{"data":[{"id_proposta":88177,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"63993101000120","nm_ente_recebedor":"RECICLANTES ASSOCIACAO DE APOIO A RECICLAGEM DE PRODUTOS PLASTICOS","ed_cep":"27583-450","ed_logradouro":"RUA WANDERBILT DUARTE DE BARROS","ed_numero":"1082","ed_complemento":"LOJA 02 PRIMEIRO PISO","ed_bairro":"ITATIAIA","cd_ibge_recebedor":3302254,"nm_municipio_recebedor":"ITATIAIA","nm_uf_recebedor":"RIO DE JANEIRO","sg_uf_recebedor":"RJ","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":11,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"O Projeto 3 Pontas propõe um modelo inovador de desenvolvimento socioambiental baseado na Reciclagem Local de Plástico. Em uma única cadeia de valor, o projeto integra três desafios historicamente tratados de forma isolada: a poluição causada pelos resíduos plásticos, a exclusão produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade social e a necessidade de fortalecer a educação ambiental e a economia circular nos municípios brasileiros.A proposta parte de um princípio simples: o resíduo plástico deve gerar riqueza no próprio território onde é descartado. Em vez de ser transportado para grandes centros industriais e comercializado como matéria-prima de baixo valor, passa a ser transformado localmente em produtos de alto valor agregado por mulheres organizadas em Oficinas de Transformação (OT), utilizando tecnologia social desenvolvida pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), já replicada em cinco estados.Uma OT é um espaço físico de cerca de 100 metros quadrados (metade ao ar livre), onde trabalham entre oito e dez mulheres. Essas mulheres são capacitadas para operar as máquinas de reciclagem desenvolvidas pela UFBA, que transformam plástico triturado em placas e barras de plástico maciço. Posteriormente, esses materiais são utilizados na fabricação de móveis e outros produtos de alto valor comercial. Uma OT em pleno funcionamento é capaz de reciclar uma tonelada de resíduos plásticos por mês.Esse modelo cria uma nova dinâmica econômica. Os catadores deixam de vender plástico por valores próximos de R$ 1,00/kg e passam a fornecer matéria-prima para uma cadeia produtiva local capaz de remunerá-los de forma significativamente superior. As mulheres participantes recebem formação técnica e empreendedora para atuar na fabricação de mobiliário e outros produtos comercializáveis, conquistando autonomia financeira e novas oportunidades de geração de renda.O Projeto 3 Pontas amplia esse modelo ao incorporar um quarto elemento essencial para sua sustentabilidade: o mercado. Empresas da região são convidadas a participar da cadeia por meio da aquisição dos produtos fabricados nas Oficinas de Transformação. Parte desse mobiliário é destinada a escolas públicas, fortalecendo políticas de responsabilidade socioambiental corporativa e aproximando o setor privado das comunidades onde atua.As escolas deixam de ser apenas beneficiárias e tornam-se agentes ativos da transformação. Além de receberem mobiliário produzido com plástico reciclado, passam a desenvolver campanhas permanentes de coleta seletiva, oficinas de educação ambiental e ações de conscientização envolvendo estudantes, professores e famílias. O resultado é um ciclo virtuoso no qual a população consegue visualizar, de forma concreta, o destino do material reciclado, aumentando a confiança na coleta seletiva e estimulando a participação da comunidade.O presente projeto prevê duas frentes complementares. A primeira consiste na implantação de uma nova Oficina de Transformação em Florianópolis (SC), estruturando toda a capacidade produtiva necessária para seu funcionamento. A segunda busca consolidar a Oficina de Transformação de Itatiaia (RJ), implantada em 2025 com apoio da empresa Ibrame, ampliando sua capacidade produtiva, diversificando sua linha de produtos, fortalecendo a formação empreendedora das participantes e preparando a unidade para alcançar autonomia financeira.Os resultados obtidos em Itatiaia demonstram que o modelo é tecnicamente viável e socialmente eficaz. A oficina já produziu mobiliário escolar confeccionado com plástico 100% reciclado, beneficiando escolas públicas do município, gerando renda para mulheres da cooperativa e agregando valor ao trabalho dos catadores locais. Essa experiência constitui uma prova de conceito que reduz os riscos da expansão proposta e fornece bases concretas para sua replicação.Mais do que implantar duas oficinas, este projeto busca consolidar um modelo economicamente sustentável de reciclagem local. Seu objetivo é demonstrar que resíduos plásticos podem deixar de representar um passivo ambiental e se transformar em uma oportunidade permanente de geração de trabalho, renda e desenvolvimento comunitário. O crescimento da rede de Oficinas de Transformação dependerá não apenas da instalação de novas unidades, mas principalmente da construção de mercados capazes de