{"data":[{"id_proposta":88087,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"20758535000133","nm_ente_recebedor":"GLOBAL COMMUNITIES BRASIL","ed_cep":"13091-904","ed_logradouro":"AVENIDA AVENIDA SELMA PARADA 201","ed_numero":"201","ed_complemento":"EDIF 3 CONJ 321 SALA 517O","ed_bairro":"JARDIM MADALENA","cd_ibge_recebedor":3509502,"nm_municipio_recebedor":"CAMPINAS","nm_uf_recebedor":"SÃO PAULO","sg_uf_recebedor":"SP","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":12,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"Fortalecer cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis do Rio Grande do Sul por meio de ações integradas de desenvolvimento institucional, qualificação técnica, estruturação operacional, articulação em rede e educação socioambiental, promovendo a autonomia financeira dos recicladores, ampliando a capacidade de gestão dos empreendimentos, a recuperação de resíduos sólidos e a geração de impacto socioambiental nos territórios atendidos.A proposta é resultado de um processo contínuo de fortalecimento de cooperativas e associações de reciclagem conduzido pela Global Communities no Rio Grande do Sul. Nos últimos anos, as organizações participantes receberam assessoria técnica, capacitações e acompanhamento para o desenvolvimento institucional, incluindo diagnósticos organizacionais, planejamento estratégico e elaboração de planos de negócios voltados ao fortalecimento da sustentabilidade econômica, operacional e social dos empreendimentos.Ao longo desse processo, as próprias cooperativas identificaram, por meio de metodologias participativas, os principais desafios e oportunidades para ampliar sua capacidade de atuação. Entre as prioridades apontadas estão a necessidade de melhorias na infraestrutura e nos equipamentos, fortalecimento da gestão administrativa e financeira, ampliação do acesso a mercados, qualificação permanente dos cooperados, fortalecimento da atuação em rede e valorização do papel dos catadores como agentes fundamentais para a gestão de resíduos sólidos e para a promoção da educação ambiental nos municípios.Com base nos diagnósticos realizados e nos planos de negócios construídos coletivamente, as cooperativas decidiram unir esforços para desenvolver uma agenda comum de fortalecimento e, em parceria com a Global Communities, estruturar esta proposta de investimento. O projeto, portanto, nasce a partir de demandas identificadas pelos próprios empreendimentos e priorizadas por seus associados, garantindo alinhamento às necessidades reais dos territórios e maior potencial de sustentabilidade dos resultados alcançados.A iniciativa prevê ações de desenvolvimento institucional, fortalecimento da governança, qualificação técnica e gerencial, assistência técnica continuada e apoio à implementação das melhorias previstas nos planos de negócios das organizações participantes. O projeto também contempla investimentos em equipamentos, infraestrutura e processos operacionais necessários para ampliar a eficiência da coleta seletiva, da triagem, do beneficiamento e da comercialização dos materiais recicláveis.Como diferencial, a proposta promoverá a formação dos recicladores como agentes de educação socioambiental, reconhecendo e valorizando seus conhecimentos acumulados sobre gestão de resíduos, reciclagem e economia circular. Após capacitação específica, os participantes atuarão junto a escolas, organizações comunitárias, empresas, condomínios e demais públicos dos municípios atendidos, disseminando informações sobre separação correta dos resíduos, consumo consciente, reciclagem e responsabilidade compartilhada. A iniciativa busca fortalecer o reconhecimento social dos catadores e ampliar o engajamento da população na gestão adequada dos resíduos sólidos.O projeto também fomentará a criação e consolidação de uma rede de cooperação entre as organizações participantes, promovendo intercâmbio de experiências, compartilhamento de boas práticas, construção de soluções conjuntas e fortalecimento da cadeia da reciclagem no Rio Grande do Sul. Essa articulação permitirá ampliar o acesso a oportunidades de mercado, parcerias estratégicas e mecanismos de desenvolvimento coletivo.Ao promover simultaneamente o fortalecimento econômico das cooperativas, a autonomia financeira dos recicladores, a melhoria da gestão dos resíduos sólidos urbanos e a educação ambiental da população, a proposta contribuirá para o aumento da recuperação de materiais recicláveis, a redução do envio de resíduos para aterros sanitários, a geração de trabalho e renda, o fortalecimento da economia circular e a construção de cidades mais sustentáveis, resilientes e socialmente inclusivas. O programa pretende consolidar um modelo replicável de desenvolvimento de cooperativas de reciclagem, capaz de gerar benefícios duradouros para os empreendimentos, seus cooperados, os municípios participantes e toda a cadeia da reciclagem no Estado do Rio Grande do Sul.","ds_problema_proposta":"A gestão de resíduos sólidos permanece como um dos principais desafios socioambientais do Brasil. Apesar dos avanços na coleta seletiva e na reciclagem, o potencial de recuperação de materiais recicláveis ainda é significativamente