{"data":[{"id_proposta":45630,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"36543283000165","nm_ente_recebedor":"KAYTEC INFORMATICA LTDA","ed_cep":"13087-430","ed_logradouro":"RUA DAS ORQUIDEAS","ed_numero":"785","ed_complemento":null,"ed_bairro":"CHACARAS PRIMAVERA","cd_ibge_recebedor":3509502,"nm_municipio_recebedor":"CAMPINAS","nm_uf_recebedor":"SÃO PAULO","sg_uf_recebedor":"SP","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Sociedade Empresária Limitada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":11,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"O Ecobolso - Todo Mundo Ganha - é um programa completo de implantação, operação e expansão de um ecossistema de sacolas reutilizáveis rastreáveis, com incentivos econômicos ao reuso, governança de dados e logística reversa das unidades em fim de vida. Seu foco é substituir o modelo de sacolas descartáveis no varejo alimentar por um sistema de ecobags retornáveis, com QR Code individual para rastreamento, controle e geração de evidências auditáveis de impacto ambiental. O objeto inclui desde a distribuição gratuita ao consumidor, sistema de créditos e descontos, plataforma tecnológica que integra PDV, app e sistema para validação de reusos e emissão de relatórios.O projeto financia a produção das ecobags (com qualidade, durabilidade do QR e testes de resistência), a integração operacional no checkout, a comunicação e educação ambiental ao consumidor, a instrumentação de indicadores ESG e o ciclo de reciclagem das unidades danificadas. Ao reduzir sacolas de uso único e comprovar o impacto por meio de dados, o Ecobolso habilita redes de varejo e patrocinadores a cumprirem metas ESG e de logística reversa (adicionalidade), alinhando benefícios ambientais e econômicos.No ponto de venda (supermercados), a validação do reuso é simples e rápida: leitura do QR Code da ecobag ou uso app quando a leitura direta não for possível, associado ao CPF informado na compra. O motor de regras aplica o desconto por reuso (faixa de R$ 0,40 a R$ 0,60 por compra), calibrado para nunca exceder a economia real do varejista com sacolas descartáveis, preservando o equilíbrio econômico do programa.Como contrapartida direta ao consumidor, cada compra com ecobag gera desconto no caixa. O modelo contempla marcos de uso que liberam a 2ª–5ª ecobag por CPF, evitando ociosidade e estimulando o hábito. Em caso de dano, há troca com manutenção do histórico; no fim de vida, as unidades são recolhidas, auditadas e destinadas à reciclagem com emissão de certificados. Para o varejista, o Ecobolso reduz custos recorrentes com sacolas, aumenta fidelização, diferencia a rede em sustentabilidade e fornece indicadores auditáveis (sacolas evitadas, CO₂ evitado, economia líquida), permitindo decisões baseadas em dados. Para patrocinadores, o projeto constitui uma mídia de alto contato (brand nas ecobags) com mensuração real de impacto e acesso a dashboards ESG (dados agregados/anônimos), atendendo exigências de compliance e comunicação responsável. O app Ecobolso permite registrar ecobolsas, selecionar as usadas na compra, parear com o CPF no caixa, acumular e usar créditos, gerar vouchers em mercados sem PDV online, acompanhar impacto ambiental, receber alertas e participar de metas de reuso (gamificação), além de gerir perfil, ecobags e consentimentos (LGPD).O sistema informatizado garante rastreabilidade individual das ecobolsas, trilhas de auditoria, logs LGPD, detecção de padrões anômalos, APIs/SDKs de integração e o repositório de evidências ESG, de onde derivam relatórios ao MMA e aos patrocinadores que aportam recursos via LIR. O objeto contempla ainda gestão integrada de riscos e cronograma que vai do projeto piloto em três lojas (fase 0) à escala multi‑rede de 100 lojas em 36 meses (fase 3), sempre sustentado por auditorias, KPIs e governança LIR.Fase 0 — Piloto (2 meses) - 3 lojas: prova de conceito com integração mínima no caixa, motor de regras básico, kit de ponto de venda simples e treinamento