{"data":[{"id_proposta":83773,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"03773834000128","nm_ente_recebedor":"SERVICO SOCIAL DA INDUSTRIA, DEPARTAMENTO REGIONAL DE MINAS GERAIS (SESI / DRMG)","ed_cep":"30110-028","ed_logradouro":"AVENIDA DO CONTORNO","ed_numero":"4456","ed_complemento":null,"ed_bairro":"FUNCIONARIOS","cd_ibge_recebedor":3106200,"nm_municipio_recebedor":"BELO HORIZONTE","nm_uf_recebedor":"MINAS GERAIS","sg_uf_recebedor":"MG","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Serviço Social Autônomo","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":12,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"O presente projeto tem por objeto a implantação do programa Mulheres que Transformam: Reaproveitamento de Resíduos de Madeira e Inclusão Produtiva Feminina no Polo Moveleiro de Ubá/MG, iniciativa voltada à capacitação técnica, socioemocional e empreendedora de mulheres em situação de vulnerabilidade social, com prioridade para catadoras de materiais recicláveis, mulheres chefes de família, mulheres atendidas pela rede socioassistencial e mulheres interessadas em desenvolver atividades produtivas sustentáveis, utilizando resíduos de madeira provenientes da cadeia moveleira de Ubá e região como matéria-prima para a produção de móveis, objetos utilitários e peças de design sustentável. A proposta será desenvolvida em articulação com empresas do Polo Moveleiro de Ubá, entidades representativas do setor produtivo, poder público municipal, organizações sociais, cooperativas ou associações de catadores e instituições de formação profissional, com o objetivo de promover o reaproveitamento de resíduos de madeira, a qualificação profissional feminina, a geração de renda e a ampliação de práticas alinhadas à economia circular e à Lei nº 14.260/2021 – Lei de Incentivo à Reciclagem. O projeto contempla as etapas de mobilização e seleção das participantes, estruturação de parcerias institucionais e empresariais, formação socioemocional, capacitação técnica em marcenaria sustentável, formação em economia circular, orientação para formalização e inserção produtiva, além da realização de uma mostra final para exposição dos produtos desenvolvidos, apresentação dos resultados alcançados e sensibilização da comunidade e dos parceiros sobre o potencial do reaproveitamento de resíduos de madeira. No eixo ambiental, a iniciativa contribuirá para o reaproveitamento de resíduos de madeira oriundos da cadeia produtiva moveleira, tais como aparas, retalhos, sobras de painéis, pallets, embalagens de madeira e demais materiais tecnicamente aptos à reutilização ou transformação. Esses materiais, quando corretamente triados, preparados e reaproveitados, podem ser reinseridos em ciclos produtivos, reduzindo desperdícios, estimulando práticas de economia circular e agregando valor socioambiental a resíduos que, de outra forma, poderiam ser descartados ou subaproveitados. No eixo social, o projeto tem como foco o protagonismo feminino, promovendo a qualificação de 30 mulheres para atuação em marcenaria sustentável, reaproveitamento de resíduos de madeira, empreendedorismo, gestão, precificação, comercialização e economia criativa. A formação buscará ampliar a autoestima, a autonomia, a capacidade de organização e o repertório técnico das participantes, favorecendo sua inserção produtiva em uma cadeia econômica já consolidada no território. No eixo econômico, a proposta busca fortalecer a autonomia das participantes e ampliar suas possibilidades de geração de renda, oferecendo instrumentos e conhecimentos práticos para que possam estruturar iniciativas produtivas individuais ou coletivas. Serão trabalhados conteúdos relacionados à formalização, planejamento financeiro, marketing, vendas, acesso a mercados e articulação com parceiros locais, respeitando a autonomia das mulheres para definir, no pós-projeto, os caminhos mais adequados à sua realidade. A metodologia combina oficinas práticas, aulas teóricas, vivências, palestras, rodas de conversa, mentorias e atividades de exposição dos produtos desenvolvidos. O processo formativo valoriza o aprendizado participativo, a integração entre as participantes, a prática em ambiente seguro e a conexão com a realidade produtiva do Polo Moveleiro