superior aos índices atualmente alcançados. Grande parte dos resíduos que poderiam retornar à cadeia produtiva continua sendo destinada a aterros sanitários, gerando impactos ambientais, perdas econômicas e desperdício de oportunidades de geração de trabalho e renda.Nesse contexto, as cooperativas e associações de catadores desempenham papel fundamental para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e para o fortalecimento da economia circular. No entanto, os diagnósticos realizados junto às cooperativas participantes revelam desafios estruturais que limitam seu crescimento, sua sustentabilidade financeira e sua capacidade de ampliar a recuperação de resíduos nos municípios onde atuam.Entre os principais problemas identificados estão as fragilidades na gestão administrativa, financeira e comercial dos empreendimentos. Muitas organizações ainda enfrentam dificuldades para estruturar processos de governança, planejamento estratégico, formação de preços, comercialização dos materiais e acesso a oportunidades de negócios. Como consequência, observa-se baixa previsibilidade de receita, dependência de intermediários e dificuldade na construção de uma autonomia financeira duradoura para os recicladores.As cooperativas também apresentam importantes limitações relacionadas à infraestrutura física e operacional. Foram identificadas necessidades de aquisição e modernização de equipamentos, como prensas, balanças, esteiras, caminhões e elevadores de carga, além de melhorias em galpões, regularização documental e adequações estruturais. Em alguns casos, as organizações não possuem sede própria ou dependem de estruturas cedidas, restringindo sua capacidade de processamento, armazenamento e comercialização dos materiais recicláveis.Outro desafio relevante é a atuação ainda fragmentada das cooperativas. Embora enfrentem problemas semelhantes e possuam objetivos comuns, muitas organizações atuam de forma isolada, sem mecanismos permanentes de intercâmbio de experiências, cooperação técnica, compras coletivas ou articulação comercial. Essa realidade reduz seu poder de negociação e limita oportunidades de desenvolvimento para toda a cadeia da reciclagem no estado.A valorização dos catadores também permanece como um desafio significativo. Apesar de serem responsáveis por uma parcela importante da recuperação de resíduos recicláveis e contribuírem diretamente para a limpeza urbana, preservação ambiental e redução das emissões associadas à disposição inadequada de resíduos, muitos profissionais ainda enfrentam preconceito, invisibilidade social e reconhecimento insuficiente por parte da população.A questão de gênero merece destaque. As cooperativas participantes possuem forte presença feminina, com organizações que chegam a apresentar equilíbrio ou predominância de mulheres entre seus associados. Além disso, projetos anteriores desenvolvidos pela Global Communities demonstraram que as mulheres ocupam papel central na liderança, mobilização comunitária e fortalecimento das cooperativas. Entretanto, muitas ainda enfrentam desafios relacionados à geração de renda, autonomia econômica e acesso a oportunidades de desenvolvimento profissional.Somado a isso, observa-se uma limitada conscientização da população sobre separação correta dos resíduos e descarte adequado dos materiais recicláveis. Resíduos mal segregados reduzem a eficiência das cooperativas, aumentam custos operacionais, comprometem a qualidade dos materiais comercializados e diminuem os índices de recuperação. Além disso, existe pouco conhecimento sobre o papel estratégico desempenhado pelos catadores na gestão ambiental dos municípios.Os eventos climáticos extremos que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos anos reforçaram ainda mais a necessidade de fortalecer a gestão integrada de resíduos sólidos. A ampliação da reciclagem, a valorização da economia circular e o fortalecimento das cooperativas representam estratégias importantes para a construção de cidades mais resilientes, sustentáveis e preparadas para enfrentar desafios ambientais futuros.Diante desse cenário, torna-se necessária uma intervenção que fortaleça simultaneamente a gestão das cooperativas, a autonomia financeira dos recicladores, a infraestrutura operacional dos empreendimentos, a articulação em rede e a educação socioambiental da população. A superação desses desafios permitirá ampliar a recuperação de resíduos recicláveis, aumentar a renda dos cooperados, fortalecer a economia circular e contribuir para sistemas municipais de gestão de resíduos sólidos mais eficientes, inclusivos e sustentáveis.