{"data":[{"id_proposta":47490,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"04159753000103","nm_ente_recebedor":"IMAGEMAGICA","ed_cep":"04049-040","ed_logradouro":"RUA DOS IRIS","ed_numero":"51","ed_complemento":null,"ed_bairro":"MIRANDOPOLIS","cd_ibge_recebedor":3550308,"nm_municipio_recebedor":"SÃO PAULO","nm_uf_recebedor":"SÃO PAULO","sg_uf_recebedor":"SP","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Associação Privada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":null,"nm_unidade_gestora":null,"ds_objeto":"O projeto tem como objetivo estruturar, implementar e consolidar um modelo integrado e replicável de gestão de resíduos sólidos comuns não contaminados recicláveis e orgânicos compostáveis em 02 hospitais públicos, por meio da articulação entre educação ambiental sistematizada, readequação técnica dos fluxos operacionais internos e formalização de parcerias com cooperativas de reciclagem e operadores especializados em compostagem, promovendo eficiência ambiental, inclusão socioprodutiva, redução do envio de rejeitos a aterros sanitários e fortalecimento da economia circular no setor da saúde. A proposta será desenvolvida a partir de três pilares estruturantes e interdependentes: 1. Educação ambiental continuada e aplicada, voltada aos diferentes públicos que compõem o ambiente hospitalar — colaboradores de cozinha, limpeza, administrativos, equipes assistenciais, profissionais de saúde, gestores, pacientes e acompanhantes — com metodologias adequadas a cada perfil, promovendo mudança de comportamento, responsabilidade compartilhada e consolidação de cultura institucional sustentável. 2. Reestruturação técnica da gestão de resíduos comuns, com diagnóstico situacional, padronização de procedimentos, implantação ou aprimoramento do sistema de segregação em três frações (recicláveis, orgânicos compostáveis e rejeitos), adequação de fluxos internos de acondicionamento e armazenamento temporário, além de definição de rotinas operacionais que garantam rastreabilidade e destinação ambientalmente adequada. 3. Integração estruturada com a cadeia da reciclagem e da compostagem, por meio da formalização de parcerias com cooperativas e associações de catadores, bem como com operadores especializados em resíduos orgânicos e/ou estrutura própria de compostagem, melhorando a destinação qualificada dos materiais, ampliando a geração de renda e o fortalecimento institucional dessas organizações. O projeto envolverá de forma transversal toda a comunidade inserida na rotina hospitalar, considerando a alta circulação de pessoas nesses equipamentos públicos e seu potencial de influência territorial. As ações serão organizadas em etapas distintas e complementares, respeitando as especificidades de cada público e promovendo engajamento progressivo. Paralelamente às ações internas nos hospitais, cooperativas e catadores participarão ativamente do processo formativo, contribuindo na construção dos conteúdos de educação ambiental e recebendo apoio técnico voltado à melhoria de infraestrutura, qualificação operacional e aumento da capacidade de processamento dos materiais recebidos. Ao final de sua execução, o projeto pretende não apenas adequar tecnicamente a gestão de resíduos comuns não contaminados nas unidades hospitalares participantes, mas consolidá-las como centros de referência em reciclagem, valorização de resíduos orgânicos e sustentabilidade institucional, gerando resultados mensuráveis de impacto ambiental, social e econômico, com potencial de replicabilidade em outras unidades da rede pública. Em resumo, o projeto pretende adequar a gestão de resíduos comuns não contaminados de hospitais públicos e transformá-los em centros de referência em reciclagem e sustentabilidade.","ds_problema_proposta":"Hospitais públicos são equipamentos de alta complexidade e intensa circulação de pessoas, gerando diariamente volume significativo de resíduos sólidos comuns não contaminados, incluindo materiais recicláveis e resíduos orgânicos com potencial de compostagem. Apesar de sua relevância social e institucional, grande parte dessas unidades ainda apresenta fragilidades na gestão dos resíduos comuns, tais como: ausência ou ineficiência de sistemas padronizados de segregação na fonte, descarte incorreto de materiais recicláveis e orgânicos junto aos rejeitos, baixa integração com cooperativas locais de reciclagem, inexistência ou insuficiência de soluções estruturadas para compostagem de resíduos orgânicos e carência de programas permanentes de educação ambiental voltados aos diferentes públicos do ambiente hospitalar. Estima-se que cada pessoa gere, em média, aproximadamente 1 kg de resíduos por dia, sendo parcela significativa composta por materiais recicláveis e resíduos orgânicos passíveis de reaproveitamento. Em ambientes hospitalares, onde há grande fluxo diário de pacientes, acompanhantes, colaboradores e prestadores de serviço, esse volume é potencializado, ampliando os impactos ambientais decorrentes da destinação inadequada.A ausência de sistemas eficientes de segregação e destinação resulta em: Aumento do volume encaminhado a aterros sanitários; Perda de materiais com potencial de reciclagem e geração de renda; Subaproveitamento de resíduos orgânicos com potencial de compostagem; Ampliação de custos operacionais relacionados ao manejo e disposição final; Redução das oportunidades de inclusão socioprodutiva de cooperativas e associações de catadores. Paralelamente, cooperativas de reciclagem enfrentam desafios estruturais, como limitações de infraestrutura, baixa previsibilidade de volume de materiais e precarização das condições operacionais. A ausência de integração formal com grandes geradores institucionais, como hospitais públicos, limita o potencial de geração de renda e desenvolvimento dessas organizações. Além disso, observa-se que hospitais, apesar de seu papel estratégico na comunidade, ainda não exploram plenamente seu potencial como espaços de formação e disseminação de práticas sustentáveis, capazes de influenciar comportamentos e fortalecer a cultura da economia circular no território em que estão inseridos. Diante desse cenário, torna-se necessária a implementação de um modelo estruturado de gestão de resíduos sólidos comuns não contaminados, que integre educação ambiental, readequação operacional, formalização de parcerias com cooperativas e implantação de soluções para resíduos orgânicos compostáveis, promovendo ganhos ambientais, sociais e econômicos de forma sistêmica e sustentável.