{"data":[{"id_proposta":88091,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"05924312000105","nm_ente_recebedor":"GRUPO DE APOIO A PORTADORES DE DOENCAS ONCO-HEMATOLOGICAS RAIO DE SOL","ed_cep":"69050-055","ed_logradouro":"AVENIDA DR. THEOMARIO PINTO DA COSTA","ed_numero":"472","ed_complemento":"SALA 2 ANDAR 1","ed_bairro":"CHAPADA","cd_ibge_recebedor":1302603,"nm_municipio_recebedor":"MANAUS","nm_uf_recebedor":"AMAZONAS","sg_uf_recebedor":"AM","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":"05924312000105","nm_executor":"GRUPO DE APOIO A PORTADORES DE DOENCAS ONCO-HEMATOLOGICAS RAIO DE SOL","cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":11,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"O presente projeto, intitulado \"Projeto Eco-Filamento Amazônia: Inovação, Circularidade e Inclusão pelo Grupo Raio de Sol\", tem como objeto a implantação e operação de um polo tecnológico avançado de reciclagem termomecânica e manufatura aditiva (impressão 3D) na cidade de Manaus, Estado do Amazonas. A iniciativa, estruturada e gerida tecnicamente pela ADS Innova Consultoria Ltda em cogestão estratégica com a ONG Grupo Raio de Sol, consolida uma cadeia produtiva completa e inovadora de logística reversa e beneficiamento de polímeros pós-consumo. O escopo central estabelece a captação e a conversão de resíduos plásticos urbanos (PET) em eco-filamentos técnicos de alta precisão, insumo este que alimentará um laboratório próprio destinado à fabricação em larga escala de brindes corporativos com apelo ESG, acessórios utilitários e periféricos de escritório. Para além da mitigação ambiental, o objeto ancora-se intrinsecamente na inclusão produtiva e na bioeconomia urbana, transformando a assistência social passiva em protagonismo econômico. A proposta prevê a capacitação técnica imersiva de membros da comunidade local e de familiares de pacientes assistidos pelo Grupo Raio de Sol, qualificando exclusivamente este público operacional para atuar com segurança nas frentes de triagem, extrusão e operação do parque de impressoras 3D, inserindo-os ativamente nas demandas tecnológicas da Indústria 4.0. A produção fabril gerada por esses atores será comercializada em canais B2C (e-commerce e pop-up stores) e B2B, atendendo diretamente às demandas de suprimentos sustentáveis das indústrias do Polo Industrial de Manaus (PIM). O resultado financeiro líquido dessa esteira comercialização será revertido para o custeio do apoio humanitário, social e de saúde aos pacientes acolhidos pela instituição, garantindo a independência e a autossuficiência econômica do terceiro setor. Ao reintroduzir toneladas de PET descartado no ciclo produtivo amazônico, o projeto estrutura um modelo exemplar de economia circular que evita a contaminação de aterros sanitários e igarapés da bacia hidrográfica local. Simultaneamente, a adoção de eco-filamentos em substituição ao consumo de resinas petroquímicas virgens promove uma drástica redução nas emissões de gases de efeito estufa (GEE), configurando uma estratégia tangível de descarbonização das cadeias produtivas locais e de mitigação das mudanças climáticas globais. Em suma, o objeto delineado transcende a simples gestão de resíduos, projetando um ecossistema de inovação que materializa os preceitos universais da Agenda 2030 da ONU, com ênfase absoluta na Educação de Qualidade (ODS 4), no Trabalho Decente e Crescimento Econômico (ODS 8) e no Consumo e Produção Responsáveis (ODS 12). Ao dotar a Região Norte do Brasil de uma infraestrutura laboratorial de excelência tecnológica aliada ao engajamento comunitário profundo, o Projeto Eco-Filamento Amazônia apresenta à sociedade civil um modelo de governança sustentável de altíssimo impacto e replicabilidade, provando que a preservação ambiental atua como motor indissociável da justiça social e do desenvolvimento socioeconômico regional.","ds_problema_proposta":"O Estado do Amazonas, e especificamente a matriz urbana da cidade de Manaus, enfrenta um grave passivo ambiental decorrente do descarte inadequado de polímeros sintéticos, notadamente os resíduos de garrafas PET. A deficiência estrutural nas cadeias de logística