de Ubá. A iniciativa se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, contribuindo especialmente para: ODS 5 – Igualdade de Gênero, ao promover o empoderamento e a autonomia econômica de mulheres; ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico, ao fomentar capacitação profissional, geração de renda e empreendedorismo; ODS 10 – Redução das Desigualdades, ao incluir mulheres em situação de vulnerabilidade social em processos formativos e produtivos; ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis, ao estimular o reaproveitamento de resíduos sólidos e práticas de economia circular. Por meio da articulação entre setor produtivo, poder público, instituições formadoras e comunidade, o projeto consolidará um modelo de formação e inclusão produtiva capaz de transformar resíduos de madeira em oportunidade, conhecimento técnico em autonomia econômica e economia circular em prática concreta no território.","ds_problema_proposta":"A região de Ubá/MG é reconhecida pela forte vocação moveleira e pela concentração de empresas vinculadas à produção de móveis, componentes, insumos e serviços associados à cadeia da madeira e do mobiliário. Essa característica representa uma importante força econômica regional, mas também impõe desafios relacionados à gestão de resíduos sólidos, especialmente aqueles derivados dos processos produtivos da indústria moveleira. A produção de móveis e artefatos de madeira gera resíduos como aparas, retalhos, sobras de painéis, pallets, embalagens, serragem, pó de madeira, sobras de MDF, MDP, compensados e outros materiais correlatos. Parte desses resíduos pode ser reaproveitada, transformada ou reinserida em cadeias produtivas de menor escala, especialmente quando há triagem, controle de origem, preparo adequado e aplicação de técnicas seguras de beneficiamento. Entretanto, a ausência de iniciativas estruturadas que conectem empresas geradoras de resíduos, formação profissional e inclusão produtiva limita o aproveitamento desse potencial. No campo ambiental, o descarte inadequado ou o subaproveitamento de resíduos de madeira representa perda de matéria-prima, aumento da pressão sobre sistemas de destinação final e desperdício de materiais que poderiam ser transformados em novos produtos. Ainda que muitas empresas adotem práticas próprias de gestão ambiental, há oportunidade de ampliar a destinação socialmente qualificada desses resíduos, especialmente por meio de projetos que associem economia circular, educação ambiental e geração de renda. No campo social, mulheres em situação de vulnerabilidade enfrentam barreiras históricas de acesso à qualificação profissional, à inserção produtiva e à geração de renda. Muitas são chefes de família, possuem vínculos precários com o mercado de trabalho e têm acesso limitado a oportunidades formativas em áreas técnicas. No setor da marcenaria e da produção moveleira, essas barreiras são ainda mais evidentes, por se tratar de uma cadeia produtiva tradicionalmente ocupada por homens, apesar de seu grande potencial para a inclusão produtiva feminina. As catadoras de materiais recicláveis e mulheres vinculadas a territórios vulneráveis acumulam experiências práticas relacionadas à coleta, separação e reaproveitamento de materiais, mas muitas vezes permanecem restritas às etapas menos valorizadas da cadeia da reciclagem. A ausência de formação técnica, orientação empreendedora e conexão com mercados impede que avancem para atividades de beneficiamento, transformação e comercialização de produtos com maior valor agregado. Do ponto de vista econômico, há uma lacuna entre a existência de uma cadeia moveleira consolidada no território e a criação de oportunidades produtivas sustentáveis para mulheres em situação de vulnerabilidade. O Polo Moveleiro de Ubá gera conhecimento, demanda, resíduos e possibilidades de articulação com empresas, mas esse potencial ainda pode ser melhor aproveitado em iniciativas sociais que promovam qualificação, inovação, reaproveitamento de materiais e fortalecimento da economia circular. Outro problema relevante é a fragilidade de iniciativas produtivas de base comunitária. Muitas mulheres têm interesse em empreender, produzir e comercializar, mas enfrentam dificuldades relacionadas a