{"data":[{"id_proposta":19659,"id_programa":8,"cnpj_ente_recebedor":"43850902000120","nm_ente_recebedor":"ORGANA BIOTECH SOLUCOES AMBIENTAIS LTDA","ed_cep":"89219-600","ed_logradouro":"RUA DONA FRANCISCA","ed_numero":"8300","ed_complemento":"AGORA HUB SALA 313","ed_bairro":"ZONA INDUSTRIAL NORTE","cd_ibge_recebedor":4209102,"nm_municipio_recebedor":"JOINVILLE","nm_uf_recebedor":"SANTA CATARINA","sg_uf_recebedor":"SC","nm_pais":"BRASIL","nm_natureza_juridica":"Sociedade Empresária Limitada","cnpj_executor":null,"nm_executor":null,"cnpj_terceiro_signatario":null,"nm_terceiro_signatario":null,"id_programa_unidade_gestora":3,"nm_unidade_gestora":"Secretaria Nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental","ds_objeto":"Fomentar a gestão sustentável de resíduos sólidos em empreendimentos de catadores (as), por meio de ações integradas de capacitação, inovação tecnológica, valorização de resíduos e inclusão socioeconômica, contribuindo para a economia circular e para a ampliação da reciclagem no país.","ds_problema_proposta":"As cooperativas de catadores de materiais recicláveis no Brasil enfrentam desafios estruturais, sociais, ambientais e econômicos que limitam sua capacidade de atuação e comprometem a plena valorização dos resíduos sólidos urbanos, afetando sua sustentabilidade e impacto social (IPEA, 2020). Os resíduos orgânicos representam cerca de 20% do total coletado no país (ABRELPE, 2023), porém são amplamente subutilizados pelas cooperativas, que em geral não possuem infraestrutura, conhecimento técnico ou equipamentos adequados para seu correto tratamento. Como consequência, esses resíduos são destinados a aterros sanitários ou descartes inadequados, ocasionando impactos ambientais negativos, como a emissão de gases de efeito estufa, em especial o metano, além de desperdício de potencial econômico que poderia ser explorado por meio da produção de composto orgânico (MMA, 2010).No aspecto social, as mulheres constituem cerca de 70% da força de trabalho das cooperativas (IPEA, 2022), porém essa representatividade numérica não se reflete em acesso adequado à capacitação, funções técnicas especializadas ou cargos de liderança, limitando seu protagonismo e valorização econômica (OIT, 2019). Paralelamente, a inclusão de pessoas com deficiência (PCDs) permanece incipiente devido a barreiras físicas, falta de acessibilidade e ausência de políticas específicas, comprometendo a diversidade e o potencial transformador dessas organizações enquanto agentes de inclusão social (OIT, 2019).Do ponto de vista tecnológico, a compostagem é reconhecida internacionalmente como uma prática sustentável e economicamente viável para o reaproveitamento dos resíduos orgânicos (FAO, 2018). Contudo, sua adoção é restringida pela carência de investimentos, capacitação continuada e suporte tecnológico adequado, o que limita a diversificação das fontes de renda das cooperativas e reduz o impacto ambiental positivo que poderia ser alcançado.Embora o município de Joinville disponha de políticas públicas alinhadas à valorização das cooperativas e à gestão sustentável dos resíduos, ainda persistem desafios na efetiva implementação e articulação dessas políticas. Esses desafios dificultam a profissionalização, a inovação tecnológica, a valorização do trabalho e a inclusão social das cooperativas. Muitas delas operam em espaços inadequados e enfrentam dificuldades para acessar recursos, estabelecer parcerias e obter assistência técnica qualificada (IPEA, 2020; MMA, 2010).Um ponto crítico adicional é a inexistência de mercado estruturado para a comercialização dos produtos recicláveis, o que prejudica a geração de receita consistente e a sustentabilidade econômica das cooperativas. Ademais, o baixo valor agregado dos produtos comercializados limita ainda mais o potencial de geração de renda. O composto orgânico, apesar de seu potencial econômico e ambiental, ainda não é produzido pelas cooperativas, constituindo uma iniciativa que o projeto pretende implementar, criando assim uma nova fonte de valor agregado, diversificação da renda e fortalecimento econômico.Em síntese, os principais desafios enfrentados são:Ausência de tecnologias adequadas para o tratamento e compostagem dos resíduos orgânicos, limitando a sustentabilidade ambiental e econômica das cooperativas (FAO, 2018);Descarte inadequado e subutilização dos resíduos orgânicos, com consequente emissão de gases de efeito estufa e perda de potencial econômico (ABRELPE, 2023; MMA, 2010);Dificuldades na implementação e articulação das políticas públicas que afetam a profissionalização, inovação e valorização do trabalho dos catadores (IPEA, 2020; MMA, 2010);Desigualdade de gênero que restringe o acesso das mulheres à capacitação, funções técnicas e cargos de liderança (OIT, 2019);Baixa inclusão e acessibilidade para pessoas com deficiência, limitando a diversidade e o potencial das cooperativas como agentes sociais (OIT, 2019);Insuficiente