reversa locais, agravada pelas inerentes barreiras logísticas e geográficas amazônicas, resulta no despejo diário e massivo de toneladas de resíduos sólidos em aterros sanitários sobrecarregados. Pior ainda, uma parcela significativa desse passivo atinge os igarapés e a bacia hidrográfica regional, transformando um material de alto potencial reciclável em um vetor persistente de degradação ecológica. Este cenário contraria frontalmente as normativas de responsabilidade compartilhada estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal nº 12.305/2010) e perpetua um ciclo de elevadas emissões de gases de efeito estufa (GEE), uma vez que a ausência de circularidade urbana exige a extração, o processamento e a importação contínua de resinas petroquímicas virgens.  Paralelamente à crise ecológica, evidencia-se um severo gargalo tecnológico e ocupacional no processamento de resíduos na Região Norte. As iniciativas convencionais de reciclagem frequentemente operam em níveis de baixo valor agregado e, não raro, à margem de protocolos rigorosos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), expondo os operadores a riscos ergonômicos e ambientais severos. Além disso, há uma exclusão crônica das populações em situação de vulnerabilidade do acesso às tecnologias de fronteira da Indústria 4.0. A carência de capacitação em processos fabris inovadores, como a manufatura aditiva (impressão 3D) e o controle térmico de extrusão e pultrusão, marginaliza economicamente essas comunidades. Essa privação tecnológica impede a formação de uma mão de obra qualificada capaz de se inserir de forma digna e segura nas exigentes cadeias de suprimentos e nas demandas ESG do Polo Industrial de Manaus (PIM).  No âmbito socioeconômico e assistencial, o problema materializa-se na profunda vulnerabilidade vivenciada pelas famílias de pacientes em tratamentos hematológicos e oncológicos, que compõem o público assistido pela ONG Grupo Raio de Sol. A longa, exaustiva e complexa rotina de tratamento hospitalar exige dedicação integral dos familiares acompanhantes, forçando seu afastamento do mercado de trabalho formal e precipitando essas famílias em um quadro de agudo empobrecimento e insegurança alimentar. Concomitantemente, a própria instituição de apoio padece de crônica instabilidade financeira, operando sob um modelo estruturalmente frágil de dependência de doações esporádicas e ações filantrópicas pontuais. Essa dependência externa inviabiliza a manutenção a longo prazo, o planejamento estratégico e a expansão de um suporte assistencial previsível, contínuo e capaz de suprir as reais necessidades dos pacientes.  Em síntese, o problema central a ser superado pela presente proposta é a desconexão sistêmica entre o desperdício ambiental de um polímero reaproveitável (o PET) e a aguda carência de oportunidades de geração de renda segura para comunidades vulnerabilizadas. Sem uma intervenção robusta que integre inovação tecnológica, estrita conformidade com as normas regulamentadoras de saúde e segurança ocupacional, e a modelagem de um negócio circular escalável (B2B e B2C), o ciclo de poluição dos ecossistemas amazônicos, a marginalização tecnológica das famílias assistidas e a escassez financeira do terceiro setor continuarão a se retroalimentar, mantendo latente um problema que exige solução imediata, sistêmica e interinstitucional.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O Projeto Eco-Filamento Amazônia consolida uma simbiose absoluta e estrutural com as diretrizes de fomento estabelecidas pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), no âmbito da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR) — Lei nº 14.260/2021, regulamentada pelo Decreto nº 12.106/2024 e detalhada pela Portaria GM/MMA nº 1.250/2024. A concepção central de implantar um laboratório de manufatura aditiva (impressão 3D) em Manaus, alimentado exclusivamente por eco-filamentos de plástico reciclado, transcende a mera gestão de resíduos. A proposta operacionaliza a legislação ambiental vigente de forma sistêmica, estabelecendo uma relação direta entre os objetivos propostos e os eixos prioritários do edital por meio de