{"data":[{"id_proposta":88265,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"07295456000175","nm_ente_recebedor":"ISES - INSTITUTO DE SOCIOECONOMIA SOLIDARIA","ed_cep":"01041-000","ed_logradouro":"RUA VINTE E QUATRO DE MAIO","ed_numero":"276","ed_complemento":"ANDAR 11","ed_bairro":"REPUBLICA","cd_ibge_recebedor":3550308,"nm_municipio_recebedor":"SÃO PAULO","nm_uf_recebedor":"SÃO PAULO","sg_uf_recebedor":"SP","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":12,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"Implantar e consolidar sistemas de compostagem de resíduos orgânicos em 20 escolas municipais de São Paulo/SP, promovendo a valorização dos resíduos orgânicos, a educação ambiental prática e a redução do envio de matéria orgânica ao aterro sanitário. O projeto será executado pelo Instituto de Socioeconomia Solidária — ISES (Mandú Inovação Social), como proponente, e pela Morada da Floresta Soluções Ecológicas Ltda, como executora técnica, em parceria institucional com a Secretaria Municipal de Educação (SME) de São Paulo/SP, com duração de 12 meses.O projeto prevê dois sistemas complementares de compostagem: (1) Compostagem termofílica modular: instalação de 120 módulos HumiBox (6 por escola), com capacidade para compostar até 30 kg/dia de resíduos orgânicos produzidos nas cozinhas e refeitórios de cada escola, totalizando 600 kg/dia e aproximadamente 3 toneladas/semana. Cada escola receberá também kit de ferramentas para compostagem, treinamentos para as equipes operacionais e acompanhamento técnico personalizado online por 8 meses, além de 3 visitas técnicas presenciais. (2) Vermicompostagem pedagógica: instalação de 80 composteiras Humi de 90L com minhocas californianas (4 por escola, 1 por sala de aula do Ensino Infantil e/ou Fundamental), totalizando 80 unidades distribuídas em 4 salas por escola. Cada composteira virá acompanhada de minhocas, acessórios (rodízios, serragem, baldinho, ancinho e pazinha) e banner educativo. Para cada sala participante, serão realizadas 2 oficinas de educação ambiental e compostagem com as crianças: uma no momento da entrega e funcionamento da composteira, e outra no momento da colheita do húmus de minhoca e plantio de mudas de hortaliças para levar para casa. Para cada escola, será realizada 1 oficina para professoras, coordenadoras pedagógicas e colaboradores, integrando o tema da compostagem aos conteúdos curriculares (ciências, matemática, linguagem e cidadania). Serão criados 20 grupos de suporte técnico online (1 por escola) para apoio continuado às professoras. No total, o projeto prevê a realização de 160 oficinas para crianças e 20 oficinas para educadores, em 20 escolas municipais de São Paulo. Ao final do projeto, estima-se: (a) desvio de mais de 152 toneladas/ano de resíduos orgânicos do aterro sanitário; (b) redução de mais de 121,6 toneladas de CO₂eq/ano em emissões de gases de efeito estufa; (c) produção de mais de 38 toneladas/ano de composto orgânico aplicado nas hortas e jardins das próprias escolas; (d) benefício direto a mais de 1.600 crianças nas salas com composteiras pedagógicas e a mais de 4.000 crianças nas 20 escolas com compostagem termofílica, além de mais de 300 professores e colaboradores; (e) formação de multiplicadores internos — professoras capacitadas para replicar as oficinas nas demais turmas das escolas nos anos subsequentes. O projeto tem caráter permanente e replicável: ao transformar as escolas participantes em referências de educação ambiental e economia circular, cria base para expansão progressiva para as demais unidades da maior rede municipal de ensino do Brasil.","ds_problema_proposta":"São Paulo é o maior polo urbano do Brasil e sede da maior rede municipal de ensino do país, com mais de 4 mil unidades educacionais e aproximadamente 1 milhão de estudantes. Essa rede produz mais de 150 toneladas de resíduos orgânicos por dia, oriundos das cozinhas e refeitórios das escolas — totalizando mais de 30.000 toneladas por ano, considerando apenas os 200 dias letivos. Esse volume expressivo de resíduos representa um passivo ambiental significativo: na ausência de sistemas estruturados de compostagem, a matéria orgânica gerada nas escolas é descartada junto ao resíduo geral e destinada ao aterro sanitário, gerando emissões de metano — um gás de efeito estufa com potencial de aquecimento global 28 vezes maior que o CO₂ —, além de custos logísticos recorrentes de coleta e transporte que oneram os cofres municipais.Do