{"data":[{"id_proposta":79462,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"63993101000120","nm_ente_recebedor":"RECICLANTES ASSOCIACAO DE APOIO A RECICLAGEM DE PRODUTOS PLASTICOS","ed_cep":"27583-450","ed_logradouro":"RUA WANDERBILT DUARTE DE BARROS","ed_numero":"1082","ed_complemento":"LOJA 02 PRIMEIRO PISO","ed_bairro":"ITATIAIA","cd_ibge_recebedor":3302254,"nm_municipio_recebedor":"ITATIAIA","nm_uf_recebedor":"RIO DE JANEIRO","sg_uf_recebedor":"RJ","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":null,"nm_unidade_gestora":null,"ds_objeto":"A reciclagem de plástico, da forma como é feita hoje, não consegue resolver o problema: lixões, aterros, rios e mares por todo o mundo estão cada vez mais poluídos por este material.O modelo atual se baseia em grandes usinas de reciclagem, localizadas em grandes centros urbanos. Estas indústrias recebem plástico que vem de longe e só aproveitam pequena parcela do que chega, descartando o restante em aterros. Na maior parte das vezes, não há nenhuma preocupação ambiental: a ideia é conseguir matéria prima barata para se fazer em larga escala objetos de baixo valor. Além disto, este modelo é injusto e perversos, pagando tão pouco aos catadores que eles não conseguem sair da situação de pobreza ou miséria.Uma alternativa a este modelo se baseia no conceito de Reciclagem Local de Plástico. Segundo este modelo, o resíduo plástico deve ser transformados em objetos de valor, no local de descarte, por pessoas sem formação técnica e fora do ambiente industrial.Na Universidade Federal da Bahia (UFBA) foram desenvolvidas máquinas e metodologias apropriadas à Reciclagem Local de Plástico. Estas máquinas transformam resíduo plástico em placas e barras de plástico maciço que, posteriormente, são usadas como matéria prima para produtos de valor comercial.Em parceria com a Reciclantes e o THP, foi desenvolvido também o modelo de um empreendimento social, que chamamos de Oficina de Transformação (OT), local onde resíduos plásticos são transformados em móveis, localmente, por mulheres de baixa escolaridade e sem formação técnica.Uma OT é um espaço físico de cerca de 100 metros quadrados (50 cobertos e 50 ao ar livre) onde trabalham cerca de 10 mulheres. Estas mulheres são capacitadas para utilizar as máquinas de transformação que desenvolvemos e também máquinas operatrizes convencionais (furadeiras, serras, lixadeiras etc). Uma OT é capaz de reciclar uma tonelada de resíduo plástico por mês.Hoje, há OTs produzindo e vendendo móveis em diversas localidades: Pedra Furada - SE, Itaparica - BA, Itatiaia – RJ, Fortaleza – CE e Natal – RN. Estão em fase de implantação as OT de Trancoso – BA, Camaçari - BA, Riachão do Jacuípe – BA e São Luiz- MA.Este projeto visa a implantação de uma Oficina de Transformação de Plástico (OT) na região Sul do Brasil. Visa também a implantação de um sistema de coleta seletiva e uma campanha de educação ambiental em uma escola pública, de forma a garantir matéria prima para a OT.O público mais impactado pelo projeto, sem dúvida são as mulheres. Sem formação técnica, elas dificilmente conseguiriam um emprego formal, mas se tornando artesãs do plástico fazem um trabalho especializado e criativo e ainda garantem uma renda razoável. Elas e suas famílias são as principais beneficiadas pelo projeto.Os catadores também são beneficiados: como o plástico é transformado em objetos de alto valor, as OT podem pagar aos catadores um valor muito maior que o mercado por quilo de plástico. Nas OT já em operação, o valor praticado por quilo de plástico é R$5,00, muito acima do mercado (em torno de R$1,00) e próximo ao valor do quilo de alumínio (entre R$6,00 e R$8,00).O sistema de coleta seletiva e a campanha de educação ambiental na escola beneficiam estudantes e professores e seus familiares, centenas de pessoas dependendo do tamanho da escola.Esperamos com o desenvolvimento deste projeto, gerar impacto social e ambiental positivos e ainda aumentar a conscientização de jovens e crianças a respeito dos problemas relacionados à poluição, em especial pela poluição por plástico.","ds_problema_proposta":"Falta de trabalho para mulheres de baixa escolaridadeNo Brasil, a falta de trabalho decente para mulheres de baixa escolaridade permanece como um importante desafio social e econômico, marcado pela concentração dessas trabalhadoras em ocupações informais, precárias e de baixa remuneração. Muitas enfrentam jornadas extensas, ausência de direitos trabalhistas, insegurança financeira e dificuldade de acesso à qualificação profissional, fatores que limitam sua autonomia econômica e ampliam desigualdades de gênero e renda. Além disso, responsabilidades relacionadas ao cuidado da casa, dos filhos e de familiares recaem majoritariamente sobre as mulheres, reduzindo suas oportunidades de inserção e permanência em empregos formais. Esse cenário é ainda mais agravado em regiões com menor dinamismo econômico e entre mulheres negras e periféricas, evidenciando