quatro pilares indissociáveis.A viabilidade ambiental da proposta ancora-se na diretriz do programa que exige a modernização da infraestrutura de reciclagem e a agregação de valor aos materiais recuperados. O projeto atende a essa exigência de forma exemplar ao interceptar o plástico pós-consumo que seria indevidamente descartado no ecossistema amazônico, processando-o e transformando-o em eco-filamentos de alta precisão. Este insumo é a base exclusiva para a fabricação do portfólio de periféricos, brindes corporativos e itens de escritório. Sob a ótica climática, essa substituição direta da resina petroquímica virgem por polímeros reciclados promove uma drástica e mensurável redução nas emissões de gases de efeito estufa (GEE) inerentes aos processos de extração, refino e transporte industrial. A circularidade em nível local atua de forma incisiva na redução da pegada de carbono e contribui ativamente para os esforços nacionais de mitigação climática, transformando o passivo ambiental urbano em um ativo tecnológico de baixo carbono. A Inclusão Socioprodutiva, Capacitação Tecnológica e Geração de Emprego (Alinhamento aos ODS 1, 4 e 8) onde a proposta estabelece um vínculo profundo com a diretriz legal de empoderamento e geração de renda para populações em situação de vulnerabilidade. A estratégia rompe em definitivo com o modelo histórico que relega as comunidades carentes à base precarizada e insalubre da pirâmide da reciclagem. A inovação social reside no objetivo prático de treinar e qualificar os familiares dos pacientes e os membros da comunidade local para operarem o parque fabril de impressoras 3D. Esta capacitação técnica será direcionada estritamente à operação prática, focando exclusivamente nos operadores comunitários, funcionários do laboratório e familiares, garantindo que o domínio tecnológico seja absorvido por quem executará o trabalho na ponta, e não apenas por níveis gerenciais. Ademais, para assegurar a integridade física, a segurança e o bem-estar absoluto desses novos operadores da manufatura aditiva, a implantação do laboratório será rigorosamente pautada por uma Análise Ergonômica Preliminar (AEP). Esta análise guiará a adequação técnica do ambiente de trabalho e das bancadas operacionais, integrando inclusive práticas preventivas de saúde ocupacional. A modelagem estrutura um negócio B2B e B2C autossustentável e altamente escalável. A comercialização contínua dos periféricos, utilitários e brindes com selo ESG fabricados nas impressoras 3D estabelecerá um fluxo de caixa robusto, inserido nas cadeias de suprimentos sustentáveis do mercado. Essa viabilidade comercial converte-se em impacto humanitário imediato e planejado, uma vez que a renda líquida gerada pela esteira de produção será convertida e repassada integralmente em recursos para suprir as necessidades primárias e os custos de saúde dos pacientes e familiares acompanhados pelo Grupo Raio de Sol. Este mecanismo inovador mitiga a crônica dependência de doações pontuais que assola o terceiro setor, garantindo um financiamento perene, seguro e transparente para a expansão do suporte socioassistencial. Por fim, a relação entre a ideia central e as diretrizes do programa demonstra que a proposta atua como um instrumento executivo da própria Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010). A união entre a capacitação para o aproveitamento estruturado de resíduos, o ciclo de produção voltado para o beneficiamento limpo, a geração de empregos verdes e o financiamento da assistência social consolida um ecossistema de bioeconomia sustentável. A viabilidade integral do projeto sustenta-se em uma equação onde a matéria-prima é um problema urbano abundante, a tecnologia é eficiente e escalável, a mão de obra é localmente capacitada com foco em excelência e segurança, e o mercado consumidor demanda fortemente produtos com certificação ambiental e impacto social comprovado.