planejamento, gestão financeira, precificação, identidade visual, acesso a canais de venda, formalização e organização coletiva. Sem esse apoio, iniciativas de geração de renda tendem a ser interrompidas ou permanecem em escala muito reduzida. Assim, o projeto busca responder a quatro problemas centrais: Subaproveitamento de resíduos de madeira da cadeia moveleira, que poderiam ser reinseridos em atividades produtivas sustentáveis; Baixa articulação entre empresas geradoras de resíduos, poder público, instituições formadoras e mulheres em vulnerabilidade social; Exclusão econômica e profissional de mulheres, especialmente catadoras e mulheres de baixa renda, de atividades técnicas e produtivas com maior valor agregado; Fragilidade de conhecimentos sobre empreendedorismo, formalização, precificação e comercialização, dificultando a continuidade de iniciativas produtivas sustentáveis. O projeto propõe transformar esses desafios em oportunidade, conectando o passivo ambiental da geração de resíduos de madeira ao potencial de inclusão produtiva feminina. Por meio da formação técnica em marcenaria sustentável, do desenvolvimento de habilidades socioemocionais, da capacitação empreendedora e da articulação com empresas e parceiros locais, a iniciativa pretende fortalecer a autonomia das participantes e ampliar a cultura de reaproveitamento de resíduos no Polo Moveleiro de Ubá. Dessa forma, o projeto atua diretamente nas causas e consequências dos problemas identificados, oferecendo uma solução estruturada, replicável e alinhada à Política Nacional de Resíduos Sólidos, à Lei de Incentivo à Reciclagem e aos princípios da economia circular.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O projeto Mulheres que Transformam: Reaproveitamento de Resíduos de Madeira e Inclusão Produtiva Feminina no Polo Moveleiro de Ubá/MG estabelece conexão direta com as diretrizes da Lei nº 14.260/2021 – Lei de Incentivo à Reciclagem, ao articular capacitação, reaproveitamento de resíduos, fortalecimento da cadeia da reciclagem, inclusão produtiva e economia circular. A iniciativa materializa o propósito da LIR ao fomentar o uso de materiais recicláveis e reutilizáveis, incentivar a formação técnica e a assessoria a públicos envolvidos ou potencialmente envolvidos com atividades de reciclagem, e fortalecer a participação de catadoras e mulheres em situação de vulnerabilidade em etapas mais qualificadas da cadeia produtiva. O eixo central do projeto é o reaproveitamento de resíduos de madeira gerados pela cadeia moveleira de Ubá e região. Ao utilizar esses materiais como insumo formativo e produtivo, a proposta contribui para ampliar o ciclo de vida da matéria-prima, reduzir desperdícios, estimular a responsabilidade compartilhada e demonstrar, na prática, como resíduos podem ser convertidos em produtos de valor agregado. A formação técnica em marcenaria sustentável, associada à orientação empreendedora e à educação ambiental, promove a qualificação de mulheres para atuação em atividades de triagem, preparo, transformação, beneficiamento e comercialização de produtos feitos com materiais reaproveitados. Com isso, o projeto ultrapassa a dimensão da sensibilização e cria condições concretas para inclusão produtiva, geração de renda e fortalecimento da cadeia da reciclagem. Em conformidade com as metas previstas na Lei de Incentivo à Reciclagem e detalhadas em sua regulamentação, o projeto se enquadra principalmente nas seguintes metas: Meta I – Capacitação, formação e assessoria técnica O projeto contempla um percurso formativo composto por formação socioemocional, capacitação técnica em marcenaria sustentável, economia circular, reaproveitamento de resíduos, empreendedorismo, precificação, comercialização e orientação sobre formalização. Essa meta constitui o eixo principal da proposta, uma vez que a capacitação das mulheres é a estratégia estruturante para gerar impacto social, ambiental e econômico. Meta VII – Fortalecimento da participação dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas cadeias de reciclagem A proposta prioriza a participação de catadoras de materiais recicláveis, catadoras autônomas e mulheres vinculadas a territórios vulneráveis, buscando ampliar sua atuação para etapas de maior