a necessidade de políticas públicas voltadas à educação, capacitação profissional, inclusão produtiva e valorização do trabalho feminino.Baixo valor pago aos catadores pelo quilo de plásticoDevido à alta oferta e baixa demanda por plástico para reciclagem, os catadores de rua e mesmo as cooperativas de catadores não conseguem vendê-lo por um valor razoável normalmente este valor está em torno de R$1,00. Alguns tipos de plástico, como o Polipropileno (PP), tem valor ainda mais baixo. O PP, na Bahia chamado de Cacareco, muitas vezes não é comprado pelo atravessador, sendo despachado para o aterro, depois de segregado. Como nas OT o plástico é transformado em objetos de alto valor, elas podem pagar aos catadores um valor muito maior que o mercado. Nas OT já em operação, o valor praticado por quilo de plástico é R$5,00, muito acima do valor praticado no mercado e próximo ao valor do quilo de alumínio (entre R$6,00 e R$8,00).Aumento da oferta de plástico para reciclagem gerando baixa nos preçosAumentar o sistema de coleta seletiva é relativamente fácil e melhora significativamente a eficiência das cooperativas de catadores na segregação de plástico para reciclagem. O aumento da demanda é muito mais complicado: no modelo atual, depende de grandes financiamentos para a implantação de novas fábricas recicladoras. Estes fatos levam a um problema: a queda no valor de mercado do plástico para reciclagem.Na região Sul do Brasil isto já está sendo sentido. Com o apoio da Itaipu Bi-Nacional, mais e 100 Unidades de Valorização da Reciclagem estão sendo implantadas, a oferta de plástico aumentou e o valor de mercado já caiu. Acreditamos que uma forma de valorizar o plástico é fazer com que ele seja transformado em objetos de valor, localmente. Fazer com que a consciência ambiental de jovens da periferia se transforme em ação. A consciência ambiental entre jovens pobres no Brasil tem crescido nos últimos anos, especialmente em comunidades urbanas periféricas e regiões vulneráveis aos impactos da degradação ambiental. Muitos desses jovens convivem diretamente com problemas como ausência de saneamento básico, acúmulo de resíduos, enchentes, poluição e falta de áreas verdes, o que torna as questões ambientais parte concreta de sua realidade cotidiana. Uma forma de aumentar o engajamento destes jovens em ações coletivas voltadas à melhoria de suas comunidades é mostrar a eles que a reciclagem de plástico é uma atividade que dá dinheiro.Baixa adesão à Coleta seletivaA baixa adesão à coleta seletiva constitui um dos principais desafios para a efetividade da gestão de resíduos sólidos no Brasil. Entre os fatores que contribuem para esse cenário, destacam-se a falta de informação da população sobre a separação correta dos resíduos, a insuficiência de infraestrutura adequada para coleta e destinação, a irregularidade dos serviços públicos e a ausência de ações permanentes de educação ambiental. Mas há outro problema: as pessoas não sabem o que é feito com o material que selecionam e não acreditam que a coleta seletiva tem eficácia. Acreditamos que o simples fato de substituir as caixas de coleta seletiva atuais por caixas feitas de plástico reciclado terá um impacto significativo na confiança da população na coleta Seletiva e pode aumentar o engajamento da população.Poluição por plásticoUma OT será capaz de reciclar uma tonelada de plástico por mês. Comparado à quantidade de plástico descartado, este número parece insignificante, mas a ideia é escalar: hoje, no Brasil, há cerca de 2000 cooperativas e associações de catadores distribuídas em mais de 1600 municípios. Nosso objetivo é que dentro ou próximo de cada cooperativa de catadores haja uma Oficina de Transformação de Plástico. Se alcançarmos este objetivo, conseguiremos impactar positivamente a vida de milhares de pessoas evitando, ao mesmo tempo, que milhares de toneladas de plástico cheguem aos lixões, aos rios e aos mares.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O presente projeto apresenta forte alinhamento com as diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR), ao integrar inclusão social, fortalecimento da cadeia da reciclagem, educação ambiental, inovação tecnológica e promoção da economia circular em uma proposta de impacto socioambiental.Uma das principais diretrizes da LIR é o fortalecimento da reciclagem e da valorização dos resíduos sólidos. Nesse sentido, o projeto propõe um modelo inovador de Reciclagem Local de Plástico, no qual resíduos plásticos pós-consumo são transformados em móveis e produtos de valor agregado dentro da própria comunidade onde são descartados. Diferentemente do modelo tradicional, baseado em grandes usinas recicladoras localizadas em centros urbanos, a proposta descentraliza a transformação do plástico, reduzindo desperdícios e ampliando o aproveitamento dos resíduos.O projeto também está alinhado à diretriz da LIR voltada à promoção da economia circular. Ao transformar plástico