{"data":[{"id_proposta":45227,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"44004988000132","nm_ente_recebedor":"TOP BUILDING BRASIL LTDA","ed_cep":"14802-852","ed_logradouro":"AVENIDA BRAZ MARQUES PINHEIRO","ed_numero":"111","ed_complemento":"QUADRA02 LOTE 22","ed_bairro":"JARDIM DAS ACACIAS II","cd_ibge_recebedor":3503208,"nm_municipio_recebedor":"ARARAQUARA","nm_uf_recebedor":"SÃO PAULO","sg_uf_recebedor":"SP","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Sociedade Empresária Limitada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":11,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"Projeto Madeira Ecológica EcoPlack – Climate Tech de Biocompósitos SustentáveisO Projeto Madeira Ecológica EcoPlack configura-se como uma startup de base tecnológica (climate tech), voltada ao desenvolvimento e escalonamento de soluções inovadoras para a transformação de resíduos sólidos em materiais sustentáveis de alto desempenho.A iniciativa propõe a implantação de sua primeira unidade industrial no Estado do Rio de Janeiro, com início das operações no município de Magé, estruturando um modelo produtivo inovador para a fabricação de madeira ecológica a partir de resíduos agroindustriais e urbanos.Baseada em tecnologia brasileira proprietária, desenvolvida pela ECO Construction e Top Building, a startup utiliza processos avançados de reciclagem e metareciclagem para converter insumos como bagaço de cana-de-açúcar, borra de café, podas urbanas e biomassa residual em biocompósitos estruturais. A incorporação de uma supercola vegetal de base renovável — também de desenvolvimento próprio — resulta em um material com alta resistência mecânica, durabilidade, impermeabilidade e baixa inflamabilidade, posicionando-se como alternativa competitiva à madeira convencional.Sob a ótica de startup, o projeto apresenta alto potencial de escalabilidade, com um modelo replicável que permite a implantação de unidades produtivas em diferentes regiões, adaptando-se à disponibilidade local de resíduos. Essa característica viabiliza crescimento exponencial, com eficiência operacional e ganhos de escala, sem aumento proporcional de custos.A EcoPlack atua diretamente no contexto da economia circular, transformando passivos ambientais em ativos econômicos. A cada tonelada de resíduo reaproveitado, estima-se a preservação de até três árvores de médio porte, além da redução significativa de emissões de gases de efeito estufa associadas ao descarte inadequado.Do ponto de vista de mercado, a startup posiciona-se em um setor em expansão — o de materiais sustentáveis e construção verde — atendendo à crescente demanda por soluções ambientalmente responsáveis, alinhadas a critérios ESG e às diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem.O modelo de negócio estrutura uma cadeia produtiva descentralizada e inclusiva, integrando cooperativas, associações comunitárias e fornecedores de biomassa. A operação no Rio de Janeiro tem caráter estratégico ao consolidar um ecossistema local de coleta, triagem e beneficiamento de resíduos, promovendo geração de emprego e renda.Como diferencial socioambiental relevante, a startup incorpora em sua operação a participação ativa de comunidades tradicionais do município de Magé, incluindo os quilombos Maria Conga, Feital e Bongaba, promovendo inclusão produtiva, valorização cultural e desenvolvimento econômico em territórios historicamente vulnerabilizados.Adicionalmente, o projeto prevê a implementação de um Programa de Educação Ambiental voltado aos moradores do entorno da unidade fabril, com a realização de visitas guiadas, palestras e atividades educativas a ser implantado para escolas, cooperativas e instituições do município. A iniciativa visa disseminar conhecimentos sobre preservação ambiental, reciclagem e economia circular, promovendo conscientização, engajamento comunitário e formação de uma cultura sustentável no território.O projeto também prevê mecanismos de remuneração justa e participação econômica dos atores da cadeia, incentivando a formalização, o aumento da produtividade e a melhoria das condições de trabalho.Dessa forma, a EcoPlack posiciona-se como uma startup de alto impacto, combinando inovação tecnológica, sustentabilidade ambiental e inclusão social, com forte potencial de atração de investimentos e expansão nacional.","ds_problema_proposta":"O Projeto Madeira Ecológica EcoPlack estrutura-se como uma solução inovadora e escalável para enfrentar desafios críticos da gestão de resíduos e da sustentabilidade produtiva no município de Magé (RJ), articulando tecnologia, economia circular e geração de valor.Problema 1: Pressão sobre recursos florestaisA crescente demanda por madeira e seus derivados intensifica a pressão sobre florestas naturais e plantadas, contribuindo para o desmatamento e a degradação ambiental.Resultado esperado: Substituição parcial da madeira convencional por