rápido. Define método de mensuração e linha de base. Metas: tempo extra no caixa ≤ 2s, adoção mínima por formato de loja, economia líquida positiva e relatório do piloto para decisão.Fase 1 — Operação Base (4 meses)- 10 lojas: integração completa no caixa com leitura do código, app como alternativa, antifraude (uso único), repositório de evidências e módulo de prestação de contas. Contratos operacionais assinados e rotinas de proteção de dados. Metas: estabilidade em lojas da base, disponibilidade do app ≥ 99%, relatórios mensais em até D+10, treinamento e reciclagem e comunicação padronizada.Fase 2 — Escala Regional (12 meses)- 50 lojas: dashboard e painéis executivos (supermercados e patrocinadores), auditorias trimestrais e logística reversa regular com certificados. Campanhas sazonais e multiplicadores em loja. Metas: cobertura regional com indicadores comparáveis, precisão do método dentro do limite acordado, patrocínios recorrentes e governança.Fase 3 — Multi‑Rede (18 meses)- 100 lojas : padronização nacional (playbook), kits de comunicação e treinamento, certificações/selos e auditoria independente de ciclo. Relatório anual consolidado por rede e patrocinador. Atingimentos: adoção sustentada nas principais redes, operação com SLA nacional, conformidade plena (ambiental e de dados).Ecobolso: sistema técnico eficiente que incentiva o reuso, gera evidências rastreáveis, garantindo transparência, conformidade regulatória e impacto mensurável para a política nacional de sustentabilidade","ds_problema_proposta":"O primeiro problema é ambiental e sistêmico: o varejo alimentar fomenta um consumo massivo de sacolas descartáveis, com bilhões de unidades por ano, que sobrecarrega aterros, sistemas de drenagem urbana e ecossistemas. Falta de mecanismo eficaz para deslocar o comportamento do consumidor de “pegar a sacola” para “trazer e reutilizar a ecobag” de forma contínua, mensurável e auditável. O resultado é desperdício e ausência de rastreabilidade, impedindo comprovação objetiva do impacto de programas de reuso tradicionais. O segundo problema é econômico: sacolas descartáveis representam custo direto e recorrente nas operações de supermercado. Em muitas redes, a tentativa de incentivar o reuso não consegue equilibrar economia e aderência do cliente; ou o incentivo é baixo e não engaja, ou é alto e dimiui margens, tornando o programa inviável. Sem um motor de regras calibrado por formato de loja e sem auditoria mensal, podem surgir desvios que comprometem a sustentabilidade da iniciativa. O terceiro problema é de governança e conformidade. Programas de reuso carecem de evidências auditáveis (por bag, por transação, por loja), o que dificulta prestação de contas a órgãos públicos, patrocinadores e auditorias externas. Falta uma plataforma que una rastreabilidade por QR, antifraude, repositório de evidências ESG e relatórios periódicos em uma trilha única, compatível com as exigências da LIR e alinhada à LGPD. Há ainda o problema de adesão comportamental. Inúmeras iniciativas param na “boa intenção” e não se convertem em hábito. É comum que o cliente esqueça a ecobag, que o operador do caixa não tenha script simples de abordagem, que a comunicação no PDV seja confusa e que a operação introduza atrito no checkout. Sem regras claras (“1 compra com ecobag = 1 desconto”), sem marcos de uso para liberar novas bolsas e sem feedback visual de impacto (“sacolas evitadas”), o engajamento regride.No ponto de venda, outro problema recorrente é a complexidade operacional. Se o ecossistema exigir decisões adicionais do operador, leituras múltiplas ou condições difíceis de verificar, surgem erros, filas e rejeição. A ausência de fallback (app/voucher) torna a loja refém de integrações incompletas. Sem suporte de equipamentos e monitoramento de filas, o sistema vira gargalo e compromete a percepção do cliente.Do lado da logística reversa, muitos programas não definem fluxo de recolhimento, romaneio e certificação em fim de vida, o que mina a