valorização social e econômica do trabalho dos catadores, com impactos na sustentabilidade dos empreendimentos (IPEA, 2020; Ethos, 2021);Inexistência de canais estruturados e certificados para a comercialização dos recicláveis, além do baixo valor agregado dos produtos, que comprometem a viabilidade econômica.Este projeto propõe uma abordagem integrada para superar esses desafios, promovendo inovação tecnológica, capacitação técnica, fortalecimento da governança, equidade de gênero e inclusão de PCDs. Ao fortalecer as cooperativas, o projeto visa criar um modelo sustentável e replicável que posicione essas organizações como protagonistas centrais da economia circular, do desenvolvimento comunitário e da mitigação ambiental, gerando novas fontes de renda e agregando valor aos produtos recicláveis.","ds_relacao_proposta_objetivo_diretrizes":"O projeto “Mãos que Transformam: Cooperativa de Catadores com Serviços Ambientais Integrados” tem como objetivo implementar um modelo piloto inovador de compostagem mecanizada e digital para cooperativas de catadores, transformando resíduos orgânicos em insumos de alto valor agregado, aumentando a renda dos trabalhadores, reduzindo impactos ambientais e criando uma solução replicável em todo o país. Essa iniciativa integra tecnologia de ponta, sustentabilidade ambiental e inclusão social, promovendo a economia circular e o desenvolvimento comunitário.Atualmente, a maioria das cooperativas no Brasil dedica-se majoritariamente à triagem de recicláveis secos, destinando os resíduos orgânicos para aterros devido à ausência de infraestrutura, maquinário e capacitação técnica específica. Essa situação representa não só um passivo ambiental, pela emissão de gases de efeito estufa como o metano, mas também uma oportunidade econômica perdida, pois o resíduo orgânico poderia ser reaproveitado como insumo valioso por meio da compostagem.Para reverter esse cenário, o projeto propõe a implantação de uma composteira mecanizada equipada com sensores IoT que monitoram continuamente temperatura, umidade e tempo, garantindo eficiência, rastreabilidade e controle da qualidade do processo. Esses dados serão integrados a uma plataforma digital inovadora que fornecerá indicadores ambientais e operacionais em tempo real, favorecendo a gestão eficiente, a transparência e a tomada de decisão fundamentada.Um diferencial relevante é o desenvolvimento de um módulo de leilão reverso (BID) na plataforma, que permitirá às cooperativas cadastrar seus produtos, sejam recicláveis ou o composto orgânico gerado, e receber propostas de compra em ambiente digital competitivo e transparente. Essa inovação promove isonomia no processo de comercialização, aumenta o valor agregado dos produtos e gera uma nova fonte de receita por meio do modelo SaaS da plataforma.O piloto será implementado em uma cooperativa de Joinville (SC), que atualmente encaminha seus resíduos orgânicos ao aterro. Estima-se o tratamento mensal de cerca de 15 toneladas desses resíduos, com até 40% convertido em composto orgânico para comercialização e para uso em projetos sociais, fortalecendo o impacto comunitário da iniciativa.A capacitação técnica prevista abrange o manuseio da composteira mecanizada, a operação da plataforma digital e as rotinas comerciais associadas, com especial atenção à inclusão produtiva de pessoas com deficiência (PCDs), superando barreiras históricas por meio da adaptação de funções e espaços acessíveis.Outro eixo estratégico do projeto é o fortalecimento do protagonismo feminino, uma vez que mulheres representam aproximadamente 70% da força de trabalho nas cooperativas de catadores, conforme dados do IPEA (2022). Muitas dessas mulheres enfrentam invisibilidade, vulnerabilidade social e limitações no acesso à tecnologia e liderança. O projeto visa promover sua valorização, capacitação e inclusão efetiva nos processos técnicos e gerenciais.A componente de pesquisa e estudos técnicos será fundamental para subsidiar diagnósticos precisos, definir indicadores de desempenho e desenvolver modelos de replicação, permitindo a sistematização dos aprendizados e a expansão da iniciativa para outras regiões.Além dos impactos sociais e econômicos, o projeto contribui significativamente para a sustentabilidade ambiental ao evitar o envio de resíduos orgânicos a aterros, mitigando as emissões de gases de efeito estufa, especialmente o metano. A integração entre dados, tecnologia, capacitação e inclusão resulta em benefícios sociais, ambientais e econômicos duradouros.Todo o processo será cuidadosamente sistematizado, consolidando os aprendizados e orientando futuras implementações, incorporando as experiências práticas da equipe técnica e dos cooperados. Isso apoiará políticas públicas locais e futuras iniciativas, potencializando o alcance e a eficiência do modelo.Importante destacar que a proposta está alinhada às políticas públicas do Município de Joinville, em especial à Política