{"data":[{"id_proposta":45149,"id_programa":106,"cnpj_ente_recebedor":"21018852000186","nm_ente_recebedor":"SEIVA COLETA RECICLAGEM LTDA","ed_cep":"32113-215","ed_logradouro":"RUA CC","ed_numero":"707","ed_complemento":null,"ed_bairro":"ARVOREDO","cd_ibge_recebedor":3118601,"nm_municipio_recebedor":"CONTAGEM","nm_uf_recebedor":"MINAS GERAIS","sg_uf_recebedor":"MG","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Sociedade Empresária Limitada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":11,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"O Grupo Seiva iniciou suas atividades em 2012, na cidade de Belo Horizonte, ainda como microempreendedor individual, atuando na coleta de materiais recicláveis. Desde o início, o vidro sempre foi o principal foco da operação, em razão dos desafios técnicos, logísticos e culturais associados à sua reciclagem no Brasil.Em 2015, a empresa deu um passo pioneiro ao se tornar a primeira indústria de beneficiamento de vidro do estado de Minas Gerais, estruturando uma operação dedicada ao processamento e à destinação do material reciclável para a indústria, fortalecendo dezenas de cooperativas de catadores no estado. Essa experiência industrial foi fundamental para a consolidação do conhecimento técnico do Grupo Seiva sobre toda a cadeia do vidro. Em 2018, essa operação foi vendida, encerrando um ciclo e abrindo espaço para uma nova estratégia de atuação.A partir de 2019, o Grupo Seiva passou a investir em um modelo inovador de logística reversa descentralizada, baseado no uso de máquinas autônomas capazes de triturar as garrafas de vidro diretamente no ponto de consumo, como bares, restaurantes, hotéis, resorts e grandes eventos. Todas as máquinas utilizadas no projeto são de propriedade intelectual do proprio Grupo Seiva, desenvolvidas no Brasil, valorizando a indústria nacional e garantindo controle total sobre a tecnologia empregada. Os equipamentos são certificados conforme as normas NR10 e NR12, assegurando padrões elevados de segurança operacional e trazendo um diferencial técnico relevante para o setor.Ainda em 2019, o Grupo Seiva firmou sua primeira parceria nacional com o Grupo Heineken, em um projeto pioneiro que integrou reciclagem de vidro e engajamento do consumidor. A partir dessa experiência, a empresa ampliou gradualmente sua atuação e, em 2021, passou a operar em 16 cidades brasileiras. No mesmo período, iniciou, também de forma pioneira, a implantação do projeto com as máquinas trituradoras JM Sand no canal de bares, restaurantes, resorts, hotéis e grandes eventos, consolidando uma solução técnica especialmente desenhada para a realidade desses estabelecimentos.Ao longo de sua trajetória, o Grupo Seiva estruturou-se como uma empresa de atuação integral na cadeia da reciclagem do vidro, operando de forma ponta a ponta. Isso inclui o desenvolvimento e fabricação dos equipamentos, a disponibilização das máquinas nos pontos geradores, a tecnologia de rastreabilidade e legalidade de todo o processo, a execução da logística, a operação e o controle dos fluxos de resíduos, a destinação direta à indústria recicladora — sem intermediários — e o relacionamento permanente com estabelecimentos, marcas e a indústria final, como a Owens-Illinois. Paralelamente, a empresa desenvolve ações contínuas de orientação e engajamento junto aos geradores e à população, contribuindo para a mudança de comportamento em relação ao descarte do vidro.Em termos de impacto concreto, apenas no ano de 2025 a Seiva reciclou mais de 1.500 toneladas de vidro provenientes exclusivamente de bares e restaurantes participantes do Programa Volte Sempre. Ao longo de toda a sua história, a empresa já viabilizou a reciclagem de mais de 10.000 toneladas de vidro. Um aspecto central desse modelo é que o material coletado não concorre com o trabalho de cooperativas ou outras iniciativas de reciclagem já existentes: trata-se, majoritariamente, de vidro que, na ausência do projeto, seria destinado a aterros sanitários ou descartado de forma inadequada.Neste contexto, o objeto da presente proposta consiste em estruturar, ampliar, aprimorar e consolidar a cadeia de logística reversa de embalagens de vidro no canal de bares e restaurantes inicialmente nas cidades de São Paulo, e Rio de Janeiro, por meio da implantação e operação de 150 novas máquinas de trituração de vidro, chamadas JM Sand nos ponto de geração, da organização dos fluxos de coleta, armazenamento, transporte e destinação ambientalmente adequada, bem como da execução de ações de orientação e engajamento dos estabelecimentos participantes.O projeto busca ampliar de forma mensurável os volumes de vidro desviados dos aterros e encaminhados à reciclagem, reduzir impactos ambientais associados à disposição inadequada de resíduos, aumentar a eficiência logística e ambiental do processo e fortalecer a economia circular no setor de bebidas, em