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"O Projeto Eco-Filamento Amazônia fundamenta-se na convergência de interesses entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Grupo Raio de Sol, parceiros técnicos, setor produtivo e sociedade civil, constituindo um modelo integrado de bioeconomia urbana, economia circular e inovação tecnológica. Essa cooperação permite transformar resíduos plásticos pós-consumo em produtos de maior valor agregado, promovendo benefícios ambientais, sociais e econômicos em conformidade com a Lei nº 14.260/2021, o Decreto nº 12.106/2024 e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010).Sob a perspectiva do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o projeto contribui diretamente para a implementação das políticas públicas voltadas à reciclagem, logística reversa e economia circular. A implantação de um laboratório de reciclagem e manufatura aditiva possibilitará a transformação de resíduos plásticos em ecofilamentos e novos produtos, reduzindo a destinação inadequada de resíduos aos aterros e corpos hídricos da região amazônica. Além disso, a substituição de matérias-primas virgens por materiais reciclados contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, fortalecendo os compromissos nacionais relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente as ODS 8, 9, 12 e 13.Para o Grupo Raio de Sol, o projeto representa uma estratégia de fortalecimento institucional e sustentabilidade financeira. A produção e comercialização de ecofilamentos e produtos confeccionados por impressão 3D permitirão diversificar as fontes de receita da instituição, reduzindo a dependência exclusiva de doações e ampliando a capacidade de manutenção dos programas sociais desenvolvidos junto a pacientes e familiares em situação de vulnerabilidade. Dessa forma, a reciclagem torna-se instrumento de financiamento permanente das ações socioassistenciais da organização.No âmbito social, o projeto promoverá a qualificação profissional de colaboradores, voluntários e familiares assistidos pelo Grupo Raio de Sol, priorizando a formação técnica para operação dos equipamentos, processamento de resíduos e manufatura aditiva. A capacitação busca ampliar oportunidades de trabalho, geração de renda e inclusão produtiva na economia verde, fortalecendo competências alinhadas às demandas da Indústria 4.0 e da economia circular.O projeto também atende aos interesses do setor empresarial, especialmente das empresas do Polo Industrial de Manaus, que buscam fortalecer suas políticas ESG e ampliar a responsabilidade socioambiental de suas cadeias produtivas. A aquisição de produtos desenvolvidos a partir de plástico reciclado permitirá às empresas apoiar iniciativas locais de reciclagem, logística reversa e inclusão social, agregando valor às suas estratégias de sustentabilidade e fortalecendo a economia circular regional.Por fim, a proposta consolida um modelo de cooperação capaz de integrar preservação ambiental, inovação tecnológica, desenvolvimento econômico e transformação social. Ao converter resíduos plásticos em produtos sustentáveis e destinar os resultados financeiros para o fortalecimento das ações assistenciais do Grupo Raio de Sol, o projeto demonstra que é possível transformar passivos ambientais em oportunidades de geração de renda, inovação e melhoria da qualidade de vida, constituindo uma iniciativa replicável e alinhada às diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem e às políticas públicas de desenvolvimento sustentável.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-07-31T18:28:57.506000","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O Projeto estrutura o seu público-alvo a partir de uma visão sistêmica e inovadora de bioeconomia urbana. Em estrita observância às diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR) — Lei nº 14.260/2021 e Decreto nº 12.106/2024 —, a iniciativa rompe com o modelo assistencialista tradicional. O projeto não enxerga a comunidade carente como mera receptora de filantropia, mas como protagonista ativa de uma cadeia tecnológica de alto valor agregado, operando na interseção exata entre a mitigação climática, a economia circular e a erradicação da pobreza (ODS 1, 8 e 12 da Agenda 2030). Para garantir a viabilidade, a escalabilidade e o impacto exigidos pelo edital do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o público-alvo do