{"data":[{"id_proposta":88248,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"30650217000108","nm_ente_recebedor":"AMBIENTE LIVRE LTDA","ed_cep":"81750-430","ed_logradouro":"RUA DOUTOR BLEY ZORNIG","ed_numero":"3023","ed_complemento":"SALA 07;ANDAR 01","ed_bairro":"BOQUEIRAO","cd_ibge_recebedor":4106902,"nm_municipio_recebedor":"CURITIBA","nm_uf_recebedor":"PARANÁ","sg_uf_recebedor":"PR","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Sociedade Empresária Limitada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":null,"nm_unidade_gestora":null,"ds_objeto":"O projeto Compostroca, iniciativa de ação climática urbana da Ambiente Livre Ltda., em colaboração com a Bion Global e a Ingá Orgânicos, tem como objeto principal um novo modelo de gestão descentralizada de resíduos orgânicos urbanos por meio da implantação de centrais de compostagem em hortas urbanas e periurbanas, fechando o ciclo da reciclagem dos resíduos alimentares no próprio local de cultivo. A metodologia de baixo custo, desenvolvida pela startup curitibana Ambiente Livre, permite gerar composto orgânico em apenas 49 dias utilizando sete caixas d’água.A Bion é uma plataforma de ação climática que utiliza blockchain e ciência de dados para validar e recompensar ações sustentáveis em tempo real. Seu objetivo é transformar atitudes como reciclagem, mobilidade ativa e compostagem em impacto ambiental mensurável, conectando cidadãos, empresas e governos. Desde janeiro de 2025, a Ambiente Livre e a Bion desenvolvem um protocolo que valida e recompensa voluntários pela entrega de resíduos orgânicos na Fazenda Urbana de Curitiba, transformando esse hábito em uma ação registrada e reconhecida. O processo ocorre em três etapas: entrega e registro digital da quantidade e qualidade dos resíduos; validação descentralizada por consenso, garantindo transparência e rastreabilidade; e geração de crédito eletrônico para acesso a benefícios e incentivos no ecossistema da iniciativa.A Ingá Orgânicos é um negócio de impacto que promove a conservação da natureza por meio do fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis e regenerativas. Atua no desenvolvimento das capacidades empreendedoras dos produtores, apoiando gestão, organização produtiva, acesso a mercados, geração de renda e continuidade das práticas agroecológicas. Suas atividades incluem: mapeamento do perfil dos hortelões; elaboração de programa formativo; seleção das 10 hortas com maior potencial produtivo e interesse comercial; oficinas sobre custos, modelos de negócio, marketing e vendas; facilitação de canais de comercialização; testagem de vendas com acompanhamento e feedback; desenvolvimento do selo “Compostroca”; e monitoramento dos resultados econômicos, satisfação dos consumidores e documentação dos processos para replicação.O modelo de gestão possibilita valorizar os resíduos orgânicos dos hortelões e moradores do entorno, gerando composto de qualidade que, aliado às capacitações agroecológicas, aumenta a produtividade. O projeto integra um sistema digital de Monitoramento, Relato e Verificação (dMRV) dos volumes de resíduos recebidos, assegurando rastreamento, transparência, valoração econômica dos impactos, acompanhamento da geração de renda dos hortelões e sustentabilidade do modelo. Trata-se de uma integração entre tecnologia, agricultura regenerativa, inclusão social e empreendedorismo.A inovação está na rastreabilidade pela plataforma BeHero (Web3/blockchain), que garante a verificação e validação do material compostado. Cada 1.000 kg de resíduos compostados gerará 1 crédito de compostagem e agricultura urbana (CAU). Esses créditos/tokens, que monetizam o impacto ambiental e social, serão distribuídos entre hortelões e stakeholders, podendo ser trocados por recompensas ou utilizados na compensação de emissões de CO₂e no mercado voluntário de carbono.O objeto central é implementar o processo de compostagem acelerada da Ambiente Livre Ltda. em 30 hortas comunitárias, envolvendo produtores urbanos, seus familiares e famílias do entorno que entregarão semanalmente seus resíduos orgânicos. A meta é impactar diretamente 600 famílias na fase inicial, criando um modelo escalável e replicável, capaz de posicionar a cidade/comunidade como referência em soluções ambientais urbanas.O projeto reduz o envio de resíduos a aterros por meio da produção de composto orgânico nas hortas comunitárias, diminuindo custos dos hortelões, fortalecendo a produção de alimentos e a autonomia para comercialização do excedente, enquanto recompensa os participantes e estimula o engajamento comunitário. Seu objeto é criar um ciclo virtuoso de sustentabilidade urbana, no qual resíduos orgânicos se transformam