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O CooperaRS está diretamente alinhado aos objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos e da Lei de Incentivo à Reciclagem ao fortalecer cooperativas e associações de catadores como agentes estratégicos para a ampliação da reciclagem, a inclusão socioprodutiva, a geração de renda e a promoção da economia circular no Rio Grande do Sul.O programa foi construído a partir dos diagnósticos organizacionais, processos de planejamento participativo e planos de negócios desenvolvidos pelas próprias cooperativas participantes com apoio da Global Communities. Esse processo permitiu identificar desafios comuns, prioridades de investimento e oportunidades de fortalecimento institucional, resultando em uma proposta construída coletivamente pelos empreendimentos da reciclagem e alinhada às necessidades reais dos territórios onde atuam.As diretrizes do CooperaRS estão estruturadas em cinco pilares integrados.O primeiro pilar é o fortalecimento institucional e a autonomia financeira das cooperativas, por meio da qualificação da gestão administrativa, financeira e comercial, do aperfeiçoamento da governança e da implementação dos planos de negócios elaborados pelas organizações. O objetivo é ampliar a capacidade das cooperativas de operar como empreendimentos sustentáveis, fortalecendo a geração de renda, o acesso a novos mercados e a autonomia econômica dos recicladores.O segundo pilar é a estruturação operacional dos empreendimentos, com investimentos em equipamentos, melhorias de infraestrutura, regularização documental e aperfeiçoamento dos processos de coleta, triagem, beneficiamento e comercialização dos materiais recicláveis. Essas ações contribuirão para aumentar a produtividade das organizações e ampliar a recuperação de resíduos sólidos que hoje são destinados aos aterros sanitários.O terceiro pilar é o fortalecimento da rede de cooperativas da reciclagem do Rio Grande do Sul. O programa promoverá o intercâmbio de experiências, a disseminação de boas práticas, o compartilhamento de soluções e a construção de estratégias coletivas de desenvolvimento. A atuação em rede ampliará o acesso a parcerias, oportunidades de mercado e processos de aprendizagem entre os empreendimentos participantes.O quarto pilar consiste na educação socioambiental e no protagonismo dos recicladores como agentes ambientais. O CooperaRS reconhece que os catadores possuem conhecimentos e experiências fundamentais para a promoção da sustentabilidade. Por isso, os recicladores serão capacitados para atuar junto a escolas, organizações comunitárias, empresas e demais públicos, disseminando conhecimentos sobre separação correta dos resíduos, coleta seletiva, economia circular, consumo consciente e responsabilidade compartilhada.O quinto pilar é a valorização humana e social dos recicladores, com especial atenção à participação feminina. As cooperativas participantes apresentam forte presença de mulheres, que exercem papel fundamental na liderança dos empreendimentos, na mobilização comunitária e na promoção da educação ambiental. Ao fortalecer capacidades, ampliar oportunidades econômicas e apoiar o desenvolvimento de lideranças, o programa contribui para a redução das desigualdades e para a promoção da inclusão social.De forma integrada, os objetivos e diretrizes do CooperaRS contribuem para o fortalecimento das cooperativas, o aumento da recuperação de resíduos recicláveis, a geração de trabalho e renda, a ampliação da educação ambiental e a melhoria dos sistemas municipais de gestão de resíduos sólidos. O programa busca consolidar um modelo sustentável e replicável de desenvolvimento da reciclagem, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais duradouros para os recicladores, suas comunidades e os municípios participantes do Rio Grande do Sul.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"Os interesses recíprocos que fundamentam o CooperaRS estão centrados no fortalecimento da cadeia da reciclagem como instrumento de desenvolvimento econômico, inclusão social, proteção ambiental e promoção da economia circular no Rio Grande do Sul.As cooperativas e associações participantes têm interesse direto em ampliar sua capacidade de gestão, fortalecer sua sustentabilidade financeira, melhorar suas condições operacionais e expandir as oportunidades de geração de renda para seus associados. Os diagnósticos e planos de negócios elaborados pelas próprias organizações identificaram necessidades relacionadas à qualificação da gestão, aquisição de equipamentos, melhoria da infraestrutura, ampliação do acesso a mercados, fortalecimento da governança e consolidação de parcerias estratégicas capazes de impulsionar o crescimento e a autonomia dos empreendimentos.Por sua vez, a Global Communities possui ampla experiência no fortalecimento de cooperativas, no desenvolvimento de capacidades locais e na implementação de projetos voltados à inclusão socioprodutiva, desenvolvimento comunitário e gestão de resíduos sólidos. O CooperaRS representa a continuidade de uma trajetória de apoio técnico e institucional já desenvolvida junto às cooperativas participantes, contribuindo para transformar os diagnósticos e planos de negócios construídos coletivamente em ações concretas de desenvolvimento e geração de impacto.O interesse comum entre as partes está na construção de cooperativas mais fortes, sustentáveis e economicamente viáveis, capazes de ampliar sua contribuição para os sistemas municipais de coleta seletiva e reciclagem. O programa busca promover a autonomia financeira dos recicladores, fortalecer a recuperação de resíduos recicláveis, melhorar a eficiência operacional dos empreendimentos e ampliar a inclusão produtiva de populações historicamente vulnerabilizadas.Também