{"data":[{"id_proposta":64011,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"20472571000136","nm_ente_recebedor":"INSTITUTO GAS PETRO","ed_cep":"22620-311","ed_logradouro":"AVENIDA PREFEITO DULCIDIO CARDOSO","ed_numero":"1200","ed_complemento":"APT 1110 BLC 1","ed_bairro":"BARRA DA TIJUCA","cd_ibge_recebedor":3304557,"nm_municipio_recebedor":"RIO DE JANEIRO","nm_uf_recebedor":"RIO DE JANEIRO","sg_uf_recebedor":"RJ","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":null,"nm_unidade_gestora":null,"ds_objeto":"De acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2022, elaborado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), as cidades brasileiras geraram cerca de 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos em 2022, o equivalente a aproximadamente 64 kg por habitante ao ano. Esse volume representa um grave desafio ambiental, com grande parte desse material descartado de forma inadequada, contribuindo para poluição de rios, oceanos e solos.A presente proposta visa iniciar um Projeto Piloto no RJ com a implantação de 01 mini usina produção de tijolos de plástico reciclado (denominada \"R-Bloko\"). A usina terá capacidade inicial para produzir tijolos de plástico reciclado suficientes para a construção de até 5 casas populares por dia (em escala piloto, com ajuste gradual conforme coleta local e parcerias como a Recicladora Bem Verde Ambiental no Rio de Janeiro, Endereço: R. da Farinha, 960 - Penha Circular, Rio de Janeiro - RJ, 21011-040, Brasil). A Recicladora Bem Verde Ambiental já destinou um volume de 80 Toneladas/semana, resíduo plástico não vendável. O foco é resolver o problema do Resíduo plástico sem valor comercial para venda de produtos reciclados que normalmente vão parar no aterro sanitário e transformar em moradia social de qualidade para pessoas em vulnerabilidade social na cidade, transformando resíduos plásticos locais em habitações dignas, resistentes, térmicas e de baixo custo.Esse piloto alinha-se diretamente à Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), promovendo logística reversa, reciclagem e inclusão produtiva.Solução AmbientalAo Transformar Resíduo plástico sem valor comercial para venda de produtos reciclados que normalmente vão parar no aterro sanitário coletados no Rio de Janeiro e região, a iniciativa reduz o descarte inadequado em lixões/aterros, e conserva a natureza de esconder esse material aterrado, diminui emissões de CO₂ e contribui para a preservação da Cidade. A reciclagem de plástico consome até 80-90% menos energia que a produção virgem, mitigando mudanças climáticas e promovendo uma economia circular local.Empregabilidade e Inclusão SocialO Brasil conta com cerca de 800 mil catadores de materiais recicláveis, sendo aproximadamente 70% mulheres (dados Abrelpe e IBGE). No Rio de Janeiro, a parceria com cooperativas de catadores locais permitirá a geração de renda digna, formalização do trabalho e capacitação. A mini usina criará empregos diretos (operação, triagem, produção) e indiretos (coleta, logística, construção), fortalecendo a inclusão socioprodutiva prevista na PNRS.Moradia SocialAs moradias construídas com tijolos de plástico reciclado oferecem dignidade, segurança e conforto térmico/acústico superior ao convencional, com montagem rápida (5 dias em vez de meses) e custo reduzido. Elas transformam vidas de famílias em vulnerabilidade habitacional nas comunidades do Rio de Janeiro, atendendo demandas do programa habitacional municipal ou federal (ex. Minha Casa Minha Vida), com soluções sustentáveis e inovadoras. As casa de tijolos de plástico reciclado, já são uma realidade em Países como Colômbia, Cabo-verde, Índia e outros agora chegou a vez do Brasil com apoio da LIR.Pegada de CarbonoA produção de tijolos a partir de plástico reciclado reduz significativamente a pegada de carbono em comparação à fabricação de materiais tradicionais (como tijolos cerâmicos ou cimento). Essa iniciativa não só minimiza emissões associadas ao plástico virgem, mas também evita a queima ou decomposição inadequada de resíduos, contribuindo para metas climáticas nacionais e locais.","ds_problema_proposta":"O projeto visa combater o descarte do resíduo sem utilização, evitando ser aterrado ou queimado, transformando em tijolos para