valor agregado, como beneficiamento, transformação, produção e comercialização. Quando não for possível preencher integralmente as vagas com catadoras, a seleção será justificada tecnicamente, mantendo a prioridade para esse público e incorporando mulheres com perfil de vulnerabilidade social e interesse em atuação produtiva sustentável. Meta VI – Organização e apoio a redes de comercialização e cadeias produtivas O projeto também dialoga com a organização de redes e cadeias produtivas ao promover a articulação entre participantes, empresas moveleiras, poder público, instituições de formação, organizações sociais e potenciais compradores. A etapa de orientação para formalização e inserção produtiva buscará estruturar caminhos para comercialização dos produtos desenvolvidos, construção de portfólio, conexão com canais de venda e aproximação com o mercado local. A proposta também contribui para os resultados esperados da LIR relacionados à ampliação da qualificação do setor da reciclagem, aumento da quantidade de materiais recicláveis beneficiados, ampliação da conscientização sobre a reciclagem, aumento da produtividade do trabalho na reciclagem e criação ou fortalecimento de rede de comercialização de recicláveis. A execução do projeto observará os princípios de transparência, economicidade, rastreabilidade dos materiais reaproveitados e comprovação dos resultados alcançados. Para isso, serão adotados instrumentos de controle, como registros de frequência, relatórios de atividades, relatórios fotográficos, termos de doação ou de fornecimento de resíduos, registros da origem e da quantidade de materiais recebidos, relatórios de triagem e aproveitamento, além da sistematização dos produtos desenvolvidos e dos indicadores finais. Desse modo, o projeto não apenas atende às diretrizes formais da Lei de Incentivo à Reciclagem, mas demonstra seu potencial transformador ao integrar sustentabilidade ambiental, desenvolvimento econômico local, qualificação profissional, inclusão de mulheres e valorização de resíduos da cadeia moveleira.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"O projeto estabelece uma relação de interesses recíprocos entre a Lei de Incentivo à Reciclagem, o setor moveleiro de Ubá, o poder público local, as organizações sociais, as instituições formadoras, as empresas incentivadoras e as mulheres participantes. Para a Lei de Incentivo à Reciclagem, a proposta contribui para ampliar o uso de materiais recicláveis e reutilizáveis, fortalecer a economia circular, qualificar pessoas para atuação no setor da reciclagem e promover a inclusão de catadoras e mulheres em situação de vulnerabilidade em cadeias produtivas sustentáveis. O projeto converte o mecanismo de incentivo fiscal em resultados concretos de formação, reaproveitamento de resíduos, sensibilização ambiental e inclusão produtiva. Para o Polo Moveleiro de Ubá, a iniciativa representa uma oportunidade de ampliar práticas de destinação qualificada de resíduos de madeira e materiais correlatos, promovendo uma ação com forte aderência às agendas ESG, à responsabilidade socioambiental e à valorização da cadeia produtiva local. As empresas poderão contribuir com a disponibilização de resíduos aptos ao reaproveitamento, apoio institucional, participação em atividades de sensibilização, mentoria e eventual incentivo financeiro ao projeto. Para o poder público local, o projeto contribui para políticas e ações de desenvolvimento social, qualificação profissional, meio ambiente, inclusão produtiva, geração de renda e fortalecimento da economia local. A iniciativa reduz a distância entre a política pública e a realidade produtiva do território, criando uma solução integrada para mulheres em situação de vulnerabilidade e para o aproveitamento de resíduos sólidos. Para as instituições de formação profissional, o projeto possibilita aplicar conhecimento técnico em uma iniciativa de impacto socioambiental, aproximando a educação profissional das demandas reais do território. A formação em marcenaria sustentável, segurança no trabalho, economia circular e empreendedorismo fortalece a capacidade das participantes de atuar com qualidade, responsabilidade e visão de mercado. Para as organizações sociais, cooperativas, associações e