{"data":[{"id_proposta":85705,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"23311666000166","nm_ente_recebedor":"FUNDO DE ACELERACAO PARA O DESENVOLVIMENTO VELA (FA.VELA)","ed_cep":"30150-120","ed_logradouro":"RUA GERALDO TEIXEIRA DA COSTA","ed_numero":"31","ed_complemento":null,"ed_bairro":"FLORESTA","cd_ibge_recebedor":3106200,"nm_municipio_recebedor":"BELO HORIZONTE","nm_uf_recebedor":"MINAS GERAIS","sg_uf_recebedor":"MG","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":"23311666000166","nm_executor":"FUNDO DE ACELERACAO PARA O DESENVOLVIMENTO VELA (FA.VELA)","cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":11,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"Implantar e estruturar o projeto A Fábrica do Corre – Hub de Inovação em Economia Circular, concebido como um ambiente permanente de pesquisa aplicada, experimentação tecnológica, fabricação digital e aceleração de empreendimentos voltados à valorização de resíduos sólidos. A iniciativa prevê a adequação de espaço físico existente e a implantação de infraestrutura especializada para o desenvolvimento de tecnologias, produtos, processos e modelos de negócio capazes de ampliar o aproveitamento de materiais recicláveis, fortalecer a cadeia da reciclagem e promover soluções inovadoras alinhadas aos princípios da economia circular e da inclusão produtiva.O Hub contará com laboratório equipado para fabricação digital, prototipagem e transformação de materiais, reunindo impressoras 3D, equipamentos destinados ao processamento de resíduos plásticos, máquinas de corte a laser, ferramentas analógicas e eletrônicas, além de mobiliário e demais recursos técnicos necessários ao desenvolvimento de atividades de pesquisa, experimentação e validação tecnológica. A infraestrutura possibilitará investigar, adaptar e aperfeiçoar técnicas de reaproveitamento de diferentes tipologias de resíduos, priorizando os materiais plásticos, sem limitar sua atuação a outros insumos passíveis de reutilização, reciclagem ou reintrodução em ciclos produtivos.Como principal estratégia de fortalecimento da economia circular, serão realizados dois ciclos anuais de aceleração de pequenos empreendimentos que utilizem resíduos como matéria-prima ou desenvolvam soluções voltadas à sua valorização. Durante esse processo, os participantes terão acesso à infraestrutura do laboratório, mentorias especializadas, apoio ao desenvolvimento tecnológico, experimentação de materiais, prototipagem, aperfeiçoamento de produtos, processos produtivos e modelos de negócio, ampliando sua capacidade de inovação, competitividade e geração de impacto socioambiental. A iniciativa buscará fortalecer empreendimentos capazes de agregar valor aos materiais recicláveis e ampliar as oportunidades de geração de trabalho e renda em segmentos produtivos vinculados à economia circular.Nesse contexto, cooperativas e associações de catadores ocuparão posição estratégica na implementação da iniciativa. Além de constituírem público prioritário das ações formativas e dos ciclos de aceleração, quando compatível com seu perfil e interesse, serão estimuladas a atuar como fornecedoras preferenciais de matérias-primas recuperadas para as atividades desenvolvidas pelo Hub e pelos empreendimentos apoiados. Ao favorecer a agregação de valor aos materiais coletados e ampliar sua inserção em cadeias produtivas de maior valor agregado, a iniciativa contribuirá para o fortalecimento econômico dessas organizações, a valorização do trabalho dos catadores e a ampliação de suas oportunidades de geração de renda.Complementarmente, serão promovidas oficinas abertas destinadas a adolescentes, jovens, adultos e pessoas idosas, democratizando o acesso às tecnologias de fabricação digital, às práticas de reaproveitamento de materiais e aos princípios da economia circular. Desenvolvidas por meio de metodologias práticas e colaborativas, essas atividades estimularão a criatividade, a experimentação, a cultura maker e a apropriação de conhecimentos aplicados à sustentabilidade, incentivando o desenvolvimento de competências técnicas e o surgimento de novas iniciativas de impacto socioambiental.Como eixo adicional de atuação, A Fábrica do Corre desenvolverá projetos de pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico em parceria com empresas interessadas em aperfeiçoar estratégias de gestão de resíduos, logística reversa e economia circular. A partir de demandas específicas, o Hub realizará estudos, prototipagem, testes e validação de alternativas para o reaproveitamento de materiais, contribuindo para o desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas à redução de desperdícios, ao aumento