ponto de vista pedagógico, a situação é igualmente preocupante. Apesar de São Paulo contar com uma Política Municipal de Educação Ambiental estruturada (Lei nº 15.967/2014) e de a cidade ser reconhecida por iniciativas inovadoras em sustentabilidade urbana, a maioria das escolas municipais ainda não possui infraestrutura nem metodologia consolidada para o manejo sustentável dos resíduos orgânicos gerados no cotidiano escolar. As crianças, que poderiam vivenciar na prática o ciclo dos alimentos, a economia circular e o protagonismo ambiental, crescem sem contato direto com processos de valorização de resíduos. As professoras, por sua vez, carecem de metodologias práticas e de materiais didáticos que integrem o tema da sustentabilidade ao currículo de forma contínua, replicável e alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Essa lacuna metodológica perpetua hábitos de descarte incorreto e desperdiça uma oportunidade única de formação ambiental no período de maior plasticidade cognitiva e de construção de valores — a infância.Há ainda um problema estrutural de circularidade: os resíduos orgânicos das cozinhas escolares, que poderiam ser transformados em composto orgânico e aplicados nas hortas e jardins das próprias escolas — reduzindo custos com adubo e fechando o ciclo dos alimentos —, são descartados como rejeito. Essa lógica linear (produzir, consumir, descartar) contraria os princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), que estabelece a prioridade para a valorização dos resíduos antes do descarte; da Política Municipal de Educação Ambiental de São Paulo (Lei nº 15.967/2014), que determina a inserção da educação ambiental no currículo das escolas municipais; e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 4, 11, 12 e 13), que orientam para uma educação de qualidade, cidades sustentáveis, consumo e produção responsáveis e ação climática.O projeto \"Compostagem e Educação Ambiental nas Escolas Municipais de São Paulo — SP (Fase 1)\" surge como resposta direta a esse conjunto de problemas, ao: (1) instalar infraestrutura permanente de compostagem em 20 escolas, eliminando o descarte dos resíduos orgânicos em aterro nessas unidades; (2) capacitar educadores e equipes operacionais para operar e manter os sistemas de forma autônoma; (3) integrar a compostagem ao cotidiano pedagógico, por meio de oficinas lúdicas e práticas com crianças; (4) produzir composto orgânico para uso nas próprias hortas escolares, fechando o ciclo dos alimentos no espaço educacional; (5) criar um modelo replicável de educação ambiental aplicada, com potencial de expansão para as demais unidades da rede municipal de São Paulo. As mudanças concretas esperadas são: substituição do descarte por compostagem em 20 escolas; formação de pelo menos 300 professores e colaboradores como multiplicadores de boas práticas ambientais; engajamento direto de mais de 5.600 crianças em práticas de economia circular; e produção de 38 toneladas/ano de composto orgânico — transformando um passivo ambiental em ativo educacional e produtivo permanente.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O projeto \"Compostagem e Educação Ambiental nas Escolas Municipais de São Paulo — SP (Fase 1)\" está integralmente alinhado às diretrizes da Lei nº 14.260/2021, que institui o Programa de Incentivo à Reciclagem (LIR), e ao regulamento do programa publicado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).A LIR tem como objetivos centrais: ampliar a reciclagem e a valorização de resíduos sólidos no Brasil; promover a educação ambiental voltada à gestão de resíduos; fomentar projetos com impacto ambiental mensurável e auditável; e estimular a responsabilidade compartilhada entre empresas, poder público e sociedade civil. O presente projeto atende a cada um desses objetivos de forma direta e verificável:(1) Valorização de resíduos orgânicos: o projeto transforma 152 toneladas/ano de resíduos de cozinha — que seriam destinados ao aterro — em composto orgânico de alta qualidade, via compostagem termofílica e vermicompostagem. A fração orgânica representa cerca de 50% dos resíduos sólidos urbanos no Brasil e é a menos reciclada. Em São Paulo, com mais de 30.000 toneladas/ano geradas apenas pela rede escolar municipal, a escala do problema é proporcional à escala da oportunidade. Ao estruturar a compostagem in loco nas escolas, o projeto amplia diretamente a taxa de reciclagem da fração orgânica na maior cidade do país.