto nº 12.106/2024 e pela Portaria GM/MMA nº 1.250/2024. O Projeto Conhecimento Recicla enquadra-se como iniciativa de capacitação e formação nas áreas escolar, acadêmica e empresarial, vinculada à promoção da reciclagem e do reuso de resíduos sólidos não contaminantes, contribuindo para fortalecer a cadeia produtiva, a economia circular, a sustentabilidade e a inclusão social.A metodologia traduz essas diretrizes em ações educacionais verificáveis: formação de estudantes, apoio aos educadores, materiais pedagógicos, oficinas, atividades práticas, estudos de caso, painéis institucionais, diagnóstico, avaliação e devolutiva. A atuação concentra-se na dimensão educacional da cadeia da reciclagem, abordando desde a geração dos resíduos até sua segregação, acondicionamento, destinação e eventual reinserção em ciclos produtivos.Essa atuação não transfere ao Instituto Cassuli, aos estudantes ou à comunidade as obrigações jurídico-operacionais atribuídas a geradores, poder público, operadores, cooperativas, recicladores e demais responsáveis. Sua finalidade é complementar e preventiva: formar consciência sobre as decisões de consumo, descarte, separação e acondicionamento, para que a responsabilidade compartilhada oriente escolhas adequadas antes que ocorram falhas evitáveis.O projeto dialoga com a realidade de Jaraguá do Sul e do Vale do Itapocu, onde coleta seletiva, cooperativas, setor produtivo, instituições de ensino e ambientes de inovação oferecem base para ações contextualizadas. A regionalização fortalece a proposta sem depender da confirmação de organizações específicas. O Novale Hub e outras referências regionais poderão exemplificar o ecossistema de inovação e circularidade como potenciais interlocutores, não como parceiros confirmados.A metodologia articula-se à Política Nacional de Resíduos Sólidos ao abordar não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento, disposição final adequada dos rejeitos e responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Dará visibilidade ao papel dos catadores, das cooperativas e ao conhecimento técnico na valorização dos materiais. A aproximação entre instituições de ensino, empresas, recicladoras, especialistas e ambientes de inovação relacionará aprendizagem, processos produtivos, desenho de produtos, reuso e circularidade.Na dimensão educacional, a proposta está alinhada à Política Nacional de Educação Ambiental, orientada à construção de conhecimentos, valores, habilidades, atitudes e competências e à inserção articulada da educação ambiental nas práticas educativas. O projeto busca superar ações isoladas de sensibilização mediante diagnóstico, formação, aplicação prática, avaliação, devolutiva e continuidade, preservando a autonomia pedagógica das instituições e apoiando a integração transversal do tema ao currículo.O projeto também converge com o Programa Educação para a Cidadania e para a Sustentabilidade, instituído pela Portaria MEC nº 642/2025, que promove práticas planejadas, interdisciplinares e transversais na educação básica, com articulação territorial, orientação curricular, formação dos profissionais, monitoramento e avaliação. A articulação com escolas e atores da cadeia atende à perspectiva territorial; os materiais e o apoio aos educadores subsidiam o planejamento; e diagnósticos, avaliações e devolutivas permitem acompanhar a aprendizagem.A frente empresarial e institucional complementa as ações escolares com intercâmbio sobre materiais, processos produtivos, reuso, inovação e economia circular. A dinâmica industrial regional permite relacionar essas decisões à reciclabilidade e ao valor dos materiais.O acompanhamento utilizará indicadores educacionais de participação, atividades, materiais, aprendizagem, satisfação, evidências, continuidade, multiplicadores e manutenção das práticas. A cadeia de resultados distinguirá resultados imediatos, intermediários e impactos ambientais potenciais. Indicadores ambientais somente serão atribuídos com metodologia, evidências e documentação adequadas.Como referências complementares, os ODS demonstrarão a coerência programática da proposta: o ODS 4 pela educação de qualidade; o ODS 12 pela redução de resíduos, reciclagem e reuso; e o ODS 17 pela articulação territorial e compartilhamento de conhecimento.Dessa forma, o Projeto Conhecimento Recicla visa concretizar, em Jaraguá do Sul e região, a convergência entre política ambiental e educacional: capacitar estudantes, apoiar educadores, fortalecer a conscientização social, valorizar os agentes da reciclagem, aproximar escolas e setor produtivo e produzir evidências sobre execução e aprendizagem. A iniciativa contribui para os objetivos da LIR e do programa do MEC por meio do conhecimento aplicado, da participação social e da formação de capacidades para práticas conscientes, circulares e inclusivas.