é interesse compartilhado fortalecer a atuação dos recicladores como agentes socioambientais. Além da recuperação de materiais recicláveis, as cooperativas participantes desempenham papel relevante na conscientização da população sobre consumo responsável, separação adequada dos resíduos e preservação ambiental. O CooperaRS busca potencializar essa atuação por meio da formação de multiplicadores ambientais e da ampliação das ações de educação socioambiental junto às comunidades, escolas, organizações sociais e demais atores dos territórios atendidos.A proposta também responde ao interesse coletivo de fortalecer a economia circular e apoiar os municípios na construção de sistemas de gestão de resíduos sólidos mais eficientes e inclusivos. Ao ampliar a capacidade das cooperativas de coletar, processar e comercializar materiais recicláveis, o programa contribui para reduzir o volume de resíduos destinados aos aterros sanitários, gerar benefícios ambientais e promover o aproveitamento econômico de materiais que antes eram descartados.Dessa forma, o CooperaRS estabelece uma convergência de interesses entre as cooperativas participantes, a Global Communities e a sociedade, unindo esforços para promover inclusão social, geração de renda, valorização dos recicladores, educação ambiental e fortalecimento da gestão sustentável de resíduos sólidos no Rio Grande do Sul.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"datas específicas","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-07-30T10:25:58.005999","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O CooperaRS terá como público-alvo direto os catadores e catadoras vinculados às cooperativas e associações de reciclagem participantes do programa, localizadas em diferentes municípios do Rio Grande do Sul. Serão beneficiados diretamente os cooperados que atuam nas atividades de coleta, triagem, beneficiamento e comercialização de materiais recicláveis, bem como as lideranças responsáveis pela gestão e desenvolvimento dos empreendimentos.As organizações participantes são:Associação dos Catadores da Vida – Venâncio Aires (20 associados);Coopervales – Venâncio Aires (7 cooperados);COOPREVIVE – Sapucaia do Sul (32 cooperados);Associação de Reciclagem Ecológica Rubem Berta – Porto Alegre (24 associados);ATUT – Associação dos Trabalhadores da Unidade de Triagem do Hospital São Pedro – Porto Alegre (21 cooperados);Coopervida – Cooperativa de Trabalho Reciclando Pela Vida Ltda. – Giruá (30 cooperados);Cooperativa Estação Reciclar – Montenegro (34 cooperados).As cooperativas participantes passaram por processos de diagnóstico institucional, planejamento participativo e elaboração de planos de negócios com apoio da Global Communities, identificando oportunidades de fortalecimento relacionadas à gestão, infraestrutura, geração de renda, comercialização, governança e atuação em rede. O programa foi estruturado para responder diretamente a essas demandas identificadas pelos próprios empreendimentos.O público direto também inclui as próprias cooperativas e associações, que receberão apoio para implementação de melhorias previstas em seus planos de desenvolvimento e negócios, fortalecimento institucional, qualificação técnica, ampliação da capacidade operacional e acesso a oportunidades de desenvolvimento econômico.Entre os beneficiários diretos, destaca-se a expressiva participação feminina. Muitas das cooperativas apoiadas possuem significativa presença de mulheres entre seus associados e lideranças, refletindo a realidade do setor da reciclagem no estado. Grande parte dessas mulheres é responsável pela principal fonte de renda de suas famílias, tornando o fortalecimento da autonomia econômica e da capacidade de geração de renda um componente central da proposta.Como beneficiários indiretos, o CooperaRS alcançará familiares dos cooperados, escolas, organizações comunitárias, empresas, condomínios e a população dos municípios participantes. O programa prevê a formação dos recicladores como agentes de educação socioambiental, promovendo ações voltadas à conscientização sobre separação correta dos resíduos, coleta seletiva, reciclagem, economia circular e responsabilidade compartilhada.Considerando que o projeto contribuirá diretamente para o fortalecimento da gestão de resíduos sólidos e para a ampliação das ações de educação socioambiental nos municípios atendidos, estima-se como beneficiários indiretos aproximadamente 10% da população total dos municípios participantes. Essa estimativa considera o impacto gerado pela melhoria dos sistemas de coleta seletiva, pelo aumento da recuperação de materiais recicláveis, pela redução do descarte inadequado de resíduos e pelo alcance das atividades educativas realizadas junto à comunidade.Dessa forma, o CooperaRS beneficiará não apenas os recicladores e suas organizações, mas também a população dos territórios atendidos, contribuindo para cidades mais limpas, sustentáveis, resilientes e comprometidas com os princípios da economia circular e da gestão responsável dos resíduos sólidos.","mes_proposta":7,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-07-20","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}