absorver sua produção, garantindo autonomia financeira, continuidade das atividades e impacto socioambiental duradouro.","ds_problema_proposta":"Falta de trabalho para mulheres de baixa escolaridadeNo Brasil, mulheres de baixa escolaridade permanecem concentradas em ocupações informais, precárias e de baixa remuneração. Nas cooperativas de catadores, cerca de 70% dos trabalhadores são mulheres, muitas submetidas à insegurança financeira, baixa qualificação e ausência de direitos trabalhistas. Além disso, as responsabilidades com o cuidado da família reduzem sua inserção no mercado formal, especialmente em regiões de maior vulnerabilidade social.Baixa remuneração aos catadores de plásticoA elevada oferta e a baixa demanda pelo plástico reciclável mantêm seu preço em torno de R$ 1,00/kg. Na Bahia, o polipropileno (PP), conhecido como \"cacareco\", muitas vezes sequer é adquirido pelos atravessadores, sendo destinado ao aterro.As Oficinas de Transformação (OTs) convertem esse plástico em produtos de maior valor agregado, permitindo remunerar os catadores com aproximadamente R$ 5,00/kg, valor próximo ao do alumínio (R$ 6,00 a R$ 8,00/kg).Queda no valor do plástico reciclávelExpandir a coleta seletiva aumenta rapidamente a oferta de plástico reciclável, enquanto a demanda depende da instalação de novas indústrias, exigindo altos investimentos. Esse desequilíbrio tende a reduzir ainda mais o preço do material, situação já observada na Região Sul com a implantação de mais de 100 Unidades de Valorização da Reciclagem apoiadas pela Itaipu Binacional.A reciclagem local agrega valor ao plástico ao transformá-lo em produtos comercializáveis, gerando renda, fortalecendo a economia circular e estimulando jovens de comunidades vulneráveis a enfrentar problemas como descarte inadequado de resíduos, poluição e falta de saneamento.Baixa adesão à coleta seletivaA participação da população é limitada pela falta de informação, infraestrutura insuficiente, irregularidade dos serviços e pouca educação ambiental. Soma-se a isso a desconfiança sobre o destino dos materiais separados.O uso de caixas de coleta seletiva produzidas com plástico reciclado, acompanhado de comunicação sobre sua origem, demonstra os resultados da reciclagem, fortalece a confiança da população e amplia a adesão à coleta seletiva.Poluição por plásticoCada Oficina de Transformação recicla cerca de uma tonelada de plástico por mês. Embora esse volume seja modesto, a proposta prevê sua multiplicação em todo o país.O Brasil possui cerca de 2.000 cooperativas e associações de catadores distribuídas em mais de 1.600 municípios. A implantação de OTs junto a essas organizações pode formar uma rede nacional de reciclagem local, gerando trabalho e renda e reduzindo o descarte de plástico em lixões, aterros, rios e mares.Relação com as diretrizes da LIRO projeto está alinhado à Lei de Incentivo à Reciclagem ao integrar inclusão social, fortalecimento da cadeia da reciclagem, economia circular, inovação tecnológica e educação ambiental.Propõe um modelo descentralizado de reciclagem local, no qual resíduos plásticos são transformados em móveis e outros produtos de maior valor agregado dentro ou próximos às cooperativas, ampliando o aproveitamento dos materiais.Prioriza mulheres de baixa escolaridade em situação de vulnerabilidade, promovendo capacitação, geração de renda e autonomia econômica. Também fortalece catadores e cooperativas ao agregar valor ao plástico reciclável por meio da fabricação de produtos acabados.Emprega máquinas e metodologias desenvolvidas pela UFBA, concebidas para que pessoas sem formação técnica atuem com segurança na transformação de resíduos plásticos. Trata-se de uma tecnologia social de baixo custo, acessível e replicável.O projeto inclui ações de educação ambiental em escolas e comunidades e utiliza mobiliário e caixas coletoras produzidos com plástico reciclado para demonstrar, de forma concreta, os resultados da coleta seletiva.Seu elevado potencial de replicação permite implantar Oficinas de Transformação em cooperativas de todo o Brasil, fortalecendo a economia circular, ampliando a geração de trabalho e renda e reduzindo significativamente a poluição por resíduos plásticos.