descartado em produtos duráveis e comercializáveis, a proposta amplia o ciclo de vida dos materiais e reduz a destinação inadequada de resíduos para lixões, aterros, rios e mares. O plástico deixa de ser tratado apenas como rejeito e passa a ser reconhecido como recurso produtivo capaz de gerar renda, inclusão e desenvolvimento local.Outro importante objetivo da LIR contemplado pelo projeto é a inclusão social e produtiva. O público prioritário da proposta é composto por mulheres de baixa escolaridade e em situação de vulnerabilidade social, grupo frequentemente excluído do mercado formal de trabalho. A implantação da Oficina de Transformação de Plástico (OT) permitirá a capacitação dessas mulheres em atividades técnicas relacionadas à transformação de resíduos plásticos, possibilitando geração de renda, fortalecimento da autonomia econômica e valorização profissional.A proposta também beneficia diretamente catadores e cooperativas de reciclagem, públicos reconhecidos como estratégicos para a gestão de resíduos sólidos no Brasil. Um dos principais problemas enfrentados pelos catadores é o baixo valor pago pelo plástico reciclável. Em razão da elevada oferta e da baixa demanda industrial, muitos tipos de plástico possuem valor comercial extremamente reduzido. O modelo das Oficinas de Transformação altera essa lógica ao agregar valor ao material reciclável por meio da fabricação local de produtos acabados.Nas OT já em funcionamento, o valor pago pelo quilo do plástico chega a aproximadamente R$ 5,00, muito acima do valor médio praticado pelo mercado convencional, em torno de R$ 1,00 por quilo. Dessa forma, o projeto contribui para aumentar a renda dos catadores, fortalecer cooperativas e tornar economicamente mais atrativa a atividade da reciclagem.A proposta também está alinhada às diretrizes da LIR relacionadas à inovação tecnológica. As máquinas e metodologias utilizadas nas Oficinas de Transformação foram desenvolvidas na Universidade Federal da Bahia (UFBA), especificamente para permitir que pessoas sem formação técnica possam atuar na transformação de resíduos plásticos fora do ambiente industrial convencional. Trata-se de uma tecnologia social de baixo custo, acessível e replicável.Outro eixo importante da LIR contemplado pela proposta é a educação ambiental. O projeto prevê a implantação de sistemas de coleta seletiva em escolas públicas e a realização de campanhas educativas voltadas a estudantes, professores e familiares. Essas ações contribuem para ampliar o conhecimento sobre separação de resíduos, reciclagem e impactos da poluição por plástico, além de fortalecer o engajamento comunitário em práticas sustentáveis.O projeto também busca aumentar a confiança da população na coleta seletiva. Muitas pessoas deixam de participar desses programas por não acreditarem na efetividade da reciclagem ou por desconhecerem o destino dos materiais coletados. Ao utilizar caixas de coleta seletiva e mobiliário produzidos com plástico reciclado, a proposta torna visível o resultado concreto da reciclagem, estimulando maior participação social.Por fim, o projeto apresenta elevado potencial de replicação. O Brasil possui cerca de duas mil cooperativas e associações de catadores distribuídas em mais de 1.600 municípios. A implantação de Oficinas de Transformação próximas a essas organizações pode criar uma ampla rede nacional de reciclagem local, capaz de gerar trabalho e renda, fortalecer a economia circular e reduzir significativamente a poluição causada pelo descarte inadequado de resíduos plásticos.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"A presente proposta apresenta forte convergência com os objetivos e diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR), estabelecendo uma relação clara de interesses recíprocos entre o projeto e a política pública voltada ao fortalecimento da cadeia da reciclagem no Brasil. Enquanto a LIR busca ampliar a reciclagem, fortalecer a economia circular, promover inclusão social e incentivar soluções inovadoras para a gestão de resíduos sólidos, o projeto propõe um modelo prático e replicável de valorização local do plástico reciclável.Um dos principais interesses comuns entre a proposta e a LIR está no fortalecimento da reciclagem como instrumento de desenvolvimento sustentável. O projeto da Oficina de Transformação de Plástico (OT) transforma resíduos plásticos descartados em móveis e produtos de valor agregado, reduzindo a destinação inadequada de materiais para lixões, aterros, rios e mares. Dessa forma, contribui diretamente para os objetivos da LIR de ampliar o reaproveitamento de resíduos sólidos e reduzir impactos ambientais.A proposta também está alinhada ao interesse da LIR em fortalecer a economia circular e ampliar a valorização econômica dos resíduos recicláveis. O modelo tradicional da reciclagem concentra valor nas grandes indústrias recicladoras, enquanto os catadores recebem remuneração muito baixa pelo plástico coletado. O