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"A proposta articula interesses convergentes entre a União, o Instituto Cassuli, instituições de ensino, estudantes, educadores, poder público local, cooperativas, catadores, setor produtivo, especialistas, ambientes de inovação e sociedade. O interesse comum está no fortalecimento da cadeia produtiva da reciclagem por meio da formação, conscientização social, conexão territorial e resultados educacionais verificáveis.Para a União e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o projeto contribui para os objetivos da Lei nº 14.260/2021, do Decreto nº 12.106/2024 e da Portaria GM/MMA nº 1.250/2024 ao promover capacitação nas áreas escolar, acadêmica e empresarial vinculada à reciclagem e ao reuso. O interesse público também se manifesta na produção de evidências para acompanhar os recursos incentivados, avaliar a execução e conhecer o alcance das ações apoiadas pela LIR.Para o Instituto Cassuli, a iniciativa materializa sua vocação ligada à educação, pesquisa e disseminação do conhecimento. Sua atuação compreenderá organização metodológica, mediação pedagógica, articulação entre públicos, produção de materiais, avaliação e governança de evidências, sem substituir os responsáveis pela coleta, transporte, triagem, beneficiamento ou destinação de resíduos. Essa aderência é reforçada por sua trajetória de publicações, estudos, palestras e debates, incluindo a obra Empresa em Foco: Coletânea de Estudos — Vol. II, organizada por Célia Gascho Cassuli e Maikon Cristiano Glasenapp.Para instituições de ensino, educadores e estudantes, a proposta oferecerá metodologia, materiais pedagógicos, oficinas, atividades práticas, diagnósticos, avaliações, formação de multiplicadores e orientações de continuidade. Os estudantes poderão compreender a reciclagem em relação ao território, consumo, trabalho, tecnologia e transformação dos materiais. Os educadores receberão apoio para integrar os conteúdos ao planejamento, preservada a autonomia institucional.Para o poder público local e o SAMAE, o projeto será complementar aos serviços de coleta seletiva e manejo de resíduos. Ao trabalhar separação adequada, contaminação, responsabilidade compartilhada e percurso dos materiais, poderá qualificar a participação comunitária e aproximar o ambiente escolar da gestão municipal, sem substituir estruturas públicas ou operacionais.Para cooperativas e catadores, o interesse está na valorização de sua contribuição ambiental, social, técnica e econômica. A proposta demonstrará como decisões tomadas na origem influenciam a qualidade dos materiais, as condições de triagem e as possibilidades de aproveitamento e comercialização. Sua participação em estudos de caso, rodas de conversa, semanas de meio ambiente ou painéis, quando formalmente definida, poderá aproximar estudantes e educadores da realidade da cadeia e ampliar o reconhecimento da inclusão socioprodutiva.Para empresas, recicladoras, especialistas e ambientes de inovação, o projeto promoverá intercâmbio sobre materiais, processos produtivos, reuso, reciclabilidade, desenho de produtos, rastreabilidade, tecnologia e economia circular. A dinâmica industrial regional favorece a conexão entre aprendizagem e experiências concretas. Essa participação não caracterizará, por si só, vínculo como incentivador, financiador, parceiro formal ou executor.Para a sociedade, os interesses convergem na ampliação do conhecimento, qualificação das práticas de separação e consumo, valorização dos agentes da reciclagem e fortalecimento da responsabilidade compartilhada como racional preventivo. A consciência social não substitui obrigações legais, mas favorece condutas adequadas antes que a cadeia seja afetada por contaminação, descarte incorreto ou perda de valor dos materiais.A reciprocidade também se expressa no compartilhamento dos resultados: instituições receberão devolutivas; educadores terão materiais aplicáveis; estudantes poderão produzir projetos e ações de continuidade; atores da cadeia compartilharão experiências; o Proponente consolidará aprendizados; e o poder público poderá acessar indicadores e evidências sobre alcance, aprendizagem, participação e execução.Os indicadores terão definição operacional, linha de base quando aplicável, meta, fonte de dados, periodicidade, responsável e meio de verificação. Registros de participação, instrumentos jurídicos, materiais aplicados, produtos, relatórios, planilhas e devolutivas formarão a base documental para acompanhamento, avaliação e prestação de contas, observadas a Portaria GM/MMA nº 1.250/2024 e a proteção de dados. A governança vinculará recursos, atividades, produtos e resultados.Assim, o Projeto Conhecimento Recicla configura cooperação em que educação, política pública, participação social, inovação e cadeia produtiva convergem para resultados educacionais e institucionais de interesse comum e, quando demonstráveis, efeitos ambientais e sociais em Jaraguá do Sul e região.