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O presente projeto apresenta forte alinhamento com as diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR), ao integrar inclusão social, fortalecimento da cadeia da reciclagem, educação ambiental, inovação tecnológica e promoção da economia circular em uma proposta de impacto socioambiental.Uma das principais diretrizes da LIR é o fortalecimento da reciclagem e da valorização dos resíduos sólidos. Nesse sentido, o projeto propõe um modelo inovador de Reciclagem Local de Plástico, no qual resíduos plásticos pós-consumo são transformados em móveis e produtos de valor agregado dentro ou próximos às cooperativas que realizam sua segregação. Diferentemente do modelo tradicional, baseado em grandes usinas recicladoras, a proposta descentraliza a transformação do plástico, reduzindo desperdícios e ampliando o aproveitamento dos resíduos.O projeto também contribui para a promoção da economia circular. Ao transformar plástico descartado em produtos duráveis e comercializáveis, amplia o ciclo de vida dos materiais e reduz sua destinação inadequada para lixões, aterros, rios e mares. O plástico deixa de ser tratado como rejeito e passa a ser reconhecido como recurso produtivo capaz de gerar renda, inclusão e desenvolvimento local.Outro objetivo da LIR contemplado pelo projeto é a inclusão social e produtiva. O público prioritário é composto por mulheres de baixa escolaridade e em situação de vulnerabilidade social, grupo frequentemente excluído do mercado formal de trabalho. A implantação das Oficinas de Transformação permitirá a capacitação dessas mulheres em atividades técnicas relacionadas à transformação de resíduos plásticos, promovendo geração de renda, autonomia econômica e valorização profissional.A proposta também fortalece diretamente catadores e cooperativas de reciclagem, atores estratégicos da gestão de resíduos sólidos no Brasil. Um dos principais desafios enfrentados por esses trabalhadores é o baixo valor pago pelo plástico reciclável, resultado da elevada oferta e da baixa demanda industrial. O modelo das Oficinas de Transformação altera essa lógica ao agregar valor ao material reciclável por meio da fabricação de produtos acabados.No campo da inovação tecnológica, o projeto utiliza máquinas e metodologias desenvolvidas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), criadas especificamente para permitir que pessoas sem formação técnica atuem na transformação de resíduos plásticos fora do ambiente industrial convencional. Trata-se de uma tecnologia social de baixo custo, acessível e replicável.A educação ambiental constitui outro eixo fundamental da proposta. O projeto prevê sistemas de coleta seletiva em escolas públicas e campanhas educativas envolvendo estudantes, professores e familiares. Essas ações ampliam o conhecimento sobre separação de resíduos, reciclagem e impactos da poluição por plástico, fortalecendo o engajamento comunitário em práticas sustentáveis.O projeto também busca aumentar a confiança da população na coleta seletiva. Muitas pessoas deixam de participar por desconhecerem o destino dos materiais coletados ou por não acreditarem na efetividade da reciclagem. Ao utilizar caixas de coleta seletiva e mobiliário produzidos com plástico reciclado, a proposta torna visível o resultado concreto da reciclagem e estimula maior participação social.Por fim, o projeto apresenta elevado potencial de replicação. O Brasil possui cerca de duas mil cooperativas e associações de catadores distribuídas em mais de 1.600 municípios. A implantação de Oficinas de Transformação próximas a essas organizações pode criar uma ampla rede nacional de reciclagem local, capaz de gerar trabalho e renda, fortalecer a economia circular e reduzir significativamente a poluição causada pelo descarte inadequado de resíduos plásticos.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"O desenvolvimento da Tecnologia Social apresentada neste projeto teve início em 2017. Há nove anos, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com duas instituições sem fins econômicos — o THP (The Human Project) e a Associação Reciclantes — atua no desenvolvimento e aperfeiçoamento dessa solução.A tecnologia desenvolvida é aberta e pode ser reproduzida livremente por pessoas e instituições interessadas. A UFBA optou por não protegê-la por meio de patentes ou registros, por entender que seu impacto social e ambiental dependerá da capacidade de alcançar escala nacional. Nesse sentido, a Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR) representa um instrumento fundamental para viabilizar essa expansão.Existe uma relação clara de interesses recíprocos entre o presente projeto e a política pública de fortalecimento da cadeia da reciclagem no Brasil. Enquanto a LIR busca ampliar a reciclagem, fortalecer a economia circular, promover inclusão social e incentivar soluções inovadoras para a gestão de resíduos sólidos, o projeto apresenta um modelo prático, testado e replicável para alcançar esses objetivos.Um dos principais pontos de convergência está no fortalecimento da reciclagem como instrumento de desenvolvimento sustentável. As Oficinas de Transformação de Plástico (OTs) transformam resíduos plásticos descartados em móveis e produtos de valor agregado, reduzindo a destinação inadequada de materiais para lixões, aterros, rios e mares. Dessa forma, contribuem diretamente para a ampliação do reaproveitamento de resíduos sólidos e para a redução dos impactos ambientais.A proposta também está alinhada ao objetivo da LIR de fortalecer a economia circular e ampliar a valorização econômica dos resíduos