projeto divide-se estrategicamente em três esferas de alcance: o público-alvo direto (socioprodutivo), o público-alvo indireto (comercial/institucional) e o público-alvo difuso (ambiental e climático).O coração do projeto e seu principal foco de impacto social são as pessoas em situação de extrema vulnerabilidade socioeconômica na cidade de Manaus. O público-alvo direto priorizará, priritáriamente: •\tFamiliares e acompanhantes dos pacientes atendidos pela ONG Grupo Raio de Sol: Indivíduos que, devido à exaustiva rotina de acompanhamento de tratamentos de saúde (oncológicos e hematológicos), encontram-se marginalizados do mercado de trabalho formal, sofrendo com a drástica redução da renda familiar. Este público será diretamente capacitado para operar o moderno parque de impressoras 3D e as extrusoras térmicas responsáveis por transformar o plástico PET reciclado em eco-filamentos. A imersão nessas tecnologias da Indústria 4.0 retira essas famílias da base precária e insalubre da reciclagem comum, elevando-as à condição de operadores técnicos de manufatura aditiva. Para garantir a total integridade física e o bem-estar deste público-alvo durante as operações no laboratório, a infraestrutura será adaptada com base em uma rigorosa Análise Ergonômica Preliminar (AEP), assegurando a adequação dos postos de trabalho e das bancadas sem a necessidade imediata de intervenções complexas, mas garantindo conformidade absoluta com as normas ocupacionais. Como corolário dessa inclusão, o esforço produtivo deste público direto será convertido em receita. Os advindos da renda obtida com a venda dos periféricos e brindes 3D será revertida em recursos financeiros para custear o apoio assistencial aos pacientes da ONG GRUPO RAIO DE SOL, garantindo a autossuficiência do ecossistema. 1. Público-Alvo Indireto: Mercado B2B e B2C (Viabilidade Econômica)•\tSetor Corporativo (Polo Industrial de Manaus - PIM): Empresas, fábricas e indústrias locais que possuem metas rigorosas de ESG (Ambiental, Social e Governança). Este público B2B consumirá os eco-produtos (brindes corporativos, suportes de TI, organizadores de escritório e periféricos fabricados em 3D com filamento reciclado) para substituir suas compras tradicionais de plástico virgem, apoiando organicamente o terceiro setor. •\tSociedade Civil de Manaus (B2C): Consumidores engajados com a pauta climática e ambiental, que adquirirão peças de design e utilitários ecológicos por meio de plataformas de e-commerce e pop-up stores (quiosques itinerantes), fomentando a economia solidária local e disseminando a conscientização ambiental. 2. Público-Alvo Difuso: Meio Ambiente e Mitigação ClimáticaEm última instância, o público beneficiário das ações propostas é a própria sociedade brasileira e o ecossistema amazônico, alinhando-se aos grandes objetivos climáticos globais.•\tPreservação Hídrica e Urbana: Ao estruturar a logística reversa do PET para alimentar as impressoras 3D, o projeto beneficia a população de Manaus ao reduzir a poluição visual, o entupimento de bueiros e a contaminação dos igarapés e rios da bacia hidrográfica regional. •\tRedução de Gases de Efeito Estufa (GEE) e Proteção de Carbono: O uso de eco-filamentos reciclados substitui a demanda por resinas petroquímicas virgens. Esta troca tecnológica direta reduz drasticamente as emissões de GEE inerentes à exploração, refino e logística do petróleo. Consequentemente, ao diminuir a pressão por extração de recursos naturais e mitigar o aquecimento global, o projeto atua na proteção indireta da floresta em pé, garantindo a manutenção da vital capacidade de sequestro de carbono da Amazônia. Em síntese, o público-alvo deste projeto é desenhado para criar uma engrenagem perfeita e autossustentável: as comunidades carentes recebem capacitação premium e emprego seguro; a ONG conquista independência financeira; o setor privado soluciona seus desafios de compras ESG; e o meio ambiente é preservado mediante a implantação concreta de uma economia circular de base tecnológica e baixo carbono.","mes_proposta":7,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-07-20","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}