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-07-30T11:51:08.771000","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O público-alvo prioritário do Projeto Conhecimento Recicla será formado por estudantes e educadores de instituições de ensino de Jaraguá do Sul e região. Esses públicos participarão de metodologia sobre reciclagem, reuso de materiais, consumo consciente, responsabilidade compartilhada, resíduos sólidos não contaminantes e economia circular, em alinhamento com a Lei nº 14.260/2021 e o Decreto nº 12.106/2024.Entre os estudantes, serão atendidos aqueles vinculados às instituições participantes, observadas a faixa etária, a adequação da linguagem e a compatibilidade das atividades com o planejamento pedagógico. A participação poderá compreender diagnósticos, oficinas, atividades práticas, desafios, projetos interdisciplinares, campanhas educativas, estudos de caso, semanas de meio ambiente, avaliações e devolutivas. As ações abordarão origem dos resíduos, diferenças entre recicláveis, reutilizáveis e rejeitos, contaminação, coleta seletiva, percurso dos materiais e agentes da cadeia. Os estudantes serão incentivados a observar o ambiente escolar, reconhecer práticas de consumo e separação, interpretar informações e compartilhar conhecimentos.A abordagem será transversal e poderá relacionar a reciclagem às Ciências da Natureza, Geografia, Matemática, Linguagens, Artes, projetos integradores e cidadania. Quando cabível, poderá contribuir para formar estudantes multiplicadores, sem converter essa previsão em obrigação de resultado ou compromisso de continuidade não formalizado.Os educadores também constituem público prioritário e estratégico, incluindo professores, coordenadores pedagógicos e gestores escolares. O projeto oferecerá conteúdos, materiais e instrumentos para integrar o tema ao cotidiano escolar, como roteiros, fichas de atividades, apresentações, diagnósticos, avaliações e orientações de continuidade. Seu envolvimento favorecerá a adaptação às turmas, a articulação com o currículo e o acompanhamento da aprendizagem, reduzindo o risco de ações isoladas.Como público complementar direto, poderão participar empresas, cooperativas, recicladoras, especialistas e profissionais interessados em sustentabilidade, reciclagem, materiais, processos produtivos, inovação e economia circular. A participação poderá ocorrer em painéis e encontros sobre separação e destinação de resíduos, reciclabilidade, reuso, desenho de produtos e embalagens, responsabilidade compartilhada e oportunidades de circularidade.Referências empresariais e industriais do Vale do Itapocu serão utilizadas como tipologias pedagógicas relacionadas a fluxos materiais e desafios territoriais, incluindo eletroeletrônicos, metais, têxteis, embalagens, resíduos orgânicos, polímeros, design e processos produtivos, sem implicar adesão ou compartilhamento de dados por organizações específicas. Essa estrutura permitirá adaptar estudos de caso e preservar a execução quando determinado ator não puder participar. A presença em painéis não caracterizará, por si só, vínculo como incentivador, financiador, parceiro formal ou executor.Cooperativas, catadores, recicladoras e demais organizações da cadeia serão reconhecidos como agentes fundamentais para recuperação, triagem, valorização e reinserção dos materiais nos ciclos produtivos. Sua eventual participação dependerá de disponibilidade, definição posterior e formalização adequada, não constituindo compromisso prévio. Essa delimitação valoriza a dimensão social e operacional da reciclagem sem atribuir ao público direto obrigações que não lhe sejam legalmente imputáveis.As famílias e a comunidade escolar serão beneficiárias indiretas, alcançadas pela circulação dos conhecimentos, materiais, campanhas e atividades de continuidade realizadas por estudantes e educadores. Essa disseminação poderá aproximar os conteúdos das práticas cotidianas de consumo, separação, acondicionamento e destinação, sem que famílias e comunidade sejam contabilizadas como participantes diretas ou equiparadas aos agentes legalmente responsáveis.A quantidade de instituições, turmas, estudantes, educadores e participantes da frente complementar será definida nas metas e no plano de trabalho, conforme escopo, cronograma e recursos aprovados. A seleção observará aderência ao objeto, viabilidade operacional, adequação pedagógica e capacidade de acompanhamento. A participação será documentada com finalidade definida, minimização de dados, autorizações aplicáveis e apresentação agregada dos resultados, especialmente nas atividades com estudantes.Assim, o público-alvo organiza-se em três níveis: a) prioritário direto, formado por estudantes e educadores; b) complementar direto, composto por empresas, cooperativas, recicladoras, especialistas e profissionais; e c) beneficiário indireto, formado pelas famílias e comunidade escolar. Essa delimitação preserva o foco educacional, evita promessas de participação não formalizadas e conecta aprendizagem, território e setor produtivo de forma proporcional e verificável.","mes_proposta":7,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-07-30","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}