Municipal de Resíduos Sólidos e ao Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS), que incentivam a valorização dos resíduos orgânicos, a inclusão das cooperativas e a adoção de soluções sustentáveis locais. Também apoia a Política Municipal de Inovação, incorporando tecnologias como IoT e plataformas digitais que promovem inovação social e ambiental.Por fim, o projeto contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, especialmente o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e ODS 13 (Ação contra a Mudança Global do Clima), posicionando Joinville como referência em gestão responsável e inovadora de resíduos sólidos.","ds_caracterizacao_interesses_reciprocos":"O presente projeto reúne interesses complementares entre cooperativas de catadores, a Organa Biotech, proponente do projeto, e seus clientes tributados pelo Lucro Real, como Metal Group, Schulz S.A. e Porto Itapoá. Essa aliança estratégica visa promover a economia circular, a inclusão social e fortalecer soluções sustentáveis na gestão de resíduos orgânicos. A iniciativa contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente os ODS 1 (Erradicação da pobreza), 5 (Igualdade de gênero), 8 (Trabalho decente e crescimento econômico), 10 (Redução das desigualdades), 11 (Cidades e comunidades sustentáveis), 12 (Consumo e produção responsáveis) e 13 (Ação contra a mudança global do clima).As cooperativas, principais beneficiárias do projeto, enfrentam desafios estruturais, sociais e econômicos que limitam sua capacidade de gestão eficiente dos resíduos sólidos urbanos. Os resíduos orgânicos representam cerca de 20% do total coletado, mas são pouco aproveitados e, devido à ausência de infraestrutura, equipamentos e conhecimento técnico, são encaminhados a aterros sanitários. A proposta transforma esse passivo ambiental em fonte de valor econômico e diversificação da renda para os cooperados.A valorização das mulheres catadoras, que representam aproximadamente 70% da força de trabalho nas cooperativas, é uma prioridade. Apesar dessa predominância, elas permanecem sub-representadas em cargos de liderança e com acesso limitado a processos de capacitação tecnológica. O projeto inclui ações para estimular o protagonismo feminino por meio de formação técnica, incentivo à liderança e inserção qualificada na operação da compostagem mecanizada, promovendo equidade social alinhada ao ODS 5.Também é destacada a inclusão de pessoas com deficiência (PCDs), pouco explorada no setor. O projeto prevê adaptações físicas dos espaços, processos formativos acessíveis e a identificação de funções compatíveis para PCDs, tornando as cooperativas ambientes mais inclusivos, justos e equitativos, em consonância com o ODS 10.A Organa Biotech atua como parceira técnica, fornecendo tecnologia de compostagem mecanizada adaptada à realidade local e capacitação contínua, garantindo autonomia operacional e qualidade do produto final. Essa abordagem fortalece os ODS 8 e 12, promovendo trabalho decente e produção sustentável.Empresas clientes da Organa Biotech, tributadas pelo Lucro Real, Metal Group, WEG, Schulz S.A. e Porto Itapoá, manifestaram interesse em participar do projeto, sendo a Schulz S.A. a primeira a assinar a carta de anuência. Essas organizações, comprometidas com práticas alinhadas aos pilares ESG (ambiental, social e governança), reconhecem no projeto uma oportunidade para ampliar seu impacto positivo, valorizando o trabalho dos catadores, reduzindo o descarte inadequado de resíduos e fortalecendo a economia circular.Ambientalmente, o projeto contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, principalmente metano, ao evitar o envio dos resíduos orgânicos a aterros sanitários. A compostagem mecanizada transforma resíduos em insumos valiosos para agricultura urbana, paisagismo e recuperação de áreas degradadas, alinhada a compromissos climáticos (ODS 13).Embora algumas cooperativas realizem compostagem em pequena escala, não existe até o momento um modelo estruturado que integre geração de renda, inclusão social e comercialização do composto. O projeto propõe uma abordagem inovadora, replicável e com potencial nacional. A documentação completa das metodologias e resultados permitirá sua replicação em outras regiões.Assim, a iniciativa une interesses públicos, privados e comunitários, promovendo uma cadeia produtiva justa, eficiente e ambientalmente responsável. Ao colocar os catadores como protagonistas de uma nova etapa da reciclagem no Brasil, contribui para a Agenda 2030 e fomenta uma economia circular inclusiva e inovadora.","situacao_proposta":"Aprovada","in_situacao_analise":null,"ds_resultado_esperado_proposta":null,"in_formato_etapas":"meses","nr_vlr_total":null,"dt_envio_analise":"2025-08-06T09:23:01.803999","in_situacao_antes_inativar":null,"in_situacao_analise_antes_inativar":null,"in_tipo_prazo_captacao":"Prazo Máximo