em composto para adubação, gerando benefícios ambientais (redução de GEE e resíduos), sociais (segurança alimentar, inclusão e autonomia) e econômicos (créditos, redução de custos com insumos e novas fontes de renda).","ds_problema_proposta":"O projeto Compostroca aborda e busca solucionar diversos desafios e realidades urbanas que impactam diretamente a qualidade de vida, o meio ambiente e a economia local. As principais questões que o projeto visa mitigar são: 1. Gestão inadequada de resíduos orgânicos: A destinação de resíduos orgânicos para aterros sanitários é um problema ambiental significativo nas cidades. Essa prática contribui para a emissão de gases de efeito estufa (GEE), como o metano, um potente gás responsável pelo aquecimento global, além de consumir vastas áreas de solo e gerar passivos ambientais.2. Alto custo de produção de alimentos em hortas comunitárias: A produção de alimentos em hortas urbanas, especialmente as comunitárias, enfrenta o obstáculo do elevado custo com insumos externos, como adubos. Essa despesa fragiliza a autonomia dos hortelões e limita a capacidade de expansão e sustentabilidade dessas iniciativas.3. Emissões de GEE e contribuição para as mudanças climáticas: A decomposição anaeróbica de resíduos orgânicos em aterros libera metano, um GEE com alto potencial de aquecimento. O projeto busca mitigar essas emissões ao desviar os resíduos para a compostagem, convertendo-os em composto orgânico de forma aeróbica.4. Vulnerabilidade e insegurança alimentar em áreas urbanas: Muitas famílias em centros urbanos enfrentam dificuldades para acessar alimentos frescos, saudáveis e orgânicos. A produção local nas hortas urbanas, fortalecida pelo projeto, visa aumentar a disponibilidade desses alimentos e melhorar a segurança alimentar.5. Dificuldade em tornar a agricultura urbana algo rentável: A falta de qualificação dos hortelões para gestão adequada da produção e melhores resultados agronômicos somado à ausência de canais estruturados de comercialização dificulta a geração de renda.6. Falta de modelos escaláveis de ação climática urbana com rastreabilidade: Há uma lacuna na implementação de soluções urbanas que integrem tecnologia, rastreabilidade e monetização do impacto ambiental de forma escalável. O Compostroca propõe um modelo inovador de crédito de compostagem e agricultura urbana municipal com verificação via blockchain.Ao atuar na resolução destes problemas, o projeto gera recursos, capacita e reduz custos para agricultores urbanos, possibilitando mais renda, mais segurança alimentar, ao mesmo tempo que mitiga as mudanças climáticas e posiciona a cidade/comunidade como líder em inovação ambiental urbana. * Item 19 de resultado esperado - Detalhamento: Rastreabilidade de fontes geradoras e quantificação de resíduos orgânicos desviados do aterro (via sistema digital de Medição, Relato e Verificação - dMRV).Indicador: 600 fontes geradoras cadastradas (famílias) na plataforma BeHero (Bion).","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"A Lei de Incentivo à Reciclagem, uma das fontes de financiamento inicial do projeto Compostroca, tem como diretriz estimular projetos que promovam reciclagem, economia circular e gestão sustentável de resíduos. Os objetivos do Compostroca estão intrinsecamente alinhados a essas diretrizes.Os principais objetivos do projeto são:1. Reduzir a quantidade de resíduos orgânicos destinados a aterros sanitários por meio da compostagem comunitária.2. Orientar a comunidade para segregar corretamente e transformar resíduos orgânicos em composto de qualidade, promovendo a agricultura regenerativa em hortas urbanas.3. Gerar Créditos de Agricultura Urbana (CAU), tokens lastreados no CO₂ evitado, com potencial de monetização no mercado de carbono.4. Capacitar agroecologicamente para melhorar os ecossistemas das hortas e a produção de alimentos.5. Promover segurança alimentar e autonomia das famílias participantes, reduzindo custos de produção.6. Fortalecer a autossuficiência e o empreendedorismo dos hortelões urbanos.7. Engajar a comunidade em práticas sustentáveis e de economia circular.8. Criar um modelo escalável e rastreável de ação climática urbana, com validação e transparência via blockchain.As diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem buscam fechar o ciclo dos materiais, minimizar desperdícios e gerar valor a partir de resíduos. O Compostroca atende a esses princípios ao:* reduzir o envio de resíduos orgânicos para aterros por meio da compostagem, transformando um passivo ambiental em recurso;* promover economia circular ao converter resíduos em adubo e gerar créditos de compostagem e agricultura urbana (CAU) passíveis de