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O projeto está diretamente alinhado às diretrizes estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e pelo Plano Nacional de Redução e Reciclagem de Resíduos Orgânicos Urbanos (PLANARO), ao atuar de forma estruturante junto a grandes geradores institucionais – hospitais públicos – promovendo a gestão adequada de resíduos sólidos comuns não contaminados, com foco em recicláveis e orgânicos compostáveis. A proposta contribui para a implementação dos princípios da não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como para a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos, conforme previsto na PNRS. A relação entre os objetivos do projeto e as diretrizes do programa se estabelece da seguinte forma: 1 – Ampliação da coleta seletiva: O projeto implementa e padroniza sistemas de segregação em três frações dentro dos hospitais participantes, ampliando o volume de materiais recicláveis corretamente separados e destinados às cooperativas parceiras, com formalização de fluxos e monitoramento operacional. 5 – Redução de resíduos rejeitos: Ao estruturar a separação adequada na fonte e qualificar os processos internos, o projeto reduz o envio indevido de recicláveis e orgânicos para aterros sanitários, diminuindo o volume de rejeitos e os impactos ambientais associados. 6 – Ampliação da coleta seletiva de orgânicos: A proposta inclui a implementação de soluções para gestão de resíduos orgânicos compostáveis, com destinação a parceiros especializados ou sistemas locais de compostagem, promovendo reaproveitamento e redução da fração orgânica enviada à disposição final. 13 – Ampliação da conscientização para a reciclagem: São implementadas ações estruturadas de educação ambiental voltadas a colaboradores, profissionais de saúde, gestores, pacientes e acompanhantes, promovendo mudança de comportamento, cultura institucional sustentável e replicabilidade das práticas no território. Dessa forma, o projeto não se limita a ações pontuais de sensibilização, mas atua na estruturação sistêmica da gestão de resíduos sólidos comuns em hospitais públicos, contribuindo para o cumprimento das metas nacionais de redução, reciclagem e valorização de resíduos, com impactos ambientais, sociais e econômicos integrados.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"A Lei de Incentivo à Reciclagem tem como finalidade fortalecer a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, ampliando a capacidade técnica, operacional e educativa voltada à redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, com ênfase na inclusão socioprodutiva de catadores e no fortalecimento da cadeia da reciclagem. Nesse contexto, há convergência direta entre os objetivos do órgão repassador e a proposta apresentada. De um lado, o poder público busca ampliar a coleta seletiva, reduzir o envio de resíduos recicláveis e orgânicos aos aterros sanitários, qualificar cooperativas e promover educação ambiental estruturada, especialmente junto a grandes geradores institucionais. De outro, o projeto propõe a implementação de um modelo técnico de gestão de resíduos sólidos comuns não contaminados em hospitais públicos, integrando: Reestruturação de fluxos internos de segregação e destinação; Implantação de sistema de separação em três frações; Formalização de parcerias com cooperativas e operadores de compostagem; Capacitação e apoio técnico às cooperativas; Educação ambiental continuada voltada aos diferentes públicos do ambiente hospitalar. A atuação junto a hospitais públicos é estratégica, pois trata-se de grandes geradores com fluxo intenso de pessoas e forte capacidade de influência territorial, potencializando o alcance das ações educativas e o impacto ambiental positivo. O projeto complementa a atuação estatal ao mobilizar expertise técnica multidisciplinar nas áreas de saúde, gestão ambiental, educação e comunicação de impacto, viabilizando a execução qualificada de ações que contribuem para o cumprimento das metas nacionais de ampliação da reciclagem e valorização de resíduos orgânicos. Adicionalmente, a utilização de recursos incentivados da iniciativa privada fortalece o modelo de responsabilidade compartilhada previsto na legislação, articulando setor público, setor privado e organizações da sociedade civil em torno de objetivos comuns. Assim, os interesses são recíprocos e convergentes: o órgão repassador cumpre sua finalidade legal e fortalece políticas públicas estruturantes; o projeto executa, de forma técnica e mensurável, ações que ampliam a eficiência da gestão de resíduos, promovem inclusão socioprodutiva e consolidam unidades hospitalares como referências em sustentabilidade.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-03-30T12:11:43.939000","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O projeto atuará com 02 hospitais públicos de São Paulo, atingindo diretamente as equipes envolvidas no dia a dia do hospital, bem como as cooperativas de reciclagem e seus cooperados da mesma região. Dessa forma, serão impactadas diretamente as pessoas envolvidas com a rotina dos hospitais, mas também indiretamente todos os pacientes e seus familiares que terão contato com as mudanças na gestão sustentável dos hospitais.Portanto, nosso público-alvo será: colaboradores do hospital para programas educacionais, principalmente equipe de limpeza e cozinha da instituição; pacientes, familiares e comunidade do entorno que receberão uma comunicação sobre a gestão dos resíduos do hospital por meio de uma campanha de conscientização; membros de cooperativas de coleta de recicláveis e catadores para consultoria da parte educacional implementada no hospital.","mes_proposta":3,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-03-27","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Engenharia"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Obra"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Reforma"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}