da circularidade dos recursos e ao aprimoramento de práticas produtivas sustentáveis.Ao reunir infraestrutura tecnológica, pesquisa aplicada, aceleração de empreendimentos, difusão do conhecimento e valorização dos catadores em um mesmo ambiente, A Fábrica do Corre pretende consolidar uma plataforma permanente de inovação voltada ao fortalecimento da cadeia da reciclagem. A iniciativa contribuirá para ampliar a capacidade local de desenvolver tecnologias, impulsionar negócios comprometidos com a economia circular, agregar valor aos materiais pós-consumo e promover soluções que conciliem desenvolvimento econômico, inclusão produtiva e sustentabilidade ambiental, em consonância com os objetivos da Lei nº 14.260/2021 e da Política Nacional de Resíduos Sólidos.","ds_problema_proposta":"A transição para uma economia circular constitui um dos maiores desafios contemporâneos da gestão de resíduos sólidos. Embora o Brasil disponha de um marco regulatório robusto, estruturado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), pelo Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares) e, mais recentemente, pela Lei nº 14.260/2021, persistem entraves estruturais que limitam a reinserção de materiais nos ciclos produtivos e reduzem o potencial econômico, ambiental e social da reciclagem. Esse cenário evidencia que o avanço da circularidade depende não apenas da ampliação da coleta seletiva, mas também da capacidade de agregar valor aos materiais recuperados, fomentar a inovação tecnológica e fortalecer os agentes que compõem essa cadeia.A literatura internacional aponta que sistemas circulares bem-sucedidos são aqueles capazes de manter produtos e materiais em uso pelo maior tempo possível, preservando seu valor econômico por meio da inovação, do redesenho de processos e da criação de novos modelos produtivos. Nesse sentido, a Fundação Ellen MacArthur destaca que a economia circular pressupõe a eliminação de resíduos e da poluição desde a concepção dos produtos, a circulação contínua de materiais e a regeneração dos sistemas naturais, enquanto a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) ressalta que a inovação constitui elemento indispensável para transformar resíduos em ativos econômicos e ampliar a eficiência no uso de recursos.Entretanto, a realidade brasileira ainda revela uma expressiva lacuna entre esse potencial e sua efetiva materialização. Grande parte dos resíduos passíveis de reaproveitamento continua sendo comercializada em estágios iniciais da cadeia produtiva, com baixo beneficiamento e reduzida agregação de valor, restringindo oportunidades de inovação e limitando a criação de novos produtos, tecnologias e empreendimentos baseados em matérias-primas secundárias. A escassez de ambientes dedicados à pesquisa aplicada, à experimentação, à prototipagem e ao desenvolvimento tecnológico dificulta a transformação desse cenário e reduz a capacidade de resposta a desafios específicos apresentados por diferentes cadeias produtivas.Os impactos dessa realidade recaem diretamente sobre os catadores e suas organizações, reconhecidos pela legislação brasileira como atores essenciais da gestão de resíduos e da logística reversa. O Anuário da Reciclagem 2024 identificou 3.028 organizações de catadores, reunindo 70.608 trabalhadores, responsáveis pela recuperação de 1.689.489,12 toneladas de materiais recicláveis em todo o país. Apesar da relevância ambiental e econômica desse trabalho, a renda média registrada entre os catadores mapeados foi de R$ 1.305,65 mensais, valor que evidencia a necessidade de estratégias capazes de ampliar a agregação de valor aos materiais recuperados e diversificar as oportunidades de geração de renda ao longo da cadeia produtiva.Outro obstáculo relevante refere-se à limitada disponibilidade de infraestrutura compartilhada para pequenos empreendedores, artesãos, designers, makers, cooperativas e negócios de impacto que utilizam resíduos como insumos produtivos. Embora muitos desses empreendimentos apresentem elevado potencial criativo e capacidade de inovação, frequentemente encontram barreiras para acessar equipamentos especializados, tecnologias de fabricação digital, processos de prototipagem, desenvolvimento de materiais e apoio técnico para transformar ideias em produtos competitivos e economicamente viáveis. Como consequência, oportunidades de diversificação produtiva, geração de renda e fortalecimento da economia circular permanecem subaproveitadas.Paralelamente, empresas de diferentes setores enfrentam desafios relacionados à implementação de estratégias de logística reversa, ao atendimento de compromissos socioambientais e ao desenvolvimento de