consonância com as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos e com o princípio da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Ao final da execução, espera-se a consolidação e expansão de um modelo técnico, operacional e replicável de logística reversa de vidro, com impactos ambientais concretos, mensuráveis e permanentes nas regiões atendidas.","ds_problema_proposta":"Apesar de o vidro ser um material 100% reciclável e infinitamente reaproveitável, ele ainda apresenta, no Brasil, uma das menores taxas de recuperação entre os principais tipos de embalagens. Nos grandes centros urbanos, especialmente em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, a maior parte do vidro consumido em bares, restaurantes e estabelecimentos de alimentação fora do lar continua tendo como destino final os aterros sanitários ou, em muitos casos, o descarte clandestino, alimentando o mercado de falsificação.Um dos principais problemas está na ausência de uma infraestrutura dedicada e adaptada à realidade desses estabelecimentos. O vidro é pesado, volumoso, quebrável e de difícil armazenamento, o que faz com que bares e restaurantes, mesmo quando bem-intencionados, encontrem grandes dificuldades práticas para separá-lo, acondicioná-lo e destiná-lo corretamente. Na prática, isso leva ao descarte junto ao lixo comum, à contaminação de outros recicláveis e ao aumento dos custos e riscos operacionais.Associado a isso, existe um problema grave e pouco visível: o desvio de garrafas para o mercado clandestino de reutilização irregular. Quando as embalagens retornáveis não são inutilizadas corretamente, elas podem ser reaproveitadas de forma ilegal, sem controle sanitário e sem rastreabilidade, gerando riscos ao consumidor e às marcas, além de distorções na cadeia formal. A inexistência de soluções que inutilizem o vidro no próprio ponto de geração contribui diretamente para a permanência desse problema.Outro gargalo estrutural é a ausência de regularização ambiental formal desses geradores. Atualmente, a imensa maioria dos bares e restaurantes não emite Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) para o vidro que descarta, o que os mantém à margem das exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Não por má-fé, mas por falta de soluções simples, integradas e automatizadas que permitam cumprir essa obrigação legal sem gerar complexidade operacional. Isso resulta em um grande volume de resíduos circulando fora de qualquer sistema formal de controle ambiental.Há também um problema sistêmico de rastreabilidade. Mesmo nos casos em que os estabelecimentos separam o vidro, o processo ainda ocorre de forma fragmentada e pouco estruturada, sem dados confiáveis, sem registros padronizados e sem capacidade de comprovar, de ponta a ponta, a destinação ambientalmente adequada do material. Essa falta de rastreabilidade impede tanto o poder público quanto as empresas e a sociedade de conhecerem, com precisão, os fluxos reais de reciclagem do vidro e de formularem políticas públicas baseadas em dados concretos.Por fim, soma-se a esse cenário a limitação dos sistemas tradicionais de coleta seletiva e das cooperativas em absorver, de forma contínua e eficiente, o grande volume de vidro gerado pelo setor de bares e restaurantes. Trata-se de um resíduo pesado, de baixo valor por volume e com logística complexa, o que faz com que ele seja frequentemente preterido nas rotas convencionais, criando um vazio operacional entre a geração e a reciclagem.Esse problema não se restringe aos grandes centros. Em diversas regiões do país — especialmente em áreas turísticas e em grande parte da Região Nordeste — inexiste qualquer sistema estruturado e contínuo de coleta e reciclagem de vidro voltado ao setor de bares, restaurantes e hotéis. Como consequência, praticamente a totalidade desse material segue para aterros ou descarte irregular. Experiências já realizadas pelo Grupo Seiva em localidades como Porto Seguro e Corumbau/BA, ainda que em menor escala, demonstraram que é tecnicamente e operacionalmente viável estruturar soluções para esse contexto, desde que exista um modelo adequado, replicável e economicamente sustentável.Dessa forma, o conjunto de problemas que o projeto se propõe a enfrentar inclui: a destinação predominante do vidro para aterros, a inexistência de infraestrutura adequada no ponto de geração, o desvio de embalagens para o mercado clandestino, a ausência de regularização ambiental via MTR, a falta de rastreabilidade sistêmica, a ineficiência dos modelos tradicionais para atender o setor de bares e restaurantes e a carência de soluções estruturadas em diversas regiões do país. Esse cenário resulta em desperdício de material, perda de controle ambiental, aumento de custos públicos e privados e na manutenção de uma cadeia baseada no descarte, e não na recuperação de valor.