recicláveis. O modelo tradicional concentra grande parte do valor nas indústrias recicladoras, enquanto os catadores recebem baixa remuneração pelo plástico coletado. As Oficinas de Transformação alteram essa lógica ao transformar o plástico localmente em produtos acabados, aumentando significativamente seu valor agregado. Nas OTs já em funcionamento, o valor pago pelo quilo do plástico chega a aproximadamente R$ 5,00, fortalecendo economicamente os catadores e tornando a cadeia da reciclagem mais justa e sustentável.Outro ponto de convergência está relacionado à inclusão social e produtiva. O projeto prioriza mulheres de baixa escolaridade e em situação de vulnerabilidade social, grupo frequentemente excluído do mercado formal de trabalho. Por meio da capacitação e atuação nas Oficinas de Transformação, essas mulheres desenvolvem uma atividade especializada e geradora de renda, promovendo autonomia financeira e melhoria das condições de vida de suas famílias.A proposta também fortalece cooperativas e trabalhadores da reciclagem. Ao aumentar o valor pago pelo plástico reciclável, contribui para a valorização econômica dos catadores, amplia o interesse pela coleta seletiva e reduz o descarte inadequado de resíduos.Outro importante ponto de convergência está relacionado à inovação tecnológica. O projeto utiliza máquinas e metodologias desenvolvidas pela UFBA especificamente para a Reciclagem Local de Plástico. Trata-se de uma tecnologia social de baixo custo, acessível e replicável, permitindo que comunidades fora dos grandes centros industriais participem da cadeia produtiva da reciclagem.A proposta também atende às diretrizes da LIR relacionadas à educação ambiental. O projeto prevê sistemas de coleta seletiva e campanhas educativas em escolas públicas, envolvendo estudantes, professores e familiares em ações permanentes de conscientização sobre reciclagem e poluição por plástico. Ao utilizar mobiliário e caixas de coleta produzidos com plástico reciclado, torna visível o resultado concreto da reciclagem e fortalece a confiança da população na coleta seletiva.Por fim, a proposta apresenta elevado potencial de replicação. A implantação de Oficinas de Transformação próximas a cooperativas e associações de catadores pode criar uma ampla rede nacional de reciclagem local, promovendo geração de renda, valorização dos resíduos e redução da poluição ambiental.Dessa forma, o projeto e a Lei de Incentivo à Reciclagem compartilham objetivos convergentes relacionados à inclusão social, valorização da reciclagem, inovação tecnológica, educação ambiental e desenvolvimento sustentável.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"datas específicas","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-07-30T06:34:02.195000","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O público-alvo prioritário deste projeto é composto por mulheres de baixa escolaridade e em situação de vulnerabilidade social e econômica, especialmente aquelas com dificuldade de inserção no mercado formal de trabalho. Por meio da implantação da Oficina de Transformação de Plástico (OT), essas mulheres serão capacitadas para transformar resíduos plásticos em móveis e outros produtos de valor agregado, utilizando tecnologias acessíveis, seguras e de fácil operação. A iniciativa promove inclusão produtiva, geração de renda, fortalecimento da autonomia econômica e melhoria da qualidade de vida das participantes e de suas famílias.Também serão beneficiários diretos os catadores, cooperativas e associações de reciclagem da região, que passarão a comercializar resíduos plásticos por valores superiores aos praticados pelo mercado convencional. Nas Oficinas de Transformação já em operação, o plástico é adquirido por aproximadamente R$ 5,00/kg, enquanto o valor de mercado gira em torno de R$ 1,00/kg, contribuindo para a valorização econômica da coleta seletiva e do trabalho dos profissionais da reciclagem.A comunidade escolar também será beneficiada. Estudantes, professores e familiares participarão de ações de coleta seletiva e educação ambiental, ampliando o conhecimento sobre poluição por plástico, reciclagem e economia circular. Ao demonstrar que resíduos podem ser transformados em produtos de alto valor agregado, o projeto estimula mudanças de comportamento, fortalece a responsabilidade socioambiental e amplia o engajamento das famílias na coleta seletiva.Embora os benefícios alcancem diferentes segmentos da comunidade, o maior impacto social esperado concentra-se nas mulheres que atuarão nas Oficinas de Transformação. Sem necessidade de formação técnica prévia, elas poderão desenvolver uma atividade especializada e criativa, com potencial de gerar renda estável, promover autonomia financeira e transformar positivamente sua realidade e a de suas famílias.","mes_proposta":7,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-07-23","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}