construção de moradia social, muro de contenção, barreiras e outras utilidades para tijolos que montam como lego. Outro problema, a baixa recuperação de resíduos plásticos pós-consumo com qualidade para reciclagem e revenda sem contaminação no Rio de Janeiro e região. Por meio da integração da coleta seletiva realizada por catadores e cooperativas locais com uma mini usina de produção de tijolos ecológicos a partir de plástico reciclado, essa abordagem aumenta os índices de coleta, eleva a renda dos catadores e promove moradia social digna, transformando resíduos em habitações acessíveis.Pesquisas da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema, Panorama 2025 – ano-base 2024) indicam que apenas cerca de 8,7% dos resíduos sólidos urbanos (RSU) são encaminhados à reciclagem no Brasil, gerando desperdício de recursos, poluição ambiental e perda econômica estimada em bilhões de reais anualmente. No Rio de Janeiro, cidade com alta geração de plásticos devido a quantidade populacional e consumo urbano, grande parte desse material ainda é descartada inadequadamente, agravando problemas como poluição na Baía de Guanabara, praias, rios, córregos e manguezais.A cadeia enfrenta falhas em todos os elos:Geradores (população e empresas) insatisfeitos pela falta de transparência e incentivos para separar corretamente.Catadores atuando na informalidade, com rendas baixas (média < R$ 1 mil/mês) e sem proteção social.Intermediários priorizando frações mais valiosas, deixando plásticos de menor valor de lado.Recicladoras recebendo material de baixa qualidade e sem oferta estável.Principais problemas identificados:Alto volume de plástico contaminado nos Aterros Sanitários, mares, rios, mangues e lagoasBaixa recuperação de materiais recicláveis pós-consumo (especialmente plásticos).Alta informalidade no trabalho de catadores.Baixo engajamento da população e empresas.Investimentos pulverizados e insuficientes.Baixa renda e vulnerabilidade dos catadores.Falta de rastreabilidade da origem e destinação dos resíduos.Status atual no Rio de Janeiro:Estado do RJ: Coleta seletiva resgata apenas 1,5% dos RSU (121 mil toneladas em 2023, crescimento de 40 mil em 2019 e 100 mil em 2021). Desperdício de >2,5 milhões de toneladas de recicláveis/ano, perda econômica de R$ 2,6 bilhões (Firjan 2025). Potencial enorme para plásticos pós-consumo.Cidade do Rio (Comlurb): Reciclagem efetiva ~0,5% do lixo reciclável misturado no aterro de Seropédica. Coleta seletiva porta a porta em 117 bairros (expansão contínua em 2025/2026 com campanhas em praças, feiras e praias), ~30 cooperativas recebem material gratuito, mas volume e cobertura limitados, custos altos e dependência de catadores informais.Nacional (ABREMA 2025): Reciclagem mecânica de secos 8,7% (7,1 milhões de toneladas em 2024), aproveitamento total (incluindo bio-energética) 20,4%. Menos de 65% dos municípios com coleta seletiva plena; grandes centros como RJ <50% em muitas áreas.Outros destaques: RJ desperdiça potencial de R$11 bilhões e 40 mil empregos com ampliação da reciclagem (Firjan). Para plásticos, foco em logística reversa (PNRS) e metas de empresas (ex.: Braskem 1 milhão de toneladas recicladas até 2030).Solução do projetoO projeto implanta uma mini usina \"Casa de Plástico Reciclado\" como piloto no Rio de Janeiro, com capacidade para produzir tijolos de plástico reciclado suficientes para construir até 5 casas populares por dia (em escala inicial, ajustável). Essa usina cria demanda fixa e valorizada por plásticos pós-consumo coletados localmente, resolvendo os gargalos da cadeia em um contexto de baixa reciclagem (~1,5% de coleta seletiva no estado, com apenas 0,5% efetiva na cidade e desperdício anual de >2,5 milhões de toneladas de recicláveis, segundo Firjan 2025):Valorização dos operadores logísticos (catadores e ~30 cooperativas credenciadas pela Comlurb) por meio de parcerias diretas, aumentando o volume recuperado de plásticos e fomentando investimentos na coleta.Pagamento pela cessão de créditos de reciclagem, desvinculado do preço volátil de mercado, garantindo renda estável e maior oferta de material para cooperativas que recebem material gratuito da coleta seletiva municipal (atendendo 117 bairros com porta a porta em expansão).Engajamento via