biocompósitos sustentáveis produzidos a partir de resíduos.Indicadores: Produção estimada de 800 toneladas/ano de madeira ecológica, equivalente à preservação aproximada de até 2.400 árvores/ano, considerando parâmetros técnicos de referência.Problema 2: Destinação inadequada de resíduos sólidos e biomassaResíduos agroindustriais e urbanos ainda são majoritariamente destinados a aterros ou à queima, gerando impactos ambientais relevantes.Resultado esperado: Redução da destinação inadequada por meio da recuperação e transformação desses resíduos em insumo industrial.Indicadores: Reaproveitamento de aproximadamente 640 toneladas/ano de biomassa (base seca), considerando a utilização média de 600 a 800 kg de biomassa por tonelada de produto final.Problema 3: Baixo valor agregado da cadeia de reciclagemResíduos orgânicos e agroindustriais apresentam baixo aproveitamento econômico, refletindo limitações tecnológicas e de mercado.Resultado esperado: Elevação do valor agregado dos resíduos por meio de sua transformação em produtos industriais de alto desempenho.Indicadores: Geração de receita estimada em até R$ 640.000/mês em capacidade plena, evidenciando a valorização econômica da cadeia da reciclagem.Problema 4: Escassez de soluções industriais sustentáveis escaláveisHá carência de modelos produtivos capazes de operar em escala com viabilidade técnica, econômica e ambiental.Resultado esperado: Implantação e consolidação da unidade EcoPlack como plataforma industrial replicável.Indicadores: 1 unidade industrial implantada e modelo produtivo validado para replicação, com horizonte de consolidação em até 5 anos.Problema 5: Ineficiência na implementação da economia circularA integração entre geração de resíduos e sua reinserção produtiva ainda é limitada.Resultado esperado: Estruturação de um sistema integrado de economia circular.Indicadores: Integração de 10 a 15 fornecedores de resíduos; reinserção de até 1.200 toneladas/ano na cadeia produtiva; eficiência de conversão entre 70% e 80%.Problema 6: Impactos ambientais da queima e descarte de biomassaA queima e o descarte inadequado de biomassa contribuem para emissões de gases de efeito estufa e degradação ambiental.Resultado esperado: Redução desses impactos por meio da destinação produtiva da biomassa.Indicadores: Desvio de até 1.200 toneladas/ano de biomassa de práticas inadequadas e mitigação estimada entre 1.500 e 2.000 tCO₂e/ano.Dessa forma, o projeto EcoPlack configura-se como uma solução integrada de base tecnológica, capaz de transformar passivos ambientais em ativos econômicos, estruturando uma cadeia produtiva circular, escalável e replicável, com impactos positivos ambientais, sociais e econômicos.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O Projeto Madeira Ecológica EcoPlack apresenta conexão direta, estrutural e estratégica com as diretrizes da política nacional de incentivo à cadeia produtiva da reciclagem instituída pela Lei nº 14.260/2021, conhecida como Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR). A legislação visa fomentar iniciativas capazes de fortalecer a indústria da reciclagem, estimular o uso de matérias-primas recicláveis e impulsionar soluções inovadoras e economicamente sustentáveis para o reaproveitamento de resíduos sólidos no país.Nesse contexto, o Projeto EcoPlack se destaca por estruturar um modelo de negócio inovador, de base tecnológica e com potencial de escalabilidade, alinhado aos instrumentos previstos pela lei, como o Fundo de Apoio para Ações Voltadas à Reciclagem (Favorecicle) e os Fundos de Investimento para Projetos de Reciclagem (ProRecicle), que incentivam o desenvolvimento de tecnologias, cadeias produtivas e soluções replicáveis no setor.A iniciativa contribui diretamente para esses objetivos ao propor um modelo industrial baseado na transformação de resíduos sólidos agroindustriais e biomassa urbana em madeira ecológica de alto desempenho, utilizando tecnologia brasileira proprietária e processos avançados de reciclagem e engenharia de materiais.Ao converter materiais tradicionalmente descartados — como subprodutos agrícolas, resíduos da agroindústria e podas urbanas — em biocompósitos estruturais, o projeto não apenas amplia o valor econômico desses insumos, como também cria uma nova cadeia produtiva orientada à inovação e à eficiência no uso de recursos, característica central de iniciativas com perfil de startup.A proposta está alinhada aos princípios da economia circular, ao reinserir resíduos no ciclo produtivo como matéria-prima industrial, promovendo ganhos ambientais e econômicos simultâneos. Nesse sentido, o EcoPlack atua como um vetor de conexão entre oferta de resíduos e demanda industrial por materiais sustentáveis, superando gargalos históricos da cadeia da reciclagem.O projeto também se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), destacando-se:ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico): ao