(2) Redução de emissões de gases de efeito estufa: a destinação de resíduos orgânicos a aterros sanitários gera metano por decomposição anaeróbia. O projeto evita a emissão de 121,6 toneladas de CO₂eq/ano, contribuindo com as metas climáticas do Brasil no âmbito do Acordo de Paris e com o ODS 13 (Ação Climática). São Paulo, como maior metrópole do hemisfério sul, tem papel estratégico na agenda climática brasileira — e o projeto contribui de forma concreta e mensurável para essa agenda.(3) Educação ambiental prática e contínua: o projeto realiza 160 oficinas pedagógicas de compostagem para crianças do Ensino Infantil e Fundamental em 20 escolas, integrando o tema da sustentabilidade ao currículo escolar e contribuindo para a implementação da Política Municipal de Educação Ambiental (Lei nº 15.967/2014). As professoras são capacitadas para replicar as atividades nas demais turmas nos anos subsequentes, garantindo continuidade e multiplicação do impacto educacional. Isso atende diretamente ao Eixo II da LIR, que prioriza ações de educação ambiental voltadas à valorização de resíduos recicláveis e reaproveitáveis, com alcance comunitário e formação de multiplicadores.(4) Geração de indicadores de impacto monitoráveis: o projeto adota o modelo de monitoramento e reporte exigido pela LIR, com consolidação mensal de dados operacionais — toneladas compostadas, composto produzido, pessoas sensibilizadas —, elaboração de relatórios mensais e relatório final de impacto ambiental, social e educacional. Os indicadores são auditáveis e reportáveis para patrocinadores e para o MMA.(5) Responsabilidade compartilhada e economia circular: o projeto materializa o princípio da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos resíduos (Art. 3º, XVII, da Lei 12.305/2010), ao envolver escolas, equipes operacionais, professoras, crianças, famílias e patrocinadores em um modelo de economia circular replicável. O composto orgânico produzido é reaplicado nas hortas e jardins das próprias escolas, fechando o ciclo dos alimentos no espaço educacional.(6) Alinhamento aos ODS: o projeto contribui diretamente com os ODS 4 (Educação de Qualidade), 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Climática), que são referências adotadas pelo MMA para avaliação de projetos submetidos à LIR.(7) Replicabilidade e escala: ao criar um modelo estruturado, documentado e com formação de multiplicadores internos, o projeto tem potencial de expansão para as mais de 4.000 unidades da rede municipal de São Paulo — a maior rede municipal de ensino do Brasil —, ampliando progressivamente o impacto da LIR na cidade com maior geração de resíduos orgânicos escolares do país.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"O projeto \"Compostagem e Educação Ambiental nas Escolas Municipais de São Paulo — SP (Fase 1)\" estabelece uma estrutura de cooperação com interesses claramente convergentes entre todos os envolvidos — proponente, executora técnica, parceiro institucional e patrocinadores —, todos alinhados aos objetivos da Lei nº 14.260/2021 (LIR) e às diretrizes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.Instituto de Socioeconomia Solidária — ISES (Mandú Inovação Social) — Proponente: A Mandú é uma consultoria de inovação social e ESG com 21 anos de atuação, que capta e gere investimento social direto para projetos de impacto socioambiental em todo o Brasil. Seu interesse no projeto é estruturar e escalar um modelo replicável de educação ambiental e compostagem escolar na maior rede municipal de ensino do país, com impacto mensurável e alinhado às exigências da LIR. A Mandú contribui com sua expertise em gestão de projetos LIR, captação de recursos, governança, comunicação de impacto e produção de relatórios ESG para patrocinadores — garantindo a sustentabilidade institucional e financeira do projeto.Morada da Floresta Soluções Ecológicas Ltda — Executora Técnica: A Morada da Floresta é uma empresa de impacto socioambiental pioneira em compostagem in loco no Brasil, fundada em 2009. Desenvolve e comercializa os sistemas de compostagem HumiBox (termofílico modular) e Humi (pedagógico com minhocas), que são os equipamentos centrais deste projeto. Seu interesse é consolidar a implementação de seus sistemas de compostagem nas escolas públicas de São Paulo, a maior cidade do Brasil, criando referências de uso, impacto e replicabilidade em contexto educacional público de grande escala. A Morada da Floresta contribui com a instalação dos sistemas, a