gamificação e benefícios para geradores (pessoas físicas e empresas no Rio), integrando a cadeia com responsabilidade compartilhada (PNRS) – ex.: pontos por separação correta, trocados por descontos ou prêmios, alinhado às campanhas da R-Bloko.Mobilização da sociedade, empresas (turismo, eventos e setor privado), Comlurb e prefeitura para investimentos estruturados na usina e na cadeia, reduzindo descarte no aterro de Seropédica e poluição na Baía de Guanabara.Remuneração adicional via créditos, elevando a renda de catadores (R$ 0,40 a 0,70/kg coletado) e cooperativas","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O projeto promove a intersecção entre inovação tecnológica e responsabilidade social, transformando passivos ambientais em ativos habitacionais. No Rio de Janeiro, onde o desperdício anual de recicláveis atinge R$ 2,6 bilhões e a coleta seletiva cobre apenas 1,5% dos resíduos (Firjan 2025), o R-Bloko atua na mitigação climática e na dignidade urbana.Objetivos MacrosNovos Modelos de Negócio: Estratégias \"R\" (Reduzir a Recuperar) para transformar plástico pós-consumo em tijolos ecológicos, gerando demanda fixa e renda estável para catadores, protegendo-os da volatilidade do mercado.Rotas Tecnológicas: Implementação de mini usinas de processamento com rastreabilidade digital (da coleta em bairros cariocas à destinação em moradias) e ferramentas de medição de impacto (kg de plástico removido e CO₂ evitado).Soluções para Reciclagem e Moradia: Sistema inclusivo com ~30 cooperativas credenciadas pela Comlurb. A construção rápida (até 5 casas/dia) remove diretamente 9.000 kg de plástico por unidade, combatendo o descarte em praias, na Baía de Guanabara e no aterro de Seropédica.Metas e Etapas de ExecuçãoI. Capacitação, Formação e Assessoria TécnicaTreinamentos em gestão cooperativa, finanças e empreendedorismo para catadores e autônomos locais.Capacitação técnica para operação da mini usina, moldagem de tijolos e construção civil.Educação ambiental em escolas e setor de eventos; adesão popular via gamificação (pontos por separação de lixo trocados por benefícios locais).III. Pesquisas e EstudosElaboração de manuais técnicos de operação e construção.Estudos mensais de gravimetria e impacto ambiental (meta: processamento de 45 toneladas/dia).Relatórios semestrais de CO₂ evitado e recursos poupados (água/energia), compartilhados com parceiros e órgãos públicos.V. Equipamentos e VeículosInstalação da mini usina de reciclagem com 10 moldes de tijolos.Aquisição de 5 extrusoras de grande calibre (45mm, capacidade 300kg/h).Frota logística: 01 Saveiro e 01 Pickup 4x4.Infraestrutura de TI (computadores e tablets) para suporte à plataforma de gamificação e rastreabilidade.VI. Redes de Comercialização e Cadeias ProdutivasImplementação de remuneração fixa (créditos desvinculados do mercado) para catadores.Integração total da cadeia: Catadores → Cooperativas → Mini Usina → Habitação Social (parcerias com Prefeituras ou programas como Minha Casa Minha Vida).Capacitação específica para o uso da plataforma digital R-Bloko.VII. Fortalecimento da Participação dos CatadoresPagamento adicional pela coleta e registro de origem (estimativa: R$ 0,40 a 0,70/kg).Inclusão formal das 10 cooperativas estratégicas, garantindo proteção social e geração de empregos diretos (usina) e indiretos (construção).VIII. Desenvolvimento de Novas TecnologiasAdaptação tecnológica da mini usina para produção de tijolos de polímero reciclado.Desenvolvimento de software para rastreabilidade completa e cálculo automático de impacto ambiental.Otimização da jornada do usuário para elevar a adesão da população carioca ao sistema de coleta seletiva inclusiva.Impacto Final: O projeto não apenas reduz o desperdício de mais de 2,5 milhões de toneladas de recicláveis/ano no estado, mas estabelece um novo paradigma de moradia digna e inclusão produtiva, alinhado à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"Projeto R-Bloko: Economia Circular e Habitação Social no Rio de JaneiroO projeto R-Bloko estabelece um ecossistema de interesses recíprocos para transformar a gestão de resíduos no Rio de Janeiro. Em um cenário onde o estado desperdiça R$ 2,6 bilhões anuais em recicláveis (Firjan 2025) e a capital recicla apenas 0,5% do lixo