credibilidade ambiental. Sem uma política clara de troca por dano com preservação do histórico e sem parcerias homologadas com recicladores, o ciclo não se fecha e o projeto deixa de gerar adicionalidade real em reciclagem. Do ponto de vista regulatório e reputacional, a coleta de dados pessoais precisa ser mínima e transparente (CPF tokenizado, consentimentos, ROPA/DPIA quando aplicável), com cláusulas para patrocinadores e política de retenção clara. Sem esse alicerce, o projeto pode sofrer incidentes de LGPD e danos de imagem, comprometendo adesão de redes e marcas. Por fim, existe o risco de dependência excessiva de patrocínios para viabilização econômica. Sem um modelo autofinanciável (economia de sacolas > desconto ao cliente, com repasse inicial de 50% caindo a 20% quando a adesão amadurece), a iniciativa fica vulnerável a ciclos orçamentários. O Ecobolso endereça isso com tese financeira elástica, calibrada por dados reais e com governança de riscos e gatilhos de pausa/ajuste.Ao final de 3 anos, após implantação do projeto em 163 supermercados, com adesão média de 25% dos clientes, chegaremos aos seguintes números:- 285.250 ecobolsas distribuidas- 28.110.000 reusos das ecobolsas- 224.880.000 de sacolas não descartadas (11.224.000 kg de plásticos)- 44.976.000 kg de CO2 não emitidos","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O objetivo central do Ecobolso é reduzir drasticamente o consumo de sacolas descartáveis no varejo alimentar, substituindo-o por um sistema escalável de reuso rastreável com incentivo econômico ao reuso e comprovação de impacto.Essa ambição é convergente com a LIR, que fomenta projetos com redução de resíduos na origem, eficiência em logística reversa, educação ambiental e evidências auditáveis para prestação de contas. Ao incentivar o reuso por compra e mensurar cada utilização por QR Code, o projeto cria um mecanismo objetivo de redução de resíduos, capaz de traduzir “hábitos” em indicadores operacionais (sacolas evitadas, CO₂e evitado, reusos/CPF, vida útil média da ecobag). Essa arquitetura de dados alimenta relatórios mensais/trimestrais e dashboards para órgãos públicos e patrocinadores, cumprindo a diretriz de transparência e mensuração exigida pela LIR. A logística reversa é parte do escopo: ecobags danificadas são recolhidas, auditadas e enviadas a recicladores homologados, com romaneios e certificados de destinação. Essa trilha comprova adicionalidade do projeto na cadeia de reciclagem, reduz riscos de greenwashing e atende à expectativa de conformidade ambiental associada ao incentivo fiscal.A educação ambiental se materializa em comunicação contínua no checkout, materiais de PDV, scripts simples para operadores e feedbacks de impacto exibidos ao cliente (economia gerada, sacolas evitadas, marcos de uso), além de conteúdos no app, campanhas de conscientização e treinamentos, além de incentivos da gamificação.Essa camada transforma o incentivo econômico em mudança de comportamento duradoura, ponto central nas diretrizes da LIR para resultados socioambientais sustentáveis. O projeto inclui módulo de governança LIR, com consolidação de relatórios exigidos pelo MMA, conciliação financeira de recursos incentivados, portal de patrocinadores, e controles de antifraude e LGPD. Essa infraestrutura garante a integridade da prestação de contas, eleva a confiabilidade das métricas e facilita a auditoria independente quando aplicável — aspectos críticos para a aderência regulatória da LIR.A inovação em economia circular perpassa materiais, design de ciclo de vida e uso de tecnologia para orquestrar incentivos, antifraude e mensuração. O motor de regras assegura que o desconto ao cliente permaneça sempre abaixo da economia real do varejista, garantindo sustentabilidade financeira e permitindo que o aporte via LIR acelere a escala em vez de substituí-la. Assim, o projeto maximiza o impacto por real incentivado, em linha com o princípio de eficiência do gasto público decorrente da renúncia fiscal.A