formação técnica das equipes, o acompanhamento técnico presencial e remoto e a produção dos relatórios de impacto ambiental do projeto.Secretaria Municipal de Educação de São Paulo — SME (Parceira Institucional): O interesse da SME é oferecer às suas escolas uma infraestrutura permanente de compostagem e um programa de educação ambiental prático e interdisciplinar, sem ônus financeiro para o município. O projeto permite que a SME avance na implementação da Política Municipal de Educação Ambiental (Lei nº 15.967/2014) e no cumprimento das diretrizes da BNCC relacionadas à sustentabilidade, ao mesmo tempo em que reduz os custos de destinação de resíduos orgânicos das cozinhas escolares e posiciona São Paulo como referência nacional em gestão ambiental escolar.Empresas Patrocinadoras (via LIR): As empresas tributadas pelo lucro real que destinam até 1% do Imposto de Renda devido ao Programa LIR têm interesse em associar sua marca a um projeto com alto valor socioambiental, indicadores de impacto auditáveis e relatórios ESG certificados. O projeto oferece visibilidade qualificada em 20 escolas públicas de São Paulo, alcance direto de mais de 5.600 crianças e 300 educadores, e narrativa de impacto concreta e comunicável — desvio de resíduos, redução de emissões, produção de composto, formação de cidadãos ambientalmente conscientes. Esses elementos atendem às crescentes demandas de ESG e de responsabilidade corporativa exigidas por investidores, clientes e reguladores. A visibilidade em São Paulo, maior praça econômica do país, amplifica o valor reputacional do patrocínio.Convergência de interesses: Todos os envolvidos compartilham o objetivo central de transformar resíduos orgânicos em recurso, reduzir emissões de gases de efeito estufa, fortalecer a educação ambiental nas escolas públicas e gerar indicadores públicos de impacto verificáveis. Essa convergência assegura a sustentabilidade institucional, técnica, financeira e ambiental do projeto ao longo de seus 12 meses de execução e além — e reforça o papel da LIR como instrumento eficaz de política pública para a promoção da economia circular e da educação ambiental no Brasil.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-07-29T13:55:53.091000","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O público-alvo direto do projeto é formado pela comunidade escolar de 20 escolas municipais de São Paulo, selecionadas em articulação com a Secretaria Municipal de Educação. Serão atendidas crianças da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, professoras e professores, coordenadores pedagógicos, equipes gestoras, merendeiras, profissionais da cozinha, equipes de limpeza e demais colaboradores envolvidos na rotina das unidades e no manejo dos resíduos orgânicos.As crianças constituem o núcleo central das ações educativas. Aproximadamente 1.600 estudantes participarão das atividades de vermicompostagem em 80 salas de aula, com duas oficinas por turma: uma sobre funcionamento e manejo das composteiras com minhocas; e outra dedicada à colheita do húmus e ao plantio de mudas. De forma ampliada, cerca de 4.000 crianças das 20 escolas serão beneficiadas pela implantação dos sistemas de compostagem termofílica e pela incorporação da educação ambiental ao cotidiano escolar.Também serão beneficiados diretamente mais de 300 profissionais da comunidade escolar. Docentes e coordenadores participarão de formações para integrar a compostagem aos conteúdos curriculares e atuar como multiplicadores. Merendeiras, profissionais da cozinha, equipes de limpeza, gestores e demais colaboradores receberão orientação para a separação dos resíduos, operação dos equipamentos, monitoramento dos sistemas e uso do composto produzido nas hortas, jardins e áreas verdes.Como público indireto, o projeto alcançará mais de 10.000 pessoas, impactadas por ações educativas, oficinas e reaproveitamento de resíduos orgânicos: famílias dos estudantes, demais turmas e profissionais das escolas participantes, comunidades do entorno e outras unidades da rede municipal, por meio da replicação das atividades e da divulgação dos resultados. A iniciativa busca fortalecer hábitos de redução, separação, reaproveitamento e reciclagem, ampliar o protagonismo ambiental das crianças e consolidar as escolas como espaços permanentes de aprendizagem, cidadania e economia circular.","mes_proposta":7,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-07-27","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}