misturado (Comlurb/G1 2025), a iniciativa conecta a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) à dignidade habitacional.Interesses Recíprocos e Impacto SistêmicoCatadores e Cooperativas: Garantia de renda estável (desvinculada da volatilidade do mercado), capacitação e inclusão formal para as ~30 cooperativas credenciadas pela Comlurb.População e Empresas: Engajamento via gamificação, transparência no descarte e acesso a moradias sociais para famílias vulneráveis.Poder Público (Prefeitura/Comlurb): Redução de custos com o aterro de Seropédica e mitigação da poluição na Baía de Guanabara.Meio Ambiente: Remoção direta de 9.000 kg de plástico por casa construída, conservação de recursos e redução drástica de CO₂.Metas e Etapas do Programa (Piloto RJ)I - Capacitação, Formação e Assessoria TécnicaFocada em eficiência operacional e conscientização social:Treinamento Profissional: Finanças, gestão cooperativa e empreendedorismo para catadores e autônomos.Operação Técnica: Capacitação na operação da mini usina (moldagem de tijolos e construção civil) e no uso de ferramentas digitais de rastreabilidade.Educação Ambiental: Campanhas em escolas, praias e setor de turismo focadas no impacto da remoção de 9 toneladas de plástico por unidade habitacional.Engajamento Digital: Adesão popular via App de gamificação (pontos trocados por benefícios locais) com suporte de GPS para localização de catadores.V - Equipamentos e VeículosInfraestrutura para escala industrial e logística urbana:Parque Industrial: Instalação da mini usina com capacidade para produzir insumos para 5 casas/dia.Logística de Campo: Aquisição de veículos para transporte de plásticos coletados e entrega dos blocos produzidos.Tecnologia de Gestão: Tablets, celulares e computadores para a operação da plataforma R-Bloko, garantindo o registro de cada kg coletado.VI - Redes de Comercialização e Cadeias ProdutivasIntegração da cadeia de valor do plástico pós-consumo:Remuneração Fixa: Pagamento por homologação, triagem e entrega, garantindo previsibilidade financeira aos catadores.Ciclo Construtivo: Integração direta: Catadores → Cooperativas → Mini Usina → Habitação Social (via parcerias com o Minha Casa Minha Vida ou doações corporativas).Cursos de Otimização: Capacitação contínua para maximizar o aproveitamento dos polímeros coletados no contexto carioca.VII - Fortalecimento da Participação dos CatadoresDignidade e valorização do trabalho na base da pirâmide:Remuneração Adicional: Pagamento de R$ 0,40 a R$ 0,70 por kg coletado, acrescido de bônus por volume.Inclusão Social: Geração de empregos diretos na usina (triagem e operação) e indiretos na construção, oferecendo proteção social e formalização.Governança: Participação ativa das cooperativas nas decisões do projeto e treinamento em ferramentas digitais de monitoramento.VIII - Desenvolvimento de Novas TecnologiasInovação em rastreabilidade e métricas ambientais:Engenharia de Processos: Adaptação da mini usina para a produção de tijolos ecológicos de alta resistência a partir de resíduos plásticos.Plataforma R-Bloko: Desenvolvimento de módulos para rastreabilidade total (origem por bairro → processamento → destino final).Cálculo de Impacto Automático: Monitoramento em tempo real do plástico removido, CO₂ evitado e recursos naturais preservados para relatórios de impacto (ESG).Conclusão do Piloto: O R-Bloko transforma um passivo ambiental massivo em um ativo social de alta visibilidade, promovendo moradia digna e mitigação climática no Rio de Janeiro através da inovação tecnológica e inclusão produtiva.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"datas específicas","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-04-13T02:33:51.372999","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O projeto \"R-Bloko\" visa integrar todos os elos da cadeia de reciclagem de plásticos pós-consumo no Rio de Janeiro, transformando resíduos em tijolos ecológicos para construção de moradias sociais. A mini usina cria demanda estável e valorizada, removendo diretamente 9.000 kg de lixo plástico do ambiente por casa construída (potencial para dezenas de toneladas diárias no piloto), promovendo inclusão social, renda digna e alinhamento à PNRS (Lei 12.305/2010), em uma cidade com coleta seletiva