Previsto","dt_limite_captacao":null,"in_formato_etapas_antes_recalculo":null,"vl_total_planejamento_gastos":1565200.0,"ds_publico_alvo_proposta":"O projeto  tem como público-alvo principal os catadores e catadoras de materiais recicláveis vinculados a cooperativas, com foco especial nas mulheres e nas pessoas com deficiência (PCDs). A proposta será implementada inicialmente como projeto piloto em uma cooperativa localizada no município de Joinville, em Santa Catarina, envolvendo diretamente cerca de 25 catadores, que atuam na triagem e comercialização de resíduos sólidos recicláveis em condições de alta vulnerabilidade social e econômica.Esses trabalhadores, em sua maioria, possuem baixa escolaridade, com predominância do ensino fundamental incompleto, e têm acesso limitado a processos de capacitação, inovação e formalização profissional. Estima-se que aproximadamente 70% do grupo atendido seja composto por mulheres, que exercem atividades operacionais e, frequentemente, acumulam dupla ou tripla jornada entre o trabalho na cooperativa, os cuidados domésticos e a responsabilidade familiar. Muitas dessas mulheres são chefes de família e sustentam sozinhas seus lares, enfrentando condições de trabalho precárias, invisibilidade social e ausência de oportunidades de ascensão profissional.Além disso, o projeto visa incluir pessoas com deficiência (PCDs) na cadeia produtiva da reciclagem por meio da adequação dos espaços da cooperativa, identificação de funções compatíveis e oferta de formação técnica acessível. Embora ainda subrepresentadas nesse setor, pessoas com deficiência têm potencial para participar de diversas etapas do processo de compostagem, contribuindo com sua força de trabalho e sendo incluídas de forma digna e produtiva. Com isso, o projeto busca romper barreiras históricas e promover a diversidade e a equidade dentro das cooperativas, em consonância com os princípios da inclusão social e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 5 (Igualdade de Gênero), ODS 8 (Trabalho Decente) e ODS 10 (Redução das Desigualdades).O público-alvo indireto do projeto é composto por:•\tFamiliares dos catadores, que se beneficiarão da ampliação da renda e das melhorias nas condições de trabalho;•\tMoradores do entorno da cooperativa, que serão impactados positivamente pela redução de resíduos orgânicos descartados incorretamente e pela melhora ambiental do território;•\tConsumidores do composto orgânico produzido a partir da compostagem, como hortas urbanas, agricultores familiares, paisagistas e órgãos públicos;•\tEmpresas parceiras do projeto que, ao apoiar a iniciativa via Lei de Incentivo à Reciclagem, alinham-se às diretrizes ESG e promovem responsabilidade socioambiental;•\tGestores públicos municipais, que poderão utilizar a experiência como referência para replicar políticas públicas de compostagem inclusiva em outras regiões.A atuação direta do projeto envolverá oficinas de capacitação em compostagem, empreendedorismo, comercialização, segurança no trabalho, inclusão de gênero e acessibilidade, além da implementação da tecnologia e dos processos de compostagem adaptados à realidade local. A estimativa é que, além dos 25 catadores diretamente beneficiados, o projeto impacte de forma indireta mais de 100 pessoas, considerando os núcleos familiares, técnicos envolvidos, consumidores e atores públicos e privados da cadeia de resíduos.A escolha por Joinville/SC para a execução do piloto é estratégica. O município é o mais populoso de Santa Catarina e possui uma estrutura municipal de gestão de resíduos avançada, porém ainda com baixa inserção de cooperativas em serviços de compostagem e valorização de resíduos orgânicos. Isso oferece um ambiente ideal para o desenvolvimento de uma proposta pioneira, que poderá ser documentada, avaliada e replicada em outros municípios e cooperativas do estado e do país.Ao articular esse conjunto de públicos e ações, o projeto se propõe a transformar realidades locais, promovendo a economia circular com inclusão produtiva, equidade de gênero, sustentabilidade e inovação social. A iniciativa oferece respostas concretas a desafios históricos enfrentados pelos catadores e se posiciona como modelo replicável de gestão integrada de resíduos com impacto social e ambiental positivo, atendendo plenamente aos princípios e diretrizes da Lei de Incentivo à Reciclagem e da Agenda 2030 da ONU.","mes_proposta":8,"ano_proposta":2025,"dt_proposta":"2025-08-01","intervenientes_proposta":[],"categorias_despesa_proposta":[{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Engenharia"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Obra"},{"categoria_despesa_proposta":"Investimento","subcategoria_despesa_proposta":"Equipamentos"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços de Reforma"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Serviços"},{"categoria_despesa_proposta":"Custeio","subcategoria_despesa_proposta":"Materiais"}]}],"total_pages":1,"total_items":1,"page_number":1,"page_size":1}