projeto propõe uma alternativa baseada na transformação local do plástico em produtos acabados, aumentando significativamente o valor agregado do resíduo. Nas Oficinas de Transformação já em operação, o valor pago pelo quilo do plástico chega a aproximadamente R$ 5,00, muito acima do valor normalmente praticado pelo mercado convencional. Isso fortalece economicamente os catadores e torna a atividade da reciclagem mais justa e sustentável.Outro importante ponto de convergência entre a proposta e a LIR está relacionado à inclusão social e produtiva. O projeto prioriza mulheres de baixa escolaridade, grupo frequentemente excluído do mercado formal de trabalho. Por meio da capacitação e atuação nas Oficinas de Transformação, essas mulheres passam a desenvolver uma atividade especializada e geradora de renda, promovendo autonomia financeira e melhoria das condições de vida de suas famílias.A proposta também converge com os interesses da LIR relacionados ao fortalecimento de cooperativas e trabalhadores da reciclagem. Ao aumentar o valor pago pelo plástico reciclável, o projeto contribui para fortalecer economicamente catadores e cooperativas, ampliando o interesse pela coleta seletiva e reduzindo o descarte inadequado de resíduos.Outro interesse recíproco importante está relacionado à inovação tecnológica. O projeto utiliza máquinas e metodologias desenvolvidas na Universidade Federal da Bahia (UFBA), especificamente voltadas à Reciclagem Local de Plástico. Trata-se de uma tecnologia social de baixo custo, acessível e replicável, permitindo que comunidades fora dos grandes centros industriais participem da cadeia da reciclagem.A proposta também atende aos interesses da LIR voltados à educação ambiental. O projeto prevê sistemas de coleta seletiva e campanhas educativas em escolas públicas, envolvendo estudantes, professores e familiares em ações permanentes de conscientização sobre reciclagem e poluição por plástico. Além disso, ao utilizar mobiliário e caixas de coleta seletiva produzidos com plástico reciclado, o projeto torna visível o resultado concreto da reciclagem, fortalecendo a confiança da população na coleta seletiva.Por fim, a proposta apresenta elevado potencial de replicação. A implantação de Oficinas de Transformação próximas a cooperativas e associações de catadores pode criar uma ampla rede nacional de reciclagem local, promovendo geração de renda, valorização dos resíduos e redução da poluição ambiental.Dessa forma, o projeto e a Lei de Incentivo à Reciclagem compartilham objetivos convergentes relacionados à inclusão social, valorização da reciclagem, inovação tecnológica, educação ambiental e desenvolvimento sustentável.","situacao_proposta":"Em Elaboração","in_situacao_analise":null,"ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"datas específicas","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":null,"in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":null,"dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O público-alvo prioritário deste projeto é composto por mulheres de baixa escolaridade e em situação de vulnerabilidade social e econômica, especialmente aquelas com dificuldade de inserção no mercado formal de trabalho. Por meio da implantação da Oficina de Transformação de Plástico (OT), essas mulheres serão capacitadas para atuar na transformação de resíduos plásticos em móveis e outros produtos de valor agregado, utilizando tecnologias acessíveis e de fácil operação. O projeto busca promover geração de renda, inclusão produtiva, fortalecimento da autonomia econômica e melhoria das condições de vida das participantes e de suas famílias.Também são beneficiários diretos os catadores, cooperativas e associações de reciclagem da região atendida, que passarão a comercializar resíduos plásticos por valores significativamente superiores aos praticados pelo mercado convencional, fortalecendo economicamente a atividade da coleta seletiva e valorizando o trabalho dos profissionais da reciclagem.Estudantes, professores e familiares da escola pública participante também serão diretamente beneficiados pelas ações de coleta seletiva e educação ambiental previstas no projeto. Além de ampliar a conscientização sobre poluição por plástico, reciclagem e sustentabilidade, o projeto busca aproximar os jovens da realidade da economia circular, mostrando que resíduos podem gerar trabalho, renda e impacto positivo para a comunidade. A participação nas atividades educativas poderá estimular mudanças de comportamento dentro das famílias, aumentar o engajamento na coleta seletiva e fortalecer o sentimento de responsabilidade ambiental coletiva.","mes_proposta":5,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-05-17","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Engenharia"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Obra"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Reforma"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}