limitada (~1,5% no estado, apenas 0,5% efetiva na capital, Firjan/Comlurb 2025/2026) e alto desperdício de recicláveis.Os públicos-alvo incluem todos os atores beneficiados pela iniciativa, com foco local no Rio de Janeiro (alta geração de plásticos por consumo urbano, turismo, eventos e densidade populacional; coleta seletiva em expansão via Comlurb em 117-118 bairros, com ~30 cooperativas credenciadas beneficiando ~450 famílias):Público-alvo primário: Moradores de rua, pessoas em situação de desastres naturais, famílias de comunidades carentes ou em vulnerabilidade social (favelas, barracos, palafitas e periferias), atendendo demandas urgentes de moradia digna em áreas com alta precariedade habitacional (ex.: programas como Morar Carioca do Aço, que entregou moradias em 2025/2026, e iniciativas para regularização em AEIS).Público-alvo secundário:Catadores (autônomos e das 30 cooperativas credenciadas pela Comlurb): remuneração de R$ 0,40 a 0,70/kg pela coleta e entrega de plásticos na usina, gerando renda adicional estimada > R$ 1.000,00/mês por catador (com volume crescente via parcerias e rastreabilidade). Isso formaliza o trabalho, oferece proteção social e dignidade, considerando que o Brasil tem cerca de 800 mil catadores (muitos informais, 70% mulheres), e no RJ as cooperativas recebem material gratuito da coleta seletiva.Cooperativas (credenciadas pela Comlurb): renda adicional de cerca de R$750 por cooperado (baseado em cooperativas com capacidade para processar volumes significativos, como 300 ton/mês e 40 cooperados). A usina garante compra fixa de material triado, reduzindo dependência do mercado volátil e fortalecendo a estrutura local (as 30 cooperativas já atendem a coleta seletiva em 117-118 bairros e beneficiam 450 famílias).Pessoas Físicas (geradores no Rio de Janeiro): engajamento via campanhas de educação ambiental, gamificação simples (ex.: pontos por separação correta de plásticos, trocados por benefícios locais como descontos em comércio ou prioridade em programas sociais) e clube de benefícios. Isso fomenta uma comunidade consciente, com marketing de relacionamento para adesão contínua à coleta seletiva (em expansão nos bairros via Comlurb).Empresas não ligadas diretamente à logística reversa (ex.: turismo, eventos e setor privado no Rio): oportunidade de investir ou patrocinar o projeto como parte de responsabilidade socioambiental (ex.: doação de casas construídas para comunidades ou funcionários). Benefícios incluem imagem positiva, cumprimento de metas ESG e engajamento de colaboradores via incentivos (ex.: pontos ou créditos ambientais).Empresas diretamente ligadas à logística reversa: estratégia para aumentar a disponibilidade de notas fiscais e créditos de logística reversa, atendendo obrigações da PNRS. Investir no piloto amplia o volume de plásticos coletados e processados localmente.Empresas ligadas a material reciclável como insumo/matéria-prima (ex.: Braskem, Coca-Cola e similares): alinhamento direto às metas ambiciosas – Braskem visa 1 milhão de toneladas de produtos com conteúdo reciclado até 2030; Coca-Cola busca aumentar uso de reciclado para 30-35% globalmente até 2035 e coleta equivalente a 70-75% das embalagens. O projeto oferece volume rastreável de plásticos pós-consumo do Rio de Janeiro (onde o estado gerou 5,4 milhões de toneladas de plásticos em 2020-2024, com IRR de apenas 0,49%), contribuindo para essas metas via parcerias ou compra de créditos/tijolos.Municipalidades ou concessões de coleta e destinação de resíduos (Prefeitura do Rio de Janeiro / Comlurb): A coleta seletiva atende 117-118 bairros (expansão contínua em 2025/2026, com campanhas em feiras, praias e eventos), mas ainda com cobertura limitada e custos elevados (como em grandes centros brasileiros, onde >30% dos municípios não têm plena coleta e capitais <50%). O piloto oferece solução ágil: aumenta volume reciclado, reduz custos com aterro de Seropédica, melhora indicadores ambientais (ex.: menos poluição na Baía de Guanabara) e atende demandas de moradia social em favelas e periferias.","mes_proposta":4,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-04-13","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Engenharia"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}