fomentar uma nova cadeia produtiva com geração de emprego e renda;ODS 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura): ao introduzir tecnologia nacional inovadora com potencial de escala;ODS 11 (Cidades Sustentáveis): ao contribuir para a gestão eficiente de resíduos urbanos;ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis): ao promover a transformação de resíduos em novos produtos;ODS 13 (Ação Climática): ao reduzir emissões associadas à queima e descarte inadequado;ODS 15 (Vida Terrestre): ao diminuir a pressão sobre recursos florestais;ODS 17 (Parcerias): ao estruturar um modelo colaborativo entre setor produtivo e atores locais.A iniciativa converge ainda com as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, ao priorizar a redução, reutilização, reciclagem e recuperação de resíduos, ampliando a capacidade nacional de reaproveitamento por meio da implantação de uma unidade industrial com potencial de replicação em diferentes territórios.Outro diferencial relevante é o estímulo à inovação tecnológica aplicada à gestão de resíduos. O projeto utiliza tecnologia brasileira proprietária, configurando-se como uma solução de alto valor agregado e potencial competitivo, capaz de atender demandas crescentes por materiais sustentáveis no setor da construção civil e em outros segmentos industriais.Ao oferecer alternativa competitiva à madeira convencional e a derivados como MDF e aglomerados, o EcoPlack contribui para reduzir a pressão sobre florestas naturais e plantadas, integrando reciclagem, preservação ambiental e mitigação das mudanças climáticas.Adicionalmente, o projeto promove inclusão produtiva ao integrar cooperativas de catadores, trabalhadores locais e cadeias de fornecimento de biomassa, fortalecendo economias regionais e ampliando oportunidades de geração de renda.Dessa forma, o Projeto Madeira Ecológica EcoPlack atende plenamente às diretrizes da LIR ao integrar inovação tecnológica, valorização de resíduos, inclusão social e desenvolvimento econômico em um modelo produtivo sustentável, escalável, replicável e orientado à geração de impacto positivo em larga escala.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"A caracterização dos interesses recíprocos entre as partes envolvidas fundamenta-se na convergência estratégica entre inovação tecnológica, eficiência na gestão de resíduos, geração de valor econômico e desenvolvimento sustentável, configurando uma parceria orientada à implementação de um modelo produtivo inovador, escalável e de alto impacto.Sob a ótica de startup, a cooperação proposta estabelece uma relação de ganho mútuo (win-win), na qual diferentes atores contribuem com ativos complementares — como acesso a matéria-prima (resíduos), infraestrutura, conhecimento técnico e articulação institucional — viabilizando o desenvolvimento e a operação de uma solução inovadora com potencial de replicação em larga escala.Nesse contexto, o Projeto EcoPlack posiciona-se como uma solução que conecta interesses públicos e produtivos ao estruturar um modelo capaz de transformar resíduos em insumos industriais de alto valor agregado, criando uma nova dinâmica econômica baseada na economia circular e na bioeconomia de baixo carbono.No caso do município de Agudos (SP), a parceria atende diretamente a uma demanda concreta da administração pública: a destinação eficiente de resíduos de biomassa urbana, como podas, galhos e materiais vegetais. Ao incorporar esses resíduos como matéria-prima industrial, o EcoPlack resolve um problema operacional do município, ao mesmo tempo em que cria valor econômico a partir de um passivo ambiental — característica central de modelos de negócio inovadores.Para o poder público, o interesse está na redução de custos operacionais, melhoria da gestão de resíduos e atendimento a metas ambientais. Para o projeto EcoPlack, a parceria garante acesso estruturado e contínuo à matéria-prima, elemento essencial para a viabilidade e escalabilidade do modelo produtivo.Do ponto de vista tecnológico, as partes compartilham o interesse em fomentar a inovação aplicada à gestão de resíduos e ao desenvolvimento de novos materiais sustentáveis. A cooperação possibilita a validação e o aprimoramento de tecnologia proprietária em ambiente real de operação, fortalecendo sua competitividade e potencial de expansão.A parceria também está alinhada a objetivos ambientais comuns, ao promover a redução do volume de resíduos destinados a aterros, mitigar emissões associadas à queima e decomposição de biomassa e incentivar o uso eficiente de recursos naturais. Ao transformar resíduos em produtos de alto desempenho, o projeto contribui para estratégias de descarbonização e transição para uma economia de baixo carbono.Outro vetor de interesse compartilhado é o fortalecimento da cadeia da reciclagem e a inclusão produtiva. O modelo operacional integra cooperativas de catadores e agentes locais, promovendo geração de renda, formalização e desenvolvimento econômico territorial, ao mesmo tempo em que amplia a eficiência da coleta e do aproveitamento de resíduos.Destaca-se ainda o interesse na geração de novos mercados e oportunidades econômicas. Ao estruturar uma cadeia produtiva baseada na valorização de resíduos regionais, o EcoPlack impulsiona o surgimento de novos negócios, fomenta a inovação industrial e contribui para a dinamização da economia local.Adicionalmente, a cooperação favorece a capacitação técnica e a transferência de conhecimento, criando condições para o desenvolvimento de competências locais e o aperfeiçoamento contínuo dos processos produtivos, elemento essencial para a consolidação e expansão do modelo.Dessa forma, a parceria está fundamentada em interesses recíprocos claros, complementares e orientados à geração de valor. A integração entre poder público e iniciativa inovadora viabiliza a implementação de um modelo sustentável, escalável e replicável, com potencial de impacto positivo ampliado para o município de Agudos, para o meio ambiente e para o desenvolvimento econômico regional.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-04-28T22:44:23.966000","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":"2026-03-31","in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O Projeto EcoPlack possui como público-alvo um conjunto integrado de atores ambientais, produtivos e sociais, refletindo seu posicionamento como uma solução inovadora de base tecnológica voltada à economia circular, com geração de valor econômico, impacto socioambiental e potencial de escalabilidade.Sob a ótica de modelo de negócio, o projeto estrutura diferentes camadas de público, incluindo beneficiários diretos, parceiros operacionais e mercados consumidores, compondo um ecossistema articulado e eficiente.O meio ambiente configura-se como beneficiário direto, ao ser impactado positivamente pela redução do volume de resíduos agroindustriais e biomassa urbana destinados a aterros sanitários ou à queima. Ao transformar esses resíduos em matéria-prima industrial, o EcoPlack contribui para a preservação de recursos naturais, redução da pressão sobre florestas e mitigação das emissões de gases de efeito estufa, posicionando-se como solução alinhada à agenda climática.Do ponto de vista de mercado, destacam-se como público-alvo as empresas e indústrias dos setores de construção civil, moveleiro, logística, mobiliário urbano e indústria náutica, que passam a contar com uma alternativa sustentável, resistente e competitiva à madeira convencional. Esses segmentos representam o mercado consumidor da solução, sendo estratégicos para a tração e escalabilidade do modelo.Outro público central é composto pelos fornecedores de matéria-prima, incluindo cooperativas de catadores, trabalhadores da cadeia da reciclagem e atores locais envolvidos na coleta e destinação de biomassa. Nesse contexto, o projeto estrutura uma cadeia produtiva inclusiva e eficiente, promovendo geração de renda, formalização e valorização econômica de resíduos que hoje possuem baixo valor agregado.Destaca-se de forma prioritária a atuação no município de Magé, onde será implantada a unidade produtiva inicial, com impacto direto sobre o território. Nesse contexto, o projeto incorpora de forma ativa as comunidades quilombolas Maria Conga, Feital e Bongaba, que integram o público-alvo como participantes estratégicos da cadeia produtiva, seja no fornecimento de biomassa, seja em atividades operacionais e de apoio, promovendo inclusão produtiva, geração de renda e valorização sociocultural.Os municípios também se configuram como público-alvo estratégico, especialmente aqueles que enfrentam desafios estruturais na gestão de resíduos sólidos. O modelo EcoPlack oferece uma solução eficiente para a destinação de resíduos de poda e biomassa urbana, contribuindo para a redução de custos operacionais e para o cumprimento de metas ambientais, além de abrir oportunidades de replicação do modelo em outras localidades.A sociedade em geral figura como beneficiária indireta, na medida em que o projeto contribui para a redução de impactos ambientais, o fortalecimento de práticas sustentáveis e o desenvolvimento de soluções industriais alinhadas à transição para uma economia de baixo carbono.Dessa forma, o EcoPlack estrutura um ecossistema de impacto e mercado, no qual diferentes públicos se conectam de forma complementar — como fornecedores, parceiros e consumidores — viabilizando um modelo sustentável, escalável e replicável, capaz de gerar benefícios ambientais, econômicos e sociais em larga escala.","mes_proposta":1,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-01-31","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Obra"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Engenharia"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}