articulação com prefeituras e órgãos ambientais favorece selos e cooperação institucional, gerando valor público: menos resíduos sólidos urbanos, alívio em drenagem e esgoto e maior aderência a políticas de cidades sustentáveis. Essa integração — varejo, patrocinadores, poder público, recicladores e consumidores — realiza a diretriz da LIR de coordenação de agentes para resultados sistêmicos. Finalmente, as fases de implantação escaláveis (piloto → operação base → escala regional → multi‑rede) organiza a execução em fases mensuráveis, com KPIs e gatilhos GO/PAUSE/STOP, permitindo ajustes responsivos às evidências, do piloto à consolidação nacional — uma forma prática de cumprir a LIR com evolução controlada, auditável e replicável.Adicionalmente, o projeto observa as diretrizes procedimentais da Portaria MMA 1.250/2024, como a garantia de que os recursos incentivados serão aplicados em atividades adicionais e não para cumprir obrigações já existentes, reforçando a elegibilidade e relevância da proposta no âmbito da Lei de Incentivo à Reciclagem.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"Para a LIR, interessa financiar iniciativas que comprovem redução de resíduos, efeitos de logística reversa, educação ambiental e dados auditáveis que sustentem a renúncia fiscal. O Ecobolso entrega esses elementos com rastreabilidade por QR, desconto vinculado a reuso, repositório ESG e relatórios ao MMA/patrocinadores, convertendo operações do dia a dia do varejo em indicadores verificáveis de impacto. Assim, a LIR encontra no Ecobolso um veículo eficiente para materializar suas diretrizes na ponta. Para o Ecobolso, a LIR acelera captação de recursos e escala, viabilizando a entrada em novas redes, fortalecendo infraestrutura tecnológica, ampliando a capacidade de educação ambiental e financiando lotes de ecobags e melhorias operacionais. Com a LIR, a plataforma amplia cobertura geográfica, reduz barreiras de adoção e entrega impacto em curva mais rápida, o que retroalimenta métricas e reforça a confiança de patrocinadores e varejistas. O interesse recíproco aparece no alinhamento entre incentivos. O Ecobolso é financeiramente elástico: o desconto ao cliente fica sempre abaixo da economia do varejo com sacolas evitadas, garantindo sustentabilidade econômica intrínseca. A LIR entra como acelerador — não como substituto do equilíbrio —, multiplicando o efeito dos recursos privados e maximizando o impacto por real aportado. Esse desenho se alinha com a necessidade de eficiência da renúncia fiscal. Há sinergia também em governança. O projeto prevê módulo LIR, integração de prestação de contas, conciliação financeira e portal de patrocinadores, além de auditoria e antifraude operacionais (tokens, vouchers de uso único, amostragem por turno), tudo conectado ao back‑end(sistema) para formar uma trilha única de evidências. Para a LIR, isso facilita fiscalização e reduz riscos de uso indevido; para o projeto, melhora credibilidade e atratividade para novos aportes.Outro ponto de interesse mútuo é a educação ambiental no varejo, um canal de alto alcance e contato frequente com a população. Com scripts simples para operadores e materiais de PDV objetivos, o Ecobolso transforma o momento do caixa em gatilho de mudança de hábito, reforçado por incentivos imediatos e feedbacks de impacto. Para a LIR, isso significa escala educacional eficiente; para o projeto, adoção e retenção mais altas.Em termos de risco regulatório, o Ecobolso incorpora LGPD by design (coleta mínima, consentimentos, ROPA/DPIA, cláusulas antirreidentificação) e respostas a incidentes. Essa postura protege os resultados da LIR contra contestações e assegura conformidade com padrões modernos de privacidade, um ativo para patrocinadores e para a imagem pública do programa. A relação ganha‑ganha se reforça pelo cronograma por fases e KPIs(indicadores) claros (adoção, reusos por CPF, sacolas e CO₂e evitados, tempo adicional de caixa, NPS, custos e perdas), permitindo calibração contínua e revisões de meta. Com isso, a LIR financia um programa adaptativo e responsivo a evidências, e o Ecobolso mantém foco em resultado mensurável e replicabilidade.Por fim, a articulação com municípios, recicladores e marcas cria um círculo virtuoso: menos resíduos sólidos urbanos, certificação de destinação, valorização de cooperativas e fortalecimento da economia circular. Esse elo institucional traduz a LIR em benefício público tangível, enquanto o Ecobolso ganha reconhecimento e base para escala nacional.