soluções para resíduos cuja destinação ainda carece de alternativas técnica e economicamente viáveis. A inexistência de espaços voltados à experimentação tecnológica e ao desenvolvimento de soluções sob demanda reduz a capacidade de inovação aplicada e limita o avanço de práticas produtivas alinhadas aos princípios da circularidade.Somam-se a esses fatores os desafios relacionados à sensibilização da sociedade quanto ao consumo responsável e ao papel dos resíduos como recursos capazes de retornar aos ciclos produtivos. A construção de uma cultura orientada pela economia circular demanda oportunidades permanentes de aprendizagem prática, experimentação e aproximação entre cidadãos, tecnologias e processos produtivos, favorecendo mudanças de comportamento que ultrapassem a lógica tradicional da disposição final e valorizem o reaproveitamento de materiais.Diante desse contexto, evidencia-se a necessidade de iniciativas capazes de articular infraestrutura tecnológica, pesquisa aplicada, formação, aceleração de empreendimentos e valorização do trabalho desempenhado pelos catadores.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O projeto A Fábrica do Corre – Hub de Inovação em Economia Circular apresenta aderência direta aos objetivos da Lei nº 14.260/2021 ao estruturar uma iniciativa voltada ao fortalecimento da cadeia produtiva da reciclagem por meio da integração entre infraestrutura tecnológica, pesquisa aplicada, inovação, inclusão produtiva, fortalecimento de empreendimentos e difusão do conhecimento. A proposta parte do entendimento de que a ampliação da circularidade dos materiais depende não apenas da recuperação de resíduos, mas da capacidade de desenvolver soluções que ampliem seu valor econômico, ambiental e social, estimulando sua reinserção qualificada nos processos produtivos.O primeiro resultado estruturante da proposta, enquadrado no sistema como \"Outro\", consiste na implantação de um Hub de Inovação em Economia Circular, concebido como uma infraestrutura permanente dedicada à pesquisa, experimentação, fabricação digital e desenvolvimento de soluções voltadas à valorização de resíduos sólidos. Implantado em espaço previamente existente e adequado para essa finalidade, o Hub será equipado com impressoras 3D, máquinas de corte a laser, prensas, ferramentas digitais e equipamentos de fabricação e transformação de materiais, constituindo um ambiente de uso compartilhado destinado ao desenvolvimento tecnológico, à prototipagem, à validação de processos e à experimentação de novas aplicações para resíduos, com prioridade para materiais plásticos, sem restringir sua atuação a esse segmento.A partir dessa infraestrutura, será desenvolvido o segundo eixo estruturante da proposta: a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação aplicados à cadeia produtiva da reciclagem. Ao longo da execução, serão realizados aproximadamente dez projetos de pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico, em parceria com empresas, cooperativas e demais organizações interessadas em aperfeiçoar processos relacionados à gestão de resíduos, à logística reversa e à valorização de materiais recicláveis. O Hub atuará como ambiente de experimentação e cocriação de soluções para desafios concretos apresentados pelo setor produtivo, apoiando a investigação de alternativas técnicas, o desenvolvimento de novos produtos, materiais e processos e a validação de estratégias voltadas ao reaproveitamento de resíduos. Como resultado dessas ações, prevê-se o desenvolvimento, validação ou aperfeiçoamento de aproximadamente dez soluções tecnológicas, processos ou protótipos, igualmente classificados no sistema como resultado \"Outro\", contribuindo para ampliar a capacidade de inovação aplicada à cadeia da reciclagem.O fortalecimento dos empreendimentos constitui o terceiro eixo da proposta e responde diretamente às diretrizes relacionadas à qualificação do setor da reciclagem. Para isso, serão realizados três ciclos de aceleração, contemplando aproximadamente 75 empreendedores que atuem ou pretendam atuar em atividades relacionadas ao reaproveitamento e à transformação de resíduos. Além da formação técnica, os participantes terão acesso à infraestrutura do Hub, ao desenvolvimento de protótipos, à experimentação de materiais, ao aperfeiçoamento de processos produtivos e ao acompanhamento especializado para estruturação e fortalecimento de seus negócios, ampliando sua capacidade de inovação e competitividade.A proposta também fortalece a inclusão produtiva ao reconhecer os catadores de materiais recicláveis e suas organizações como atores estratégicos da cadeia da reciclagem. Nesse sentido, estabelece