monetização;* incorporar inovação tecnológica por meio da rastreabilidade e validação da compostagem e da geração de créditos, permitindo mensuração do impacto ambiental;* oferecer capacitações agroecológicas que devolvem nutrientes ao solo, fechando o ciclo da reciclagem orgânica;* contribuir para a redução das emissões de GEE, com impactos ambientais mensuráveis;* promover educação ambiental e engajamento comunitário por meio da participação das famílias na segregação de resíduos e na compostagem.Assim, o Compostroca não apenas cumpre, mas amplia as diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem ao integrar o ciclo dos resíduos orgânicos em uma solução que gera benefícios ambientais, sociais e econômicos, além de incorporar inovações tecnológicas para a compostagem comunitária.O projeto também contribui diretamente para a Agenda 2030 e diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU:* ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável):** promove a produção local de alimentos saudáveis e orgânicos, fortalecendo a segurança alimentar de famílias em situação de vulnerabilidade.* ODS 3 (Saúde e Bem-Estar):** incentiva hábitos saudáveis, acesso a alimentos frescos e ambientes urbanos mais verdes, com impactos positivos na saúde física e mental.* ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis):** fortalece a agricultura urbana, a gestão descentralizada de resíduos e a ampliação de áreas verdes.* ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis):** reduz o desperdício de alimentos e promove a compostagem como prática de economia circular e manejo sustentável de resíduos orgânicos.* ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima):** evita emissões de GEE, cria tokens rastreáveis lastreados em carbono evitado e contribui para soluções locais de mitigação climática.* ODS 15 (Vida Terrestre):** enriquece o solo com composto orgânico, reduz a poluição e incentiva práticas regenerativas favoráveis à biodiversidade.* ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação):** integra sociedade civil, startups, governo e setor privado em um modelo colaborativo e tecnológico de impacto socioambiental.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"A relação entre a proposta do Compostroca e a Lei de Incentivo à Reciclagem é pautada por interesses recíprocos claros, onde ambos se beneficiam mutuamente da colaboração. Essa sinergia é fundamental para a viabilidade e o sucesso do projeto, ao mesmo tempo em que a lei cumpre seus objetivos estratégicos. Interesses da Proposta (Compostroca) na Lei de Incentivo à Reciclagem: 1. Financiamento Inicial e Sustentabilidade Financeira: O principal interesse do Compostroca é a obtenção de recursos para iniciar e desenvolver suas operações. A Lei de Incentivo à Reciclagem oferece um aporte financeiro essencial que viabiliza a aquisição de materiais, o treinamento da equipe, a instalação das composteiras e a operacionalização do projeto pelo período de um ano. Este financiamento permitirá o pleno entendimento dos processos e validação no mercado.2. Credibilidade e Reconhecimento: Ser aprovado e financiado por uma Lei de Incentivo à Reciclagem confere ao projeto Compostroca uma validação e credibilidade significativas perante a sociedade, parceiros e potenciais investidores. Isso demonstra que a proposta está alinhada com as políticas públicas de sustentabilidade e pode, inclusive, servir de base para estruturação de políticas públicas relacionadas à temática.3. Atração de Patrocinadores: A existência da Lei de Incentivo oferece um mecanismo atrativo para empresas que buscam associar suas marcas a iniciativas de sustentabilidade, ao mesmo tempo em que obtêm benefícios fiscais. A lei permite que empresas deduzam uma porcentagem do IRPJ, tornando o patrocínio ao Compostroca financeiramente vantajoso para elas, o que facilita a captação de recursos. Além de permitir que Pessoas Físicas também destinem parte do imposto de renda para projetos sustentáveis. Interesses da Lei de Incentivo à Reciclagem (ou do Governo/Sociedade) na Proposta (Compostroca): 1. Cumprimento dos Objetivos da Lei: A lei é criada para promover a reciclagem e a gestão sustentável de resíduos. Ao apoiar o Compostroca, o programa consegue alcançar seus próprios objetivos de forma concreta e mensurável. O projeto desvia resíduos orgânicos de aterros, gera composto e mitiga emissões, contribuindo diretamente para as metas da lei.2. Demonstração de Impacto Positivo e Inovação: O Compostroca oferece um modelo inovador e de alto impacto, com rastreabilidade dos resíduos, que serve como um caso de sucesso para a lei. Isso reforça a eficácia do programa de incentivo e atrai mais