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-04-10T10:56:51.918000","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O público direto do Ecobolso são os consumidores de supermercados participantes, os varejistas (redes e lojas) e os patrocinadores privados que destinam recursos, inclusive via LIR, para custear ecobags, comunicação e inovação. Para o consumidor, o apelo é desconto imediato e reconhecimento por hábitos sustentáveis; para o varejo, economia de custos com sacolas e fidelização; para patrocinadores, exposição de marca nas ecobags e relatórios auditáveis de impacto ESG.Como público indireto, o projeto alcança municípios e órgãos ambientais, que se beneficiam da redução de resíduos sólidos e do fortalecimento de políticas de economia circular, além de cooperativas e recicladores responsáveis pela destinação das bolsas em fim de vida. A sociedade em geral é beneficiária do menor descarte plástico, e o poder público encontra no programa um instrumento colaborativo de política ambiental com prova de resultado.No interior do público consumidor, há segmentos de comportamento relevantes: clientes com compras regulares e ticket mediano (frequência que favorece formação de hábito), famílias que concentram volume e valorizam economia recorrente, e perfis com alta consciência ambiental que ampliam a difusão do programa por efeito rede. O desenho de marcos de uso e gamificação opcional amplia o engajamento em diferentes perfis, mantendo foco em simplicidade operacional. Entre varejistas, interessam formatos diversos (hiper/super, vizinhança, atacarejo), desde que se garanta “regra principal única” no PDV e integração progressiva (QR direto; app como fallback). Redes com custo elevado de sacola e pressão regulatória tendem a capturar valor mais rápido. Adoção alvo ≥ 25% no médio prazo e tempo adicional ≤ +2 s indicam maturidade operacional e ROI para escalar. No público patrocinador, o foco está em empresas com metas ESG e obrigações de logística reversa (alimentos, bebidas, higiene, limpeza, bens de consumo) e organizações que buscam mídia de alto contato com indicadores auditáveis. A LIR viabiliza desde lotes de ecobags até premiações de gamificação, com modalidades fixas ou recorrentes e, quando desejado, dashboards premium com dados agregados. Para órgãos ambientais e prefeituras, o Ecobolso oferece uma plataforma de evidências com métricas de impacto local, permitindo selos de sustentabilidade e ações conjuntas de educação ambiental. Essa camada pública amplia legitimidade, facilita licenças e parcerias e fortalece a percepção do programa como bem coletivo. No ecossistema de reciclagem, o projeto mobiliza fornecedores homologados, auditorias de qualidade (materiais, costura, durabilidade de QR), romaneios e certificados na destinação final, conectando a economia circular a resultados verificáveis para todos os atores — do fabricante ao reciclador. Esse alinhamento operacional sustenta a adicionalidade esperada pela LIR. Em síntese, o público‑alvo do Ecobolso forma uma rede interdependente em que cada parte recebe benefícios claros: o consumidor economiza e participa; o varejo reduz custos e comprova impacto; o patrocinador cumpre ESG e comunica com dados; o poder público reduz resíduos e legitima políticas; e o sistema de reciclagem fecha o ciclo com rastreabilidade e certificação.","mes_proposta":3,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-03-08","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}