que no mínimo 30% dos participantes das 26 oficinas abertas sejam catadores ou familiares, promovendo seu acesso a tecnologias, processos produtivos e oportunidades de qualificação. Paralelamente, até três cooperativas ou associações de catadores, preferencialmente uma vinculada a cada ciclo de aceleração, serão integradas às atividades do projeto, podendo participar das ações de fortalecimento institucional e atuar como fornecedoras prioritárias dos materiais recicláveis utilizados pelo Hub e pelos empreendimentos acelerados. Essa estratégia busca ampliar a agregação de valor aos materiais recuperados, fortalecer a participação dos catadores em etapas mais qualificadas da cadeia produtiva e estimular novas oportunidades de geração de renda.Como estratégia complementar de disseminação do conhecimento e ampliação da conscientização para a reciclagem, serão realizadas 26 oficinas abertas, destinadas a adolescentes, jovens, adultos, pessoas idosas e demais integrantes da comunidade. Desenvolvidas em formato prático e participativo, essas atividades promoverão o contato com tecnologias de fabricação digital, processos de transformação de resíduos, princípios da economia circular e aplicações voltadas ao reaproveitamento de materiais, contribuindo para ampliar o conhecimento da população sobre o potencial produtivo dos resíduos e incentivar práticas mais sustentáveis de produção, consumo e destinação.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"A presente proposta fundamenta-se na convergência entre os objetivos da Lei nº 14.260/2021 e a atuação institucional do Fundo de Aceleração para o Desenvolvimento Vela (FA.VELA), organização da sociedade civil sediada em Belo Horizonte que desenvolve iniciativas voltadas à inclusão produtiva, à inovação social, ao fortalecimento de capacidades locais e à democratização do acesso às tecnologias. Essa complementaridade evidencia o interesse recíproco entre a administração pública e a organização proponente na implementação de estratégias capazes de fortalecer a cadeia produtiva da reciclagem, ampliar a valorização de resíduos sólidos e promover soluções inovadoras para desafios ambientais e socioeconômicos.Sob a perspectiva do interesse público, o projeto contribui diretamente para a implementação das diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos e da Lei de Incentivo à Reciclagem ao estruturar uma infraestrutura permanente destinada ao desenvolvimento tecnológico, à experimentação, à formação de pessoas, ao fortalecimento de empreendimentos da economia circular e à ampliação das oportunidades de inclusão produtiva de catadores e demais atores da cadeia da reciclagem. A iniciativa busca ampliar a agregação de valor aos materiais recicláveis, estimular sua reinserção em ciclos produtivos e fomentar modelos de desenvolvimento alinhados à sustentabilidade ambiental, à inovação e à geração de trabalho e renda.Para o FA.VELA, a execução da proposta representa o aprofundamento de sua missão institucional de promover desenvolvimento territorial por meio da educação, da inovação e do empreendedorismo. A experiência acumulada pela organização na concepção e implementação de programas de formação, aceleração de empreendimentos, cultura maker e cidadania digital constitui base técnica para a implantação de um ambiente dedicado à pesquisa aplicada, à fabricação digital e ao fortalecimento de negócios orientados pela economia circular, ampliando sua capacidade de produzir impactos socioambientais permanentes.A parceria também potencializa a articulação entre diferentes segmentos da sociedade. Ao reunir organizações de catadores, pequenos empreendedores, instituições de ensino e pesquisa, empresas e comunidade em torno de um ambiente colaborativo de inovação, cria-se um espaço favorável ao desenvolvimento de soluções aplicadas às demandas da cadeia da reciclagem, ao fortalecimento da logística reversa e à difusão de tecnologias voltadas ao reaproveitamento de materiais. Essa capacidade de mobilização de atores diversos amplia o alcance da política pública e favorece a construção de respostas compartilhadas para desafios complexos relacionados à gestão de resíduos sólidos.Destaca-se, ainda, que a proposta prioriza a participação de cooperativas e associações de catadores não apenas como beneficiárias das ações formativas, mas também como fornecedoras prioritárias de matérias-primas recuperadas e potenciais participantes dos ciclos de aceleração, fortalecendo sua inserção econômica em etapas de maior agregação de valor. Essa abordagem contribui para ampliar oportunidades de geração de renda, reconhecer o papel estratégico desempenhado pelos catadores na cadeia da reciclagem e promover maior integração entre inovação tecnológica e inclusão produtiva.Assim, os interesses da administração pública e da organização proponente convergem na implementação de uma iniciativa capaz de combinar infraestrutura tecnológica, desenvolvimento de capacidades, pesquisa aplicada, empreendedorismo e valorização dos materiais recicláveis, produzindo benefícios ambientais, sociais e econômicos duradouros e fortalecendo a efetividade das políticas públicas voltadas à reciclagem e à economia circular.","situacao_proposta":"Em Elaboração","in_situacao_analise":null,"ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"datas específicas","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":null,"in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":null,"dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O público-alvo do projeto A Fábrica do Corre – Hub de Inovação em Economia Circular é composto por atores diretamente envolvidos ou potencialmente integrados às cadeias de valorização de resíduos sólidos, incluindo catadores e suas organizações, pequenos empreendedores, profissionais da economia criativa, negócios de impacto socioambiental, empresas, estudantes, educadores e membros da comunidade interessados em tecnologias, práticas produtivas sustentáveis e soluções baseadas na economia circular.Como público prioritário, destacam-se os catadores de materiais recicláveis, suas cooperativas e associações, reconhecidos como agentes fundamentais para a recuperação e reinserção de materiais nos ciclos produtivos. O projeto prevê a participação de catadores e seus familiares nas ações abertas de formação e sensibilização, estabelecendo que esse grupo represente, no mínimo, 30% dos participantes das oficinas realizadas. Além disso, organizações de catadores poderão participar dos ciclos de aceleração e serão estimuladas a atuar como fornecedoras prioritárias de materiais recuperados utilizados pelo Hub e pelos empreendimentos apoiados, contribuindo para ampliar a agregação de valor aos materiais coletados e fortalecer suas oportunidades econômicas.Também integram o público direto da iniciativa pequenos empreendedores e iniciativas produtivas vinculadas à economia circular, incluindo negócios que utilizem resíduos como matéria-prima ou desenvolvam produtos e serviços orientados ao reaproveitamento, reutilização e transformação de materiais. Entre esses públicos estão designers de produtos sustentáveis, artesãos, makers, empreendedores da economia criativa, iniciativas de upcycling, produtores de mobiliário e objetos, negócios ligados à construção sustentável, fabricantes de utensílios, empreendimentos de decoração, iniciativas de agricultura urbana e startups ou negócios de impacto relacionados à circularidade.Esses empreendedores serão atendidos principalmente por meio dos três ciclos de aceleração previstos pelo projeto, nos quais terão acesso à infraestrutura tecnológica do laboratório, experimentação de materiais, prototipagem, desenvolvimento de produtos, aprimoramento de processos e apoio ao fortalecimento de seus modelos de negócio. A ação busca ampliar a capacidade produtiva e inovadora desses empreendimentos, estimulando a criação de novas oportunidades econômicas associadas à valorização de resíduos.Outro grupo beneficiário será composto por empresas interessadas em desenvolver ou aprimorar estratégias de logística reversa, reaproveitamento de materiais e soluções de economia circular. Por meio de projetos de pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico, o Hub apoiará demandas específicas relacionadas à gestão de resíduos, contribuindo para a criação e validação de alternativas técnicas e produtivas.A comunidade em geral também constitui público beneficiário da iniciativa, especialmente adolescentes, jovens, adultos e pessoas idosas participantes das oficinas abertas de sensibilização e experimentação. Essas ações ampliarão o acesso ao conhecimento sobre reciclagem, reaproveitamento de materiais, fabricação digital e sustentabilidade, estimulando práticas mais conscientes de consumo e descarte, além do desenvolvimento de novas competências.De forma transversal, o projeto beneficiará a sociedade ao fortalecer a cadeia produtiva da reciclagem, ampliar a circulação de conhecimento técnico, estimular novos modelos de negócio baseados na valorização de resíduos e criar um ambiente permanente de inovação voltado à sustentabilidade e à inclusão produtiva.","mes_proposta":6,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-06-22","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Reforma"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}