redes de catadores, o projeto oferece uma oportunidade de ampliação de capacidades, formação de lideranças femininas, fortalecimento de vínculos comunitários e diversificação de alternativas de geração de renda. Para as mulheres participantes, a proposta oferece qualificação técnica, desenvolvimento socioemocional, orientação empreendedora, contato com uma cadeia produtiva consolidada, fortalecimento da autoestima e ampliação das possibilidades de autonomia financeira. Os interesses recíprocos podem ser sintetizados da seguinte forma: Empresas do polo moveleiro: destinação socioambiental de resíduos, fortalecimento da imagem institucional, contribuição para a economia circular e agenda ESG; Mulheres participantes: formação técnica, geração de renda, autonomia, autoestima, redes de apoio e inserção produtiva; Poder público: fortalecimento de políticas locais de inclusão produtiva, qualificação, meio ambiente e desenvolvimento econômico; Instituições formadoras: aplicação de conhecimento técnico em projeto de impacto social e ambiental; Comunidade: redução de desperdícios, sensibilização para reciclagem, fortalecimento da economia local e valorização do protagonismo feminino; Lei de Incentivo à Reciclagem: cumprimento de suas finalidades por meio de uma iniciativa integrada, mensurável e replicável. Dessa forma, o projeto demonstra como a convergência entre interesse público, iniciativa privada e participação comunitária pode gerar valor compartilhado, fortalecer a cadeia da reciclagem e impulsionar a transição para uma economia mais inclusiva, circular e sustentável.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-07-27T16:41:12.161999","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O projeto selecionará 30 mulheres em situação de vulnerabilidade social, residentes em Ubá/MG e em municípios do entorno vinculados à dinâmica socioeconômica do Polo Moveleiro de Ubá, com prioridade para catadoras de materiais recicláveis, catadoras autônomas, mulheres chefes de família, mulheres atendidas pela rede socioassistencial, mulheres de baixa renda e mulheres interessadas em desenvolver atividades produtivas sustentáveis. A seleção buscará contemplar mulheres que demonstrem interesse e disponibilidade para participar das atividades formativas, bem como potencial para aplicar os conhecimentos adquiridos em iniciativas produtivas individuais ou coletivas. Serão priorizadas participantes com renda familiar reduzida, responsabilidade pelo sustento familiar, baixa inserção no mercado formal de trabalho e vínculo com territórios em situação de vulnerabilidade. A mobilização e seleção das participantes serão realizadas em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubá, CRAS, secretarias municipais de assistência social, meio ambiente e desenvolvimento econômico, organizações da sociedade civil, cooperativas e associações de catadores, entidades representativas do setor moveleiro, empresas parceiras e instituições de formação profissional. O projeto reconhece que as mulheres, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade, enfrentam barreiras de acesso à qualificação técnica e à inserção produtiva em setores tradicionalmente masculinizados, como a marcenaria e a produção moveleira. Ao oferecer formação técnica e empreendedora conectada à realidade do Polo Moveleiro de Ubá, a proposta busca ampliar as oportunidades de trabalho, renda e protagonismo feminino. Além das mulheres diretamente capacitadas, o projeto beneficiará indiretamente suas famílias, organizações sociais locais, cooperativas e associações de catadores, empresas parceiras, instituições públicas e a comunidade em geral, por meio da disseminação de práticas de reaproveitamento de resíduos, educação ambiental e valorização da economia circular. Ao final do programa, espera-se que as participantes estejam aptas a compreender os princípios da economia circular, identificar possibilidades seguras de reaproveitamento de resíduos de madeira, produzir peças com valor agregado, aplicar técnicas básicas de gestão e comercialização e planejar caminhos de inserção produtiva ou formalização.","mes_proposta":6,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-06-08","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}