projetos de qualidade.3. Benefícios Sociais e Ambientais Amplos: Além da reciclagem, o Compostroca gera diversos co-benefícios que são de interesse público e estão alinhados com as metas governamentais e sociais, como a segurança alimentar, a geração de \"empregos verdes\" e renda, a inclusão social e empreendedorismo. Estes impactos ampliam o retorno social do investimento via lei.4. Posicionamento Estratégico: Apoiar um projeto como o Compostroca, que já teve validação da Prefeitura de Curitiba e reconhecimento da ONU-Habitat, incluindo o Projeto BioCidades Empreendedoras, posiciona a Lei de Incentivo e o governo como promotores de soluções de vanguarda em sustentabilidade urbana. A Lei de Incentivo à Reciclagem fornece o suporte financeiro e a credibilidade necessários para o início da expansão do Compostroca, enquanto o projeto, por sua vez, oferece um exemplo concreto e de grande impacto de como os recursos incentivados podem ser aplicados para gerar resultados ambientais, sociais e econômicos alinhados com os objetivos da própria lei. É uma colaboração estratégica onde o sucesso de um alimenta o sucesso do outro.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-07-31T18:16:24.176999","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O projeto Compostroca atinge diversos públicos, com destaque para aqueles que são diretamente beneficiados e engajados nas atividades de compostagem e agricultura urbana, além de outros grupos estratégicos. O público-alvo primário e direto do projeto é composto por: 1. Famílias: O projeto visa impactar diretamente 600 famílias nesta fase inicial de expansão. Essas famílias são as principais participantes, responsáveis pela separação e entrega semanal de seus resíduos orgânicos nas hortas comunitárias próximas às suas residências. O benefício direto para elas é a autonomia na produção, o que se traduz em produção de insumo próprio e renda extra proveniente da venda dos excedentes, além disso, as famílias podem trocar os tokens CAU por recompensas.2. Hortas Comunitárias Urbanas: O projeto será implementado em 30 novas hortas comunitárias. As hortas são os locais onde a compostagem ocorre e onde o composto orgânico é utilizado. O projeto fortalece essas hortas, oferecendo acesso a composto de qualidade e promovendo a produção de alimentos orgânicos e sua comercialização.3. Hortelões e Agricultores Urbanos: O projeto capacita indivíduos para melhorarem sua produção e gerarem seu próprio composto orgânico de qualidade. Além disso, as capacitações possibilitarão que uma parcela destes atores obtenha renda com o excedente dos alimentos produzidos, assim como do composto, que poderá ser comercializado entre hortelões e agricultores.Além do público-alvo primário, o projeto também se dirige a outros grupos estratégicos:4. Validadores Locais e Equipe de Campo: O projeto cria \"empregos verdes\" para coordenadores que verificarão o material entregue pelas famílias, realizarão a pesagem e assinarão digitalmente o relatório. Esta é uma forma de inclusão social e geração de renda.5. Patrocinadores (Empresas): O projeto busca empresas que desejam associar suas marcas à sustentabilidade e responsabilidade social, oferecendo-lhes benefícios fiscais (dedução no IRPJ) e a oportunidade de demonstrar impacto ambiental e social mensurável.6. Governo Municipal: O projeto alinha-se com as políticas públicas de sustentabilidade federais. O projeto piloto na Fazenda Urbana do bairro Cajuru em Curitiba - Paraná, teve apoio da Prefeitura de Curitiba e da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, que se destacaram como parceiros e validadores técnicos do projeto, ganhando evidência em diversos canais de divulgação.7. Organizações Internacionais e Parcerias Estratégicas: Entidades como ONU-Habitat, Bion, Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Paraná – IDR-PR, são público-alvo no sentido de validação, colaboração tecnológica, divulgação e expansão de conhecimento sobre o projeto e sobre a aplicação da Lei.8. Potenciais Interessados em Compensação: Empresas interessadas em compensar suas emissões de CO₂e no mercado voluntário de carbono são um público-alvo futuro para a aquisição dos tokens CAU de Ação Climática. O público-alvo principal do Compostroca são as famílias e as hortas comunitárias, que se beneficiam diretamente da transformação de resíduos em recursos. Complementarmente, o projeto visa engajar parceiros tecnológicos, patrocinadores corporativos e o setor público, criando uma rede de apoio para sua sustentabilidade e escalabilidade.","mes_proposta":7,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-07-27","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}