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"A presente proposta está integralmente alinhada às diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem e aos princípios estabelecidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, especialmente no que se refere ao fortalecimento da logística reversa, à responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, à priorização da não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como à destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos.O projeto foi concebido justamente para atuar em um dos principais gargalos reconhecidos pelas políticas públicas de resíduos no Brasil: a dificuldade de estruturar soluções eficientes, regulares e economicamente sustentáveis para a recuperação de materiais no ponto de geração, especialmente no setor de serviços de alimentação fora do lar. Ao implantar infraestrutura descentralizada de trituração de vidro nos próprios estabelecimentos, o projeto promove a internalização da responsabilidade pelo resíduo, em consonância com as diretrizes de logística reversa previstas na legislação.A proposta contribui diretamente para o aumento das taxas de reciclagem de embalagens de vidro, para a redução do volume de resíduos destinados a aterros sanitários e para o fortalecimento da economia circular, objetivos centrais tanto da Lei de Incentivo à Reciclagem quanto da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Ao mesmo tempo, o projeto introduz mecanismos de rastreabilidade e controle que permitem comprovar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos, ampliando a transparência, a governança e a capacidade de monitoramento por parte do poder público e da sociedade.Outro ponto de convergência fundamental é a promoção da formalização ambiental dos geradores. Ao viabilizar a automatização da emissão de Manifestos de Transporte de Resíduos (MTR) e a organização dos fluxos de informação, o projeto contribui para a regularização de milhares de pequenos e médios estabelecimentos, reduzindo a informalidade e fortalecendo a implementação prática da Política Nacional de Resíduos Sólidos no nível local.A proposta também está alinhada à diretriz de estímulo à inovação tecnológica aplicada à gestão de resíduos sólidos. O uso de equipamentos próprios, certificados e integrados a sistemas de controle e rastreabilidade representa a aplicação concreta de tecnologia como instrumento para ganho de eficiência ambiental, redução de riscos operacionais e aumento da escala de recuperação de materiais.Por fim, o projeto atende ao princípio da replicabilidade e da indução de políticas públicas estruturantes, na medida em que busca consolidar, em grandes centros urbanos, um modelo técnico, operacional e institucional que possa ser posteriormente adotado em outras regiões do país, inclusive naquelas onde hoje inexiste qualquer sistema estruturado de reciclagem de vidro no setor de bares, restaurantes e hotéis.Dessa forma, os objetivos do projeto não apenas dialogam com as diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem, como as concretizam na prática, ao estruturar uma solução integrada, mensurável e sustentável para a ampliação da reciclagem de vidro, o fortalecimento da logística reversa, a redução da destinação a aterros e a consolidação da economia circular no Brasil.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"A presente proposta estabelece uma relação de benefício mútuo com a Lei de Incentivo à Reciclagem, na medida em que transforma, em resultados concretos e mensuráveis, os objetivos estratégicos da política pública de resíduos sólidos, ao mesmo tempo em que utiliza os instrumentos da Lei para viabilizar a estruturação e a ampliação de uma solução de alto impacto ambiental, social e institucional.Para a Lei de Incentivo à Reciclagem, o projeto representa a materialização prática de seus princípios e diretrizes. A proposta atua diretamente na ampliação da reciclagem de embalagens de vidro, na redução da destinação de resíduos a aterros sanitários, no fortalecimento da logística reversa, na formalização ambiental de geradores e na criação de mecanismos de rastreabilidade e controle, produzindo indicadores claros e auditáveis de impacto ambiental. Dessa forma, o projeto contribui para que a Lei cumpra sua finalidade de induzir soluções estruturantes, replicáveis e baseadas em resultados concretos.Ao mesmo tempo, o projeto contribui para o fortalecimento institucional da própria política pública, ao estruturar um modelo que pode ser utilizado como referência para outras regiões e outros fluxos de resíduos, ampliando o alcance, a capilaridade e a efetividade da Lei de Incentivo à Reciclagem no território nacional, especialmente em setores e regiões historicamente desassistidos por soluções formais de reciclagem de vidro.Para o projeto, a Lei de Incentivo à Reciclagem é fundamental como instrumento de viabilização, escala e consolidação. O apoio proporcionado pela Lei permite acelerar a implantação da infraestrutura necessária, ampliar o número de estabelecimentos atendidos, fortalecer os sistemas de controle, rastreabilidade e regularização ambiental e garantir que a solução seja implementada com o nível de qualidade, governança e monitoramento exigido por uma política pública estruturante.Além disso, a Lei cria as condições para que a iniciativa não se limite a uma solução pontual ou localizada, mas se consolide como um modelo de interesse público, orientado por metas, indicadores e resultados, e passível de acompanhamento, avaliação e replicação. Dessa forma, o projeto deixa de ser apenas uma iniciativa operacional e passa a integrar, de maneira estruturada, a estratégia nacional de fortalecimento da reciclagem e da economia circular.Assim, os interesses recíprocos se evidenciam de forma clara: a Lei de Incentivo à Reciclagem encontra, neste projeto, um instrumento eficaz para cumprir seus objetivos estratégicos, enquanto o projeto encontra, na Lei, o meio adequado para ganhar escala, robustez institucional, capacidade de monitoramento e impacto ambiental duradouro, contribuindo de forma direta e mensurável para o avanço da política pública de resíduos sólidos no Brasil.","situacao_proposta":"Em Análise","in_situacao_analise":"Proposta e Plano de Trabalho Enviados para Análise","ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2026-01-26T18:01:14.181999","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":null,"ds_publico_alvo_proposta":"O projeto tem como público-alvo direto e estratégico um conjunto integrado de atores da cadeia do vidro no setor de bebidas, contemplando tanto os geradores de resíduos quanto os elos responsáveis pela viabilização, estruturação e consolidação da logística reversa.O primeiro público-alvo direto é composto por bares, restaurantes, hotéis, resorts, casas de eventos e demais estabelecimentos do setor de alimentação e bebidas, inicialmente localizados nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Esses estabelecimentos são grandes geradores de embalagens de vidro e, em sua maioria, enfrentam limitações operacionais, técnicas e regulatórias para realizar a segregação, o acondicionamento, a destinação ambientalmente adequada e a regularização formal desse resíduo. O projeto oferece a esses geradores não apenas uma solução ambientalmente correta, mas também uma ferramenta de organização operacional, conformidade legal e agregação de valor à sua relação com consumidores e marcas.O segundo público-alvo direto é formado pelas marcas e empresas do setor de bebidas e alimentos embalados em vidro, como cervejarias, fabricantes de refrigerantes, destilados e outras categorias, a exemplo de empresas como Heineken e Coca-Cola, entre outras. Essas empresas possuem obrigações legais no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos, relacionadas à responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, e, ao mesmo tempo, buscam soluções estruturadas, auditáveis e escaláveis de logística reversa. O projeto oferece a esse público não apenas um instrumento de conformidade regulatória, mas também uma plataforma de geração de valor, engajamento com seus clientes (bares, restaurantes e consumidores finais), fortalecimento de marca e materialização prática de suas estratégias ESG.O terceiro público-alvo estratégico é a indústria vidreira e os recicladores de vidro, que se beneficiam diretamente do aumento da oferta de caco de vidro com qualidade, regularidade e rastreabilidade, insumo fundamental para a produção de novas embalagens. Ao estruturar uma cadeia estável e previsível de fornecimento de matéria-prima reciclada, o projeto contribui para a eficiência industrial, para a redução do consumo de matérias-primas virgens e para a diminuição da pegada ambiental do setor.Como beneficiários indiretos, destacam-se ainda o poder público e os sistemas de limpeza urbana, que se beneficiam da redução do volume de vidro destinado à coleta convencional e à disposição final em aterros; a população das áreas atendidas, que usufrui da melhoria das condições ambientais urbanas; e a sociedade em geral, que se beneficia do fortalecimento da economia circular, da formalização ambiental e da melhoria da governança dos resíduos sólidos.O projeto prioriza, em sua fase inicial, regiões de alta concentração de consumo e geração de embalagens de vidro, com potencial de rápida escala e impacto mensurável, ao mesmo tempo em que estrutura um modelo que poderá ser replicado para outros territórios e segmentos da cadeia.","mes_proposta":1,"ano